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Segunda-feira, 16 de Dezembro de 2013
Métodos de recolha de dados

 Os métodos de recolha de dados permitem aos pesquisadores recolher dados que lhes possibilitam responder às suas questões investigativas. Após a recolha dos dados estes devem ser analisados, interpretados e transformados em resultados e conclusões.

De modo a responder à nossa questão de investigação apoiamo-nos em quatro métodos de recolha de dados, nomeadamente a observação, as notas de campo, as fichas de avaliação individual e o portefólio.

A observação é um método que “possibilita um contacto pessoal e estreito do pesquisador com o fenómeno pesquisado (…) a experiência direta é sem dúvida o mehor teste de verificação da ocorrência de um determinado fenómeno.” (Ludke & Marli, 1986) Ao longo de todo o período de intervenção a observação foi essencialmente naturalista, participante e direta. Naturalista porque parte fundamental dos nossos registo são notas de campo, participante porque o investigador “vive a situação”(Pardal & Correia) e direta porque “combina simultaneamente a análise documental, a entrevista de respondentes e informantes, a participação e a observação direta e a introspeção.” (Ludke & Marli, 1986).

As notas de campo que consiste no “relato escrito daquilo que o investigador ouve, vê, experiencia e pensa no decurso da recolha e refletindo sobre os dados” (Ramos, 2010, p.72). As notas de campo eram realizadas após a implementação de cada sessão e completadas com registo audiovisuais e fotográficos.

As fichas de avaliação individual que consiste na avaliação de cada sessão, ou seja, a ficha de avaliação continha imagens dos vários momentos da sessão e as crianças tinham que rodear a verde o que mais gostaram e a vermelho o que menos gostaram e na segunda parte pintar a língua de verde (gostaste muito), amarelo (gostaste) ou vermelho (não gostaste).

E por fim o portefólio que é “um documento pessoal que pretende contribuir para o reconhecimento de experiências linguísticas e culturais a vários níveis.” (Fischer, 2001) Cada criança tinha um portefólio onde colocava todos os trabalhos realizados ao longo das sessões de intervenção.

Aqui estão apresentados os nossos métodos de recolha de dados. Os vossos métodos coincidem com os nossos? Que novos métodos utilizaram? Conseguiram recolher os dados que precisavam para responder às vossas questões de investigação?

 

Beijinhos,

Sandra e Sofia

 

Referências bibliográficas:

Fischer, G. (2001). Quadro comum de referência e portfolio europeu de línguas. Educação & Comunicação.

Ramos, M. (2011). Gramática e sensibilização linguística no 1º CEB. Aveiro: Universidade de Aveiro.Tese de Mestrado


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publicado por sandrap às 00:10

8

De ssd a 16 de Dezembro de 2013 às 18:27
Boa noite meninas...

Alguns dos instrumentos de recolha de dados utilizados para dar resposta à minha questão de investigação coincide com os vossos, como é o caso da observação direta e das fichas de avaliação das sessões. No fim de cada sessão foi entregue a cada aluno uma ficha de avaliação da sessão, onde teriam de colocar um x num dos smiles apresentados e responder a uma questão sobre a sessão em questão. Para além destes recorri também à videogravação das sessões e a fichas de trabalho. Através destes instrumentos penso que consegui recolher os dados necessários para dar resposta à minha questão de investigação, uma vez que ainda me encontro a analisar os dados que recolhi.

Beijinho e continuação de um bom trabalho!

Sabrina Duarte


De baptista a 16 de Dezembro de 2013 às 18:32
Olá meninas :)

Alguns dos métodos de recolha de dados por mim utilizados coincidem com os vossos, como é exemplo a observação participante. A observação participante é um método adequado para o processo pelo qual passámos e, na perspetiva de Latorre esta é “[...] apropriada para el estudio de fenómenos que exigen que el investigador se implique y participe para obtener una comprensión del fenómeno en profundidad [...]” (p. 57).

Para além da observação participante, coincidem também as notas de campo. As notas de campo foram o instrumento metodológico utilizado como suporte à observação participante, uma vez que as notas de campo dizem respeito aos registos detalhados que se vai fazendo ao longo do processo e contêm uma dimensão reflexiva daquilo que se observou.

Recorri também às áudio e vídeo gravações, como forma de complementar a observação direta, pois estas permitem-nos fazer uma análise mais cuidada das nossas intervenções.

Por fim, recorri ao portfólio da prática pedagógica, pois este dá a conhecer o processo que fui desenvolvendo e construindo ao longo da prática pedagógica supervisionada e contém informações relativas às intervenções e que agora se constitui como um corpus de análise.

Relativamente à última questão que colocam, como ainda não fiz uma análise estruturada dos dados, não me é possível responder à questão.

Beijinho.

Bom trabalho.

Sandra Baptista.

Referências Bibliográficas:
Latorre, A. (2003). La investigación-acción: conocer y cambiar la práctica educativa. Barcelona: Graó.


