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Quarta-feira, 11 de Dezembro de 2013
Reflexão intermédia

Olá meninas :)

Venho-vos apresentar a minha reflexão individual relativa às fases de intervenção realizada no contexto educativo.

Em todo o meu processo de formação académica, esta fase de intervenção constituiu-se como o único momento, até à data, em que me pude ver no papel de professora que, futuramente, ambiciono ser. Segundo Alarcão (1996, p. 176), professor é aquele que tem um papel activo na educação e não um papel meramente técnico que se reduza à execução de normas e receitas ou à aplicação de teorias exteriores à sua própria comunidade profissional. Ser professor implica, então, e ainda segundo a mesma autora, saber quem sou, as razões pelas quais faço o que faço e consciencializar-me do lugar que ocupo na sociedade e tomar decisões quanto às ações a desenvolver que vão ter consequências não só em si mesmo, mas também nos alunos. Assim, pretende-se que o professor seja consciente, reflexivo e investigador da sua própria ação.

Um dos instrumentos de recolha de dados fundamentais que me tem vindo a acompanhar em todo este percurso, e que tem sido um contributo para o meu desenvolvimento profissional e pessoal, na medida em que me faz refletir e melhorar as minhas intervenções e o meu processo de escrita, são as notas de campo. Estas são um instrumento metodológico de recolha de dados (Máximo-Esteves, 2008, p. 88), isto é, pelas palavras de Bogdan e Biklen (1994), constituem-se como o relato escrito daquilo que o investigador ouve, vê, experiencia e pensa no decurso da recolha e reflectindo sobre os dados de um estudo qualitativo (p.150). Para além deste instrumento de recolha de dados, também as reflexões traduzem um meio para a realização de um estudo melhor (ibidem, p.165).

Nesta linha orientadora, ao longo desta reflexão, apesar das várias aprendizagens realizadas, focar-me-ei no que para mim teve maior relevância e sustentar-me-ei nas minhas notas de campo. Assim, debruçar-me-ei sobre dois aspetos: as aprendizagens realizadas e as competências desenvolvidas e em desenvolvimento. Gostaria ainda de frisar que as aprendizagens e competências que tenho vindo a desenvolver nesta UC são o resultado de oportunidades de formação diversas em contextos variados e com pessoas diferentes e que nada seria possível sem o grupo de alunos.

Em primeiro lugar, considero crucial referir as três dimensões da prática educativa do educador/professor com efeitos nos resultados das crianças/alunos e sobre as quais vários autores se têm debruçado. Neste sentido, saliento Cadima et al (2011) que, suportadas em Pianta, La Paro e Hamre (2006), mencionam essas três dimensões – a dimensão da instrução, a dimensão da gestão de sala de aula e a dimensão socioemocional. Tal como já referido na reflexão anterior, relativa à fase de observação, a dimensão que mais me chamou a atenção foi a dimensão da organização e gestão da sala de aula. Neste momento de reflexão sobre a fase de intervenção, posso constatar que foi sobre esta dimensão que senti maior necessidade de refletir, não só pela dificuldade na organização e gestão na sala de aula como também pela relação que tem com o meu projeto de intervenção e de investigação.

Nesta linha de pensamento, centrar-me-ei na dimensão da organização e gestão da sala de aula, mais concretamente na gestão do comportamento dos alunos, na gestão da atenção dos alunos e na gestão do tempo que, a meu ver, se encontram interligadas.

Prosseguindo para situações concretas, na minha primeira intervenção, dia 14 de outubro, deparei-me com a dificuldade na gestão do comportamento dos alunos. As inúmeras interrupções no decurso da aula foram um aspeto que senti necessidade de “travar”. Na sala fazia-se sentir uma grande agitação, conversas paralelas, comentários fora do contexto, alunos que se levantavam sem pedir autorização… Deste modo, começaram a surgir algumas questões para as quais, no decorrer das intervenções, fui obtendo resposta: Deverei parar a aula para diminuir o nível de ruído ou deverei esperar para ver se ele diminui por si? (Santos, 2007, p. 29); Deverei pensar numa estratégia que capte a atenção dos alunos e os implique no que se está a fazer?

