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Segunda-feira, 9 de Dezembro de 2013
A minha reflexão intermédia

Olá meninas : )

Venho-vos apresentar alguns dos aspetos que referi e refleti ao longo deste tempo de intervenção e que fazem parte da minha reflexão intermédia.

A primeira fase é uma mais-valia para que a fase de intervenção (fase seguintes) corra bem, pois esta primeira fase é de integração e adaptação, tanto para nós (díade) como para todas as crianças.

Na segunda fase (fase de intervenções intencionalizadas) iniciámos a realização das planificações, ao qual decidimos executá-las em conjunto, uma vez que a nosso ver é bastante importante como trabalho colaborativo. Este trabalho de equipa só nos traz vantagens, existe a troca de ideias, a interajuda, o render do tempo e assim conseguimos organizar todas as tarefas da melhor forma para ambas.

No que diz respeito às planificações/atividades, trabalhamos muito em torno do conhecimento do mundo, o que não implica que não se abordem as outras áreas de conteúdo, muito pelo contrário, temos como objetivo relacionar todas as áreas existindo assim interdisciplinaridade e que as atividades sejam contextualizadas e não surjam sem sentido.

Ao longo destas nove semanas de intervenção, como era de esperar, já consigo refletir sobre o meu percurso, desde as planificações às atividades realizadas, como da forma como decorrem os momentos em sala, a minha postura, a minha relação com as crianças como à gestão do tempo dispensado para cada momento e cada atividade. Todo este processo de reflexão ajuda-nos a melhorar como “educadoras”, uma vez que conseguimos identificar os aspetos positivos, os negativos, os que devemos melhorar, as estratégias adotadas …

Em relação às intervenções, é verdade que inicialmente ia muito receosa, mas ao mesmo tempo com vontade de trabalhar e mostrar que escolhi o curso certo. Todo o receio e nervosismo eram provocados pelos resultados que obtive na minha primeira prática (1º Ciclo do Ensino Básico). No entanto, ao longo desta intervenção (Pré-escolar) senti que todos esses estados menos bons para uma boa intervenção iam diminuindo e assim foi possível criar uma postura mais segura e confiante (não querendo dizer que não tenho lacunas como “educadora”, sei perfeitamente que tenho de continuar a trabalhar para melhorar a cada dia que passa). Sem dúvida, que a firmeza é um aspeto que nós devemos ter sempre em consideração, transmitindo o respeito pelo grupo, para que este consiga transmitir o mesmo.

Um aspeto que na minha opinião foi melhorado, tanto por mim pela minha parte como pela minha colega de díade, foi o cumprimento de horários. Inicialmente, passávamos imenso tempo na manta, o que fazia com que as crianças ficassem impacientes e acabavam por se desconcentrar e perturbar pelo “aborrecimento” que sentiam.

Na minha opinião o trabalho de díade é muito vantajoso e gratificante, uma vez que existe a interajuda. O facto de eu e a Gisela Silva planificarmos juntas e apoiarmo-nos mutuamente é fulcral para uma boa prática e sobretudo para ultrapassar momentos menos bons e que nos prejudicam emocionalmente; é sem dúvida uma ajuda. O trabalho com a orientadora cooperante também é essencial para a nossa evolução, tanto na sala como no em “trabalho de casa”, ela é muito presente, ajuda-nos dá-nos o feedback das nossas planificações e intervenções, se tivermos dúvidas é bastante esclarecedora dando-nos sempre que necessário ideias para tornar as atividades mais interessantes.

 

Beijinhos e continuação de um bom trabalho :)

Inês Alves



publicado por ines-luciana às 11:54

8

De baptista a 9 de Dezembro de 2013 às 18:50
Olá Inês :)

Os aspetos que referes e sobre os quais refletiste são aspetos importantes e que nos permitem desenvolver enquanto futura educadoras e professoras, mas certamente também nos ajudarão enquanto pessoas.

Concordo contigo quando referes a primeira fase como sendo uma mais-valia, uma vez que é o período de observação que nos permite conhecer as crianças individualmente e as crianças enquanto grupo, os seus interesses, as rotinas e as dinâmicas do grupo e da sala, bem como o próprio contexto. posteriormente todos estes aspetos serão depois mobilizados para as intervenções.

No entanto, gostaria de saber se no período de observação pudeste interagir com o grupo de crianças.

No que diz respeito às intervenções e ao receio que referes, no início julgo que isso é um sentimento comum a muitas de nós, pois estamos perante um contexto novo, a vivenciar uma experiência nova e queremos fazer, como se costuma dizer “tudo bem à primeira”. De facto, nem sempre é possível fazermos tudo bem “à primeira”, até porque ainda estamos a aprender com esta experiência. Não sei se concordarás comigo.

Continuação de bom estágio, embora esteja prestes a terminar :)

Beijinho.

Sandra Baptista.


