Sexta-feira, 20 de Dezembro de 2013
Boa tarde meninas,
Vimos hoje falar-vos de um processo que acompanhou o nosso projeto de intervenção-investigação, que consistiu na autoavaliação das crianças. Este foi um ponto crucial para as crianças se situarem em relação às aprendizagens que eram esperadas que desenvolvessem durante a realização dos nossos projetos. A autoavaliação permite que as crianças identifiquem os próximos passos na sua aprendizagem e assumam alguma responsabilidade para o progresso em direção aos objetivos (Harlen, 2010).
Abaixo mostramos um pequeno excerto deste processo, referente aos conhecimentos que pretendíamos que estas construíssem numa das sessões:

Importa referir que esta autoavaliação contemplou também as capacidades e as atitudes e valores que pretendíamos que as crianças desenvolvessem.
Vocês também consideram importante dar a oportunidade às crianças de se posicionarem em relação às aprendizagens que esperamos que elas desenvolvam? Este processo também fez parte do vosso período de intervenção no contexto?
Referência bibliográfica:
· Harlen, W. (Ed.) (2010). Principles and big ideas of science education (pp. 6-50). Hatfield: Association for Science Education.
Olá Andreia : )
"Quando se considera a criança como um ‘ser competente’ torna-se necessário
aceitar a sua participação e capacidade de decidir, nomeadamente quando se trata de
avaliar o seu percurso e as suas aprendizagens." (Fitas, 2012) Dito isto, a avaliação é um dos aspetos mais importantes e deve ser realizado pelas crianças e/ou com a participação das mesmas. Desta forma, tomam consciência das suas dificuldades, dos seus pontos fortes e onde devem trabalhar mais.
Por estas razões e pela sua importância a avaliação também fez parte do nosso período de intervenção, após cada sessão as crianças realizavam uma avaliação, apenas que apreciativa do projeto. Mas em dialogo percebíamos o que as crianças tinham aprendido e onde tinham mais dificuldades.
Beijinhos,
Sandra e Sofia : )
Fitas, A. (2012). A avaliação das aprendizagens na educação pré-escolar: o portefólio das crianças. Escola Superior de Educação de Portalegre. Relatório final - Prática Pedagógica Supervisionada
Olá meninas :)
Considero que o vosso projeto foi interessante, desde as atividades de investigação que permitem que sejam as crianças a explorar e compreender os diversos conteúdos, sem que seja o professor a expor os conteúdos. Evitando assim o ensino por transmissão, onde as crianças têm um papel secundário e raramente conseguem assimilar os diferentes conteúdos. Esta foi também uma preocupação ao longo das minhas intervenções.
Quanto à autoavalição considero também um aspeto a valorizar pois permite às crianças perceberem o que conseguiram e o que ainda devem fazer para superar as suas dificuldades, dando mais uma vez um papel de destaque aos alunos. Também na minha prática tentei ter em conta este aspeto, privilegiando o diálogo (uma vez que ainda estamos no 1.º ano), onde as crianças partilhavam as suas conquistas e algumas das dificuldades sentidas,
Parabéns pelo bom trabalho :)
Beijinhos e bom Natal.
Marisa
Olá meninas,
Considero que a autoavaliação é importante uma vez que permite às crianças posicionarem-se na sua aprendizagem, ou seja, leva as crianças a refletir sobre o que já sabem e o que necessitam de aprender.
Pelo que vejo na tabela as crianças tinham que assinalar se adquiriram ou não o conhecimento.
Como verificaram se as crianças adquiriram efetivamente esses conhecimentos? Para realizar a autoavaliação em relação às atitudes e valores utilizaram o mesmo modelo de tabela?
Beijinho,
Raquel Dias
Olá meninas :)
Obrigada por partilharem connosco esta estratégia que utilizaram para verificarem as aprendizagens das vossas crianças.
Considero que a autoavaliação é uma boa estratégia, mas só se for bem recebida e comprrendida por parte das crianças. Assim, gostava de saber como reagiram as crianças a esta estratégia?
Quando referem "A autoavaliação permite que as crianças identifiquem os próximos passos na sua aprendizagem e assumam alguma responsabilidade para o progresso em direção aos objetivos (Harlen, 2010)", conseguiram verificar?
Continuação de um bom trabalho,
Ana Resende
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