Na intervenção seguinte, para tentar promover um ambiente positivo decidi começar a implementar o meu projeto de intervenção e investigação – construção de regras para o funcionamento democrático da sala de aula. Neste sentido, começámos por construir as regras de trabalho a pares de forma a contribuir para o melhor funcionamento da atividade a realizar. Pude constatar, no decorrer da atividade, que os alunos ao tomarem as regras como aceites respeitam-nas e promovem um melhor ambiente de aprendizagem. Contudo, na atividade seguinte, atividade realizada em grande grupo, voltei a sentir alguma confusão, pois todos os alunos falavam ao mesmo tempo. Na reflexão durante a ação decidi construir com os alunos as regras a ter em conta em trabalhos em grande grupo, o que me impossibilitou terminar as atividades que tinha estabelecido. Neste momento questiono-me: Deveria ter abordado as regras de trabalho em grupo ou deveria ter continuado com as atividades de forma a cumprir os objetivos pretendidos? Para dar resposta a esta pergunta terei de o experimentar numa próxima oportunidade, pois só experimentando  e refletindo sobre a própria experiência é que posso concluir o que faria mais sentido. Após a ação, surgiram novas questões: Será que os alunos não se encontram implicados devido à falta de concentração e atenção? Será que são apenas as estratégias que captam os alunos ou a minha postura também interfere na implicação dos mesmos? Será que o modo como me dirijo aos alunos pode colmatar os momentos de agitação e proporcionar momentos positivos e de aprendizagem? Aquando da reflexão e partilha de opiniões sobre estes aspetos pude concluir que seria importante mudar a minha postura tornando a minha intervenção mais dinâmica e segura, envolvendo e cativando os alunos a estarem concentrados nos momentos oportunos, refletindo sempre sobre a prática para que seja possível melhorar ainda na ação ou na posterior intervenção. Na semana de 28 a 30 de outubro senti que consegui tirar partido da minha postura e da transmissão da informação, promovendo o ambiente pretendido.

Para além da dificuldade sentida ao nível da gestão do comportamento dos alunos, penso que a gestão do tempo poderá ter sido outro obstáculo. O facto de haver um horário para cumprir para cada área, de existirem exigências programáticas a cumprir, a obrigatoriedade de se abordar inúmeros conteúdos, deixou-me apreensiva. Contudo, de modo a atingir os meus objetivos e os dos alunos vim a adotar várias estratégias que penso que foram colmatando este receio.

No dia 14 de outubro, primeira intervenção da prática pedagógica, deparei-me de imediato com a dificuldade em gerir o tempo. Na atividade relativa à área disciplinar de Estudo do Meio, onde se pretendia que os alunos copiassem do quadro os aniversários da turma para o livro, deparei-me com diferentes ritmos de trabalho e de desenvolvimento que influenciaram o tempo estipulado. Neste sentido, questionei-me sobre que estratégias poderia ter utilizado para rentabilizar o tempo, sendo que surgiram de imediato duas ideias: organizar a informação de forma a utilizar os três quadros ou estipular um tempo com as crianças para que todas se implicassem na atividade.

O mesmo aconteceu no dia 22 de outubro. Para além dos diferentes ritmos apresentados pelos alunos surgiu um imprevisto – um dos alunos encontrava-se a fazer um tratamento à vista e incapaz de realizar os exercícios do livro. Desta forma, na reflexão na ação, decidi pôr em prática a ideia da rentabilização dos quadros, uma vez que senti necessidade de passar os exercícios no quadro com uma letra mais visível. No momento sentia-me perdida, na medida em que me encontrava a passar os exercícios para esse aluno enquanto outros já os haviam terminado.

Todas estas dificuldades fizeram-me questionar, refletir e investigar sobre novas estratégias a utilizar. Aprendi que, em primeiro lugar, devo contextualizar a atividade e explicar o que vai ser feito mesmo que os alunos já conheçam o tipo de atividade. Em segundo, transmitir aos alunos a importância do cumprimento de horários de modo a que estes sintam necessidade de regularem o seu tempo. Por último, fazer a correção dos exercícios de x em x exercícios, estipulando um tempo para terminarem os exercícios, ou seja, dar um tempo para os primeiros exercícios e ir alertando para o passar do tempo, para procedermos todos à correção.