De ines-luciana a 9 de Dezembro de 2013 às 20:04
Olá Sandra Baptista : )

Em relação à tua questão a resposta é afirmativa, uma vez que desde o início tive a oportunidade de interagir com as crianças, ajudando-as tantos nas suas rotinas como durante a realização das atividades planificadas pela orientadora cooperante e as crianças.
Esta prática sem dúvida que é uma mais-valia para todas nós apesar de todo o trabalho que nos possa dar, mas com esforço e dedicação tudo se consegue.


Obrigada e continuação de um bom trabalho para ti também : )
Beijinhos
Inês Alves



De samantacaleiro a 12 de Dezembro de 2013 às 11:47
Olá Inês :)
Gostei bastante de ler a tua reflexão. O teu discurso está coerente e articulado, há um fio condutor e percebe-se a mensagem que queres transmitir.
Tal como referes a primeira fase, fase de observação, é uma mais-valia para as outras que se seguem. Reis (2011) refere que a observação "desempenha um papel fundamental na melhoria da qualidade do ensino e da aprendizagem, constituindo uma fonte de inspiração, motivação motivação e um forte catalisador de mudança na escola” (p. 11). Acrescenta que “ajuda a compreender os contextos, as pessoas que nele se movimentam e as suas interações” (p. 87), ou seja, ajuda o observador a refletir e a aprender a ensinar para melhorar a qualidade de ensino.
Ainda segundo esta autor, a observação é um processo colaborativo entre o professor e o seu mentor ou supervisor que permite estabelecer um clima de confiança, respeito e serenidade. Deste modo, a meu ver, e indo ao encontro do que focas na tua reflexão intermédia, o processo colaborativo pode existir não só na observação como em todo o percurso.
Relativamente ao modo como te sentias nas primeiras intervenções que pensas que se deveu ao facto dos resultados que obtiveste na PPS A1 acho que conseguiste claramente superar isso e tu própria o referes. Temos antes que tudo acreditar, no entanto, as reflexões "são um meio para a realização de um estudo melhor, e não um fim em si próprias" (Bogdan & Biklen, 1994, p.165) e desta forma é importante questionar, refletir e investigar de forma a melhor as nossas práticas.
"Tu és mais forte e no fim vais vencer"! Lembra-te sempre disto :)
Continuação de um bom trabalho,
Samanta Caleiro


De ines-luciana a 23 de Dezembro de 2013 às 03:35
Olá Samanta : )

Muito obrigada pelo teu comentário e pela força que este transmite.
Concordo com tudo o que referiste neste comentário.

Beijinhos,
Inês Alves


De ana-resende a 12 de Dezembro de 2013 às 21:19
Olá Inês :)

Antes de mais obrigada por partilhares connosco esta tua reflexão acerca da tua prática pedagógica, pois permite-nos ficar a conhecer todo esse processo e relacioná-lo com o nosso :)
Concordo contigo quando te referes à importância do trabalho colaborativo entre a díade. Eu e a minha colega de estágio também enveredamos por trabalhar tudo em conjunto e, de facto ajudou-nos imenso. Pois, como tu referes, permite a troca de ideias, experiências, melhorar a prática, encontrar soluções, entre outras.
Quando falas sobre o excesso de tempo passado na manta, no inicio, também verificámos que a educadora da nossa sala também passava muito tempo na manta com as crianças e, como referes elas acabavam por ficar mais agitadas e distraídas. Neste sentido, durante as nossas intervenções, também reduzimos este tempo, verificando um aumento de bem-estar emocional em todo o grupo de crianças.
Por fim, gostava de saber quais os aspetos positivos e negativos que foram mais significativos? E se mudavas alguma coisa? Porquê?

Continuação de um bom trabalho,
Ana Resende


De ines-luciana a 23 de Dezembro de 2013 às 03:40
Olá Ana Resende : )

Obrigada pelo teu comentário.
Respondendo à tua questão, um dos aspetos mais positivos a meu ver foi a planificação e o desenvolvimento de trabalho por projeto com o grupo, um aspeto menos positivo foi o facto de trabalharmos algumas atividades do projeto com o grande grupo, o que nem sempre corria da melhor forma e decidimos dividir sempre o grande grupo em dois grupos mais pequenos, ficando um grupo comigo e outro grupo com a Gisela.


Beijinhos,
Inês Alves


De danielafferreira a 17 de Dezembro de 2013 às 17:01
Olá Inês,

Gostei do teu post, pois de certo modo ajuda-nos também a refletir sobre a nossa prática.
Concordo contigo, a fase de observação é sem dúvida uma mais-valia, pois com esta conhecemos os interesses e gostos dos alunos e também algumas estratégias utilizadas pela professora.
Considero importante haver um trabalho colaborativo, sendo que este permite refletir sobre o trabalho desenvolvido, trocar pontos de vista e opiniões e encontrar uma solução para os problemas. Por isso, concordo contigo, o trabalho colaborativo é sem dúvida vantajoso.

Obrigada pela partilha.
Beijinhos,
Daniela Ferreira


De ines-luciana a 23 de Dezembro de 2013 às 03:36
Olá Daniela : )

Muito obrigada pelo teu comentário e pela força.


Beijinhos,
Inês Alves


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