Blog da UC de Gestão de Comunidades de Aprendizagem online
pesquisar neste blog
posts recentes

Balanço final do trabalho por projeto

Balanço do Projeto de Intervenção

Balanço Geral

As decorações do Natal

Reflexão Intermédia

O Diário de Turma e o Conselho de Turma!

A importância do estágio supervisionado para a formação de professores

Alguma angústias e preocupações durante a prática pedagógica

Estratégias !

Momento de autonomia das crianças

arquivos

Dezembro 2013

Novembro 2013

Outubro 2013

Fevereiro 2013

Janeiro 2013

Dezembro 2012

Novembro 2012

Outubro 2012

Fevereiro 2012

Janeiro 2012

Dezembro 2011

Novembro 2011

Outubro 2011

participar

participe neste blog

Segunda-feira, 16 de Dezembro de 2013
Métodos de recolha de dados

 Os métodos de recolha de dados permitem aos pesquisadores recolher dados que lhes possibilitam responder às suas questões investigativas. Após a recolha dos dados estes devem ser analisados, interpretados e transformados em resultados e conclusões.

De modo a responder à nossa questão de investigação apoiamo-nos em quatro métodos de recolha de dados, nomeadamente a observação, as notas de campo, as fichas de avaliação individual e o portefólio.

A observação é um método que “possibilita um contacto pessoal e estreito do pesquisador com o fenómeno pesquisado (…) a experiência direta é sem dúvida o mehor teste de verificação da ocorrência de um determinado fenómeno.” (Ludke & Marli, 1986) Ao longo de todo o período de intervenção a observação foi essencialmente naturalista, participante e direta. Naturalista porque parte fundamental dos nossos registo são notas de campo, participante porque o investigador “vive a situação”(Pardal & Correia) e direta porque “combina simultaneamente a análise documental, a entrevista de respondentes e informantes, a participação e a observação direta e a introspeção.” (Ludke & Marli, 1986).

As notas de campo que consiste no “relato escrito daquilo que o investigador ouve, vê, experiencia e pensa no decurso da recolha e refletindo sobre os dados” (Ramos, 2010, p.72). As notas de campo eram realizadas após a implementação de cada sessão e completadas com registo audiovisuais e fotográficos.

As fichas de avaliação individual que consiste na avaliação de cada sessão, ou seja, a ficha de avaliação continha imagens dos vários momentos da sessão e as crianças tinham que rodear a verde o que mais gostaram e a vermelho o que menos gostaram e na segunda parte pintar a língua de verde (gostaste muito), amarelo (gostaste) ou vermelho (não gostaste).

E por fim o portefólio que é “um documento pessoal que pretende contribuir para o reconhecimento de experiências linguísticas e culturais a vários níveis.” (Fischer, 2001) Cada criança tinha um portefólio onde colocava todos os trabalhos realizados ao longo das sessões de intervenção.

Aqui estão apresentados os nossos métodos de recolha de dados. Os vossos métodos coincidem com os nossos? Que novos métodos utilizaram? Conseguiram recolher os dados que precisavam para responder às vossas questões de investigação?

 

Beijinhos,

Sandra e Sofia

 

Referências bibliográficas:

Fischer, G. (2001). Quadro comum de referência e portfolio europeu de línguas. Educação & Comunicação.

Ramos, M. (2011). Gramática e sensibilização linguística no 1º CEB. Aveiro: Universidade de Aveiro.Tese de Mestrado


tags:

publicado por sandrap às 00:10

De angelasofia a 17 de Dezembro de 2013 às 12:51
Bom dia, achei todos os intrumentos de recolha de dados adequados, no então fiquei sem perceber se realizaram um registo em vídeo de todas as sessões para mais tarde transcreverem cada uma com o máximo de objetividade possível.
Fizeram alguma atividade onde pudessem recolher As ideias prévias das crianças sobre a vossa temática? Como uma entrevista inicial ou um questionário? Assim conseguiriam perceber o real impacto que o projeto teve nas aprendizagens das crianças .
Beijinho :)


De sandrap a 22 de Dezembro de 2013 às 12:20
Olá Angela : )
Sim, nós realizámos registos audiovisuais e fotográficos todas as sessões mas incluímos nas notas de campo, como um complemento.
Quanto às ideias prévias dos alunos não realizámos nenhuma atividade direcionada para esse objetivo, mas quando apresentámos o nosso projeto estabeleceu-se um diálogo bastante enriquecedor nesse âmbito. As crianças a partir do nome do projeto transmitiram as suas ideias sobre as línguas, sobre pessoas que falam outras línguas e sobre as suas atitudes perante essas diferenças.

Beijinhos,
Sandra e Sofia


Comentar:
De
Nome

Email

Url

Guardar Dados?

Este Blog tem comentários moderados



Email

Password


Este Blog tem comentários moderados


Comentário

Máximo de 4300 caracteres




O dono deste Blog optou por gravar os IPs de quem comenta os seus posts.

Autores
Dezembro 2013
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3
4
5
6
7

8
9

15
17
19

24
25
26
27
28

29
30
31


tags

todas as tags

subscrever feeds

RSSPosts

RSSComentários