Estas novas estratégias foram postas em prática a partir da intervenção seguinte. Assim, no dia 28 de outubro, comecei por contextualizar todas as atividades das diferentes áreas curriculares, o que promoveu um ambiente mais positivo e propício à aprendizagem. Na intervenção do dia 11 de novembro, para além destas estratégias, pude ainda utilizar a estratégia de correção dos exercícios à medida que iam sendo feitos de modo a cumprir com o tempo previamente estipulado, ajudando na sua rentabilização.

Assim, o que pensava ser um problema hoje considero uma oportunidade, na medida em que me fez refletir, investigar, progredir e melhorar a prática educativa.

Durante todo este percurso senti ainda algo que nunca tinha sentido até então. O valor que se deve dar a um professor, não só por este ter que saber os conteúdos como também ter que gerir um grupo tão heterogéneo e responder às necessidades individuais de cada aluno e, ainda, ter que, a qualquer momento, lidar com imprevistos.

Em jeito de conclusão, posso afirmar que só se aprende a fazer fazendo, questionando e refletindo sobre o que se faz!

 

Alarcão, I. (1996). In I. Alarcão (Ed.), Formação Reflexiva de Professores, Estratégias de Supervisão (pp. 173-189). Porto: Porto Editora

Bogdan, R.C. & Biklen, S.K. (1994). Investigação qualitativa em educação, uma introdução à teoria e aos métodos. Porto: Porto Editora

Máximo-Esteves, L. (2008). Visão panorâmica da investigação-acção. Porto: Porto Editora.

Santos, M. A. (2007). Pensamento e Ação na Gestão de Sala de Aula. In Gestão de Sala de Aula Crenças e Práticas em Professores do 1º Ciclo do Ensino Básico (pp. 7-41). Tese de Doutoramento, Universidade do Minho, Braga, Portugal.

 

Beijinho e bom trabalho,

Samanta Caleiro

 

 



publicado por samantacaleiro às 20:10

7

De ssd a 12 de Dezembro de 2013 às 20:38
Boa noite Samanta,

gostei de ler o teu post, uma vez que expões claramente as dificuldades que foste sentindo ao longo deste teu percurso. Durante a leitura do teu post, posso dizer-te que por vezes parecia ser eu a escrever, pois também senti muitas das dificuldades que apresentas. Uma delas diz respeito ao cumprimento de horários. Quando estagiei no pré-escolar, não senti este aspeto como uma dificuldade, pois não existem tantos horários a cumprir e principalmente um programa a cumprir. Durante este semestre deparei-me a estagiar com um grupo de alunos heterogéneo, como todos os outros, mas especialmente no que diz respeito às dificuldades e capacidades de cada um. Existem na turma alunos muito bons e outros com muitas dificuldades, sendo difícil gerir o tempo para a realização das atividades. Os alunos bons acabavam a atividade proposta rapidamente, enquanto que os alunos com muitas dificuldades demoravam muito mais tempo. Neste momentos eu pensava : o que vão fazer os alunos que já terminaram enquanto os outros terminam? Esta foi uma situação com que me deparei muitas vezes e que acabava por desorganizar tudo o que tinha planeado, pois os alunos que demoravam mais tempo teriam de terminar as tarefas no tempo destinado para outra área. Por vezes instalava-se uma confusão na sala, sendo que os alunos quando terminam as atividades estão sempre ansiosos por fazerem outras coisas e neste caso é necessário ter algo planeado para estes alunos.

Beijinho e continuação de um bom trabalho!

Sabrina Duarte


De samantacaleiro a 16 de Dezembro de 2013 às 22:40
Olá Sabrina 

Antes de mais obrigada por teres lido o meu post. Gostei que tivesses estabelecido relação com o que leste e aquilo que também foste sentido ao longo do teu percurso.
Penso que a gestão do tempo é uma dificuldade por que todas passamos e que realmente se nota quando passamos de um pré-escolar para o 1º CEB, no entanto, é a partir dos obstáculos que questionamos, refletimos e aprendemos a melhorar a nossa prática.
A minha opinião vai ao encontro da tua quando referes que os alunos têm diferentes ritmos de trabalho e por isso é necessário ter algo planeado para os alunos que acabam as tarefas primeiro. Chegaste a por isso em prática ou foi uma questão que apenas te fez questionar e refletir? Pergunto isto pois deparei-me com isso no início da prática pedagógica e pude por em prática essa estratégia. Posso dizer que é muito importante essa planificação para rentabilizar o tempo e para que os alunos se encontrem sempre em atividade.

