Quarta-feira, 4 de Dezembro de 2013
Olá meninas :)
Com este post vimos partilhar umas das atividades que desenvolvemos com os nossos alunos…
Numa das nossas intervenções fizemos, a partir de uma ficha de exercícios de matemática, uma salada de fruta com os alunos.
Nessa ficha colocamos uma receita de uma salada de fruta e a partir dessa receita era pedido aos alunos que respondessem a várias questões. Essa receita estava enquadrada num enunciado e era a base para resolver as respetivas questões. É fundamental que a receita esteja contextualizada num problema, pois assim torna-se mais fácil a compreensão por parte dos alunos.
Nesta ficha de exercícios trabalhamos a leitura de números por extenso, classes e ordens, a operação adição, o dobro e as horas.
Depois dos alunos resolverem os exercícios elaboramos a nossa receita da salada de fruta, escrevendo-a no quadro com a ajuda dos alunos.
De seguida, confecionamos a salada de fruta, onde os alunos ajudaram a descascar e a partir as frutas. Por fim, foi distribuído um copo com fruta a cada aluno.
Concluímos que a partir de uma receita podemos trabalhar diversas áreas. Isto é, com a receita podemos não só trabalhar matemática como também português (texto instrucional).
Os alunos gostaram desta atividade, uma vez que não se ficou só pela ficha de exercícios mas puderam confecionar a sua salada de fruta.
O que acham desta atividade?
Continuação de bom trabalho.
Beijinhos,
Daniela Ferreira e Joana Ferreira
Olá meninas :)
Achei muito interessante esta atividade que proporcionaram às crianças e de o fazerem de forma integrada com as diferentes áreas. Considero que se deve procurar privilegiar construção articulada das aprendizagens, numa abordagem integrada das diferentes áreas.
Além disso, vocês referem que as crianças estiveram envolvidas na atividade, desenvolvendo as suas aprendizagens, ao contrário do tipo de ensino com que muitas vezes nos deparamos no nosso dia-a-dia - o ensino transmissivo - que se caracteriza por uma transmissão de conteúdos, no qual a criança apresenta um papel passivo, recetor de informação e aprende por memorização (Cachapuz, Praia e Jorge, 2002). Sendo que, na maioria das vezes, as crianças decoram o que lhes é transmitido e não compreendem.
Continuação de um bom trabalho :)
Andreia Silva
Referência Bibliográfica
Cachapuz, A.; Praia, J. & Jorge, M. (2002). Ciência, educação em ciência e ensino das ciências.
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