De angelasofia a 17 de Dezembro de 2013 às 12:51
Bom dia, achei todos os intrumentos de recolha de dados adequados, no então fiquei sem perceber se realizaram um registo em vídeo de todas as sessões para mais tarde transcreverem cada uma com o máximo de objetividade possível.
Fizeram alguma atividade onde pudessem recolher As ideias prévias das crianças sobre a vossa temática? Como uma entrevista inicial ou um questionário? Assim conseguiriam perceber o real impacto que o projeto teve nas aprendizagens das crianças .
Beijinho :)


De sandrap a 22 de Dezembro de 2013 às 12:20
Olá Angela : )
Sim, nós realizámos registos audiovisuais e fotográficos todas as sessões mas incluímos nas notas de campo, como um complemento.
Quanto às ideias prévias dos alunos não realizámos nenhuma atividade direcionada para esse objetivo, mas quando apresentámos o nosso projeto estabeleceu-se um diálogo bastante enriquecedor nesse âmbito. As crianças a partir do nome do projeto transmitiram as suas ideias sobre as línguas, sobre pessoas que falam outras línguas e sobre as suas atitudes perante essas diferenças.

Beijinhos,
Sandra e Sofia


De imgt a 17 de Dezembro de 2013 às 17:40
Olá meninas :)
Alguns dos métodos de recolha de dados que utilizei são iguais aos vossos, nomeadamente, a observação e as notas de campo. Também recolhemos os trabalhos realizados pelas crianças, nas cinco sessões.
Depois de analisados os dados posso concluir que sim, que os dados que fui recolhendo permitem-me respondes às questões de investigação.
E os dados que vocês recolheram? Permitem-vos responder às vossas questões?
Continuação de bom trabalho.
beijinhos
Ivete Teixeira


De sandrap a 22 de Dezembro de 2013 às 12:27
Olá Ivete !
Nós também recolhemos trabalhos das crianças ao longo das sessões e foi com esses trabalhos que construímos o portefólio individual de cada criança. Gostava também de saber o que fizeste com os trabalhos das crianças? Ficaram nas capas individuais dos alunos ou ficaram contigo?
De uma forma muito geral pensamos que temos dados suficientes, mas como ainda não tivemos oportunidade de os organizar não o podemos afirmar.

Beijinhos,
Sandra Pereira


De mrmo a 18 de Dezembro de 2013 às 10:19

Olá Sandra e Sofia :)

Os meus métodos de recolha de dados coincidam com os vossos, nomeadamente, na observação participante e nas notas de campo.

Deste modo, para além da observação participante e das notas de campo, recorri ainda à realização de um instrumento de observação que culminou numa grelha de fim (semi)aberto, às áudio e vídeo-gravações, sendo que depois o meu corpus de análise será as transcrições dessas mesmas áudio e vídeo-gravações e ao portfólio reflexivo realizado sobre a minha prática, que engloba vários documentos que desenvolvi ao longo da PPS A2 e SIE A2 e que me permitirão recolher dados e evidências para responder às minhas questões de investigação.

Recorri às áudio e vídeo-gravações, pois segundo Latorre (2003), “[l]os medios audiovisuales son técnicas que el docente investigador utiliza para registrar información seleccionada o focalizada previamente; [...]” (p. 80) e ao portfólio reflexivo e individual, porque na perspetiva de Sá-Chaves (2000), os portfólios têm “[...] um função simultaneamente estruturante, organizadora da coerência e uma função reveladora, desocultadora e estimulante nos processos de desenvolvimento pessoal e profissional.” (p. 16).

Continuação de um bom trabalho!

Beijinho.
Márcia Oliveira


De ana-resende a 19 de Dezembro de 2013 às 12:14
Olá meninas :)

Gostei muito do vosso post, pois permite-nos perceber quais os métodos que vocês utilizaram para a recolha de dados e, consequentemente permite-nos ter conhecimento de outros métodos utilizados através dos comentários das colegas.
Neste sentido, gostava de saber de que forma é que os métodos que vocês utilizaram vos ajudaram a dar resposta à vossa questão de investigação?
Quando mencionam que "direta porque “combina simultaneamente a análise documental, a entrevista de respondentes e informantes, a participação e a observação direta e a introspeção". Gostava de saber se realizaram alguma entrevista? A quem e com que objetivo?
Com as fichas de avaliação individual que as crianças preenchiam, caso estas indicassem que não gostaram da atividade, tentavam perceber o porquê? Tinham isso em consideração nas sessões posteriores?
Quanto aos métodos que utilizeim alguns coincidem com os vossos, nomeadmente a observação participante e direta e o registo fotográfico. Os outros métodos que utilizei foram as grelhas de observação das competências sociais, questionário dirigido aos pais das crianças que estou a analisar, a ficha 2i do manual SAC e, também em alguns momentos recorri à observação indireta, uma vez que na observação indireta o investigador dirige-se ao sujeito para observar a informação procurada. Assim, ao responder às perguntas, o sujeito intervém na produção de informação (Quivy e Campenhoudt, 1995).
Quanto à vossa última questão, ~considero que consegui recolher todos os dados suficientes, mas só quando fizer uma anlise mais aprofundada é que me vou certificar disso.

Continuação de um bom trabalho,
Ana Resende

Referência bibiográfica:
Quivy, R. & Campenhoudt, L. (1995). Manual de Investigação em ciências sociais. Gradiva: Lisboa


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