Continuação de um bom trabalho,
Samanta


De ana-resende a 13 de Dezembro de 2013 às 15:11
Olá Samanta :)

Obrigada por partilhares connosco esta tua reflexão acerca das dificuldades que foste sentindo e das estratégias que adotaste para contornar essas tais dificuldades.
De facto, algumas das dificuldades que descreves também as senti, principalmente o semestre passado quando estive a estagiar numa turma de 3.º ano, como por exemplo a gestão do tempo. Mas, como tu dizes, só quando se passa por essas dificuldades é que podemos crescer profissionalmente, pois vimo-nos obrigadas a pensar em soluções para contornar esses obstáculos.
Concordo contigo quando dizes que a fase de intervenção é aquela em que nos podemos ver como professores/ educadores, pois é quando estamos em ação, quando temos à nossa responsabilidade uma turma, etc...
Gostava de saber porquê que dizes que as notas de campo te fazem refletir e melhorar as tuas intervenções? Recolhes as notas enquanto intervéns ou no fim de cada dia? Porquê?
Gostava de saber, também, que estratégia encontraste para captar a atenção dos alunos?
Posso partilhar contigo que na minha experiência funciona melhor trabalhar em pequenos grupos, pois as crianças estão muito mais implicadas, não se distraem com tanta facilidade, uma vez que ao trabalhar com grupos pequenos as crianças não estão tanto tempo a fazer a atividade, pois esta passa mais depressa e, também proporciona um trabalho mais atento e individualizado do educador/ professor por cada criança.
Por fim, gostava de saber em que te baseias para dizeres que conseguiste "tirar partido da minha postura e da transmissão de informação, promovendo o ambiente pretendido"?
Deixo-te, também uma sugestão, num próximo post tenta não apresentar um texto tão extenso, pois não é tão convidativo para a leitura. É só uma sugestão, como disse!

Continuação de um bom trabalho,
Ana Resende


De samantacaleiro a 16 de Dezembro de 2013 às 22:40
Olá Ana 
Obrigada pela reflexão que fizeste da minha reflexão, pelas questões colocadas e pela sugestão que vou ter em conta num próximo post (de facto não tinha noção da extensão do mesmo pois quando uma pessoa escreve o que viveu e está a sentir não se apercebe disso).
Vou tentar responder de forma objetiva as tuas questões:
• “Gostava de saber porquê que dizes que as notas de campo te fazem refletir e melhorar as tuas intervenções? Recolhes as notas enquanto intervéns ou no fim de cada dia? Porquê?”
As notas de campo são o relato escrito daquilo que o investigador ouve, vê, experiencia e pensa no decurso da recolhe e reflectindo sobre os dados de um estudo qualitativo (Bogdan & Biklen, 1994, p.150). Os mesmos autores mencionam dois tipos de materiais referentes ao conteúdo das notas de campo: a parte descritiva e a parte reflexiva. Por um lado, na parte descritiva, a principal preocupação é captar uma imagem por palavras do local, pessoas, ações e conversas observadas. Por outro lado, a parte reflexiva requer um relato mais pessoal e autorreflexivo, onde o observador dá o seu ponto de vista – ideias, preocupações, palpites, impressões, preconceitos. Isto é, o investigador faz comentários acerca das ideias que lhe vão surgindo, designados pelos autores por comentários do observador “C.O.” e que estão espalhados ao longo das notas.
Durante as minhas intervenções, e suportando-me em Máximo-Esteves (2008, p. 88) as notas de campo foram condensadas, enquanto os alunos executavam a tarefa, através de frases, palavras-chave, abreviaturas, apontamentos em post it, bloco de notas, para posteriormente serem comentadas. Posso dizer ainda que senti alguma dificuldade em fazer esse registo, contudo, mal tinha oportunidade, por norma no intervalo ou na hora do almoço, fi-lo.
Indo ainda ao encontro do que refere esta autora, a parte reflexiva requer registos reflexivos, o ponto de vista dos autores ou comentários do observador. Por norma, estas notas de campo são feitas no momento após a ocorrência. É também no momento após a ocorrência que, de uma forma mais distanciada, reescrevo as minhas notas de campo, acrescentando tudo o que me vem à cabeça, o que no momento da ação não foi possível. Este registo é feito no mesmo dia uma vez que no processo de escrita das notas de campo, tal como referem Bogdan e Biklen (1994), o investigador depara-se com um problema, a memória. De facto, somos limitados pela memória, isto é, apenas somos capazes de memorizar um número limitado de informações. No entanto, esta pode ser disciplinada e desta forma é importante ir direito à tarefa, não adiar, não falar sobre a prática antes de a registar, encontrar um local sossegado para registar, dedicar o teu adequado para completar as notas, tentar seguir o curso da sessão da observação de forma cronológica, deixar que as conversas e os acontecimentos fluam da sua mente para o papel e se após ter terminado se aperceber que falta alguma coisa registar (p.171).
Assim, todo este processo de escrita das notas de campo, das reflexões, do questionamento, investigação, posso constatar que estas me ajudam a refletir e a melhorar a minha prática.
• “Gostava de saber, também, que estratégia encontraste para captar a atenção dos alunos?”
Para captar a atenção dos alunos e respondendo também à tua última questão “[…] em que te baseias para dizeres que conseguiste "tirar partido da minha postura e da transmissão de informação, promovendo o ambiente pretendido"? penso que para além das estratégias utilizadas a postura, o modo como me dirigia às crianças foi crucial. Optei por utilizar estratégias diversificadas e novas para as crianças – utilização do ppt, vídeos, jogos didáticos, trabalhos manuais com materiais diversificados, elaboração de cadernos de atividades, entre outros. Quando referi que consegui “tirar partido da minha postura” queria dizer que me fiz sentir perante os alunos, circulei pela sala, falei num tom audível, fui clara e objetiva, dirigi-me aos alunos diretamente referindo o nome do aluno que pretendia resposta…

Beijinho,
Samanta


De ana-resende a 19 de Dezembro de 2013 às 16:19
Olá Samanta :)

Obrigada pela tua resposta pois foi bastante esclarecedora! Não fiquei, assim, com mais nenhuma questão para te colocar.

Continuação de um bom trabalho,
Ana Resende


De carolina-dias a 15 de Dezembro de 2013 às 14:10
Olá Samanta :)

obrigada por partilhares connosco uma das tuas reflexões ao longo da prática pedagógica. Contudo, e como a Catarina já mencionou, o post é muito extenso e maçudo, sendo que nos perdemos na sua leitura ou não convida à leitura do mesmo. Sugiro-te o mesmo que a minha colega :)
No meu processo também realizei notas de campo que, posteriormente, eram uma grande auxilio para as minhas reflexões.
Centraste-te na "dimensão da organização e gestão da sala de aula" por causa do teu projeto ou por opção?
Algumas das estratégias que adotaste também foram adotadas por mim no semestre passado, quando estagiei numa turma de 3.º ano. Gostei de conhecer todo o processo e, principalmente, as reflexões e questões que te iam surgindo conforme ias avançando no estagio. Pois o que nos pedem constantemente, e mais do que tudo, é que reflitamos sobre tudo aquilo que pomos em prática, que observamos, etc. durante a prática pedagógica.
Sentes que as reflexões são uma mais-valia para o teu trabalho?

Continuação de bom trabalho :)

Beijinho, Carolina.


De samantacaleiro a 16 de Dezembro de 2013 às 22:47
Olá Carolina 
Obrigada pelo teu comentário, sugestão e questões.
Centrei-me na "dimensão da organização e gestão da sala de aula" por causa do meu projeto, no entanto, desde o primeiro momento no pré-escolar que uma grande dificuldade foi a gestão da sala de aula.
Quanto à questão que colocaste sobre a importância das minhas reflexões para o meu trabalho sugiro que leias o comentário que fiz ao comentário da Ana na medida em que já lhe dei resposta. Isto porque sem as notas de campo era bastante difícil fazer as minhas reflexões num momento mais distante da ação.

Continuação de bom trabalho :)
Beijinho, Samanta


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