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Segunda-feira, 2 de Dezembro de 2013
Descobre os 9 escolhidos
Olá a todas,

hoje venho-vos falar das 9 crianças que as minhas estagiárias (Carolina e Catarina) escolheram para analisar, tendo em conta o tema do relatório de estágio de cada. Estas crianças foram escolhidas através do preenchimento das fichas do manual SAC (Portugal & Laevers, 2010) em que foram assinaladas uma criança com a cor vermelha e 8 com a cor amarela.

A criança assinalada a vermelho evidencia algumas dificuldades de aprendizagem e, por isso, está a ser analisada pela Carolina. Desta forma, está a realizar um estudo de caso que tem como temática central "O bem-estar emocional e a aprendizagem". Para conhecer melhor a criança em causa, a Carolina realizou uma entrevista à mãe da criança em questão e preencheu as fichas 1i e 2i do manual SAC. Com estes recursos verificou que uma das causas para a dificuldade na aprendizagem se deve à baixa autoestima que tem. Isto foi percetível através de indicadores como o desânimo, vergonha, baixa valorização das suas habilidades, capacidades ou resultados e, também, através de expressões como "Não sei!", "Não sou capaz!" e "Não consigo!". Perante esta situação uma das estratégias a que se recorreu foi à realização de 4 atividades para a promoção da autoestima (atividades a serem explicadas num futuro post).
Nos vossos contextos existe algum caso como este que se retratou? Como o identificaram? O que estão a fazer para ajudar a criança?

As 8 crianças assinaladas a amarelo evidenciam algumas lacunas ao nível das competências sociais e, apesar de estas lacunas também se verificarem no grupo em geral, a Catarina optou por trabalhar com um grupo mais reduzido, no sentido de facilitar a sua promoção. Assim, está a realizar um estudo de caso que tem como temática central "O bem-estar emocional e as competências sociais das crianças". Visto que estas competências são influenciáveis pelo meio em que a criança se insere, a Catarina realizou um questionário aos pais de cada criança no sentido de as ficar a conhecer melhor. Para além disto, está a preencher grelhas individuais de avaliação das competências sociais baseadas no manual SAC.
Perante esta situação uma das estratégias a que se recorreu foi à realização de 4 atividades para a promoção das competências sociais (atividades a serem explicadas num futuro post).
Nos vossos contextos existe algum caso como este que se retratou? Como o identificaram? O que estão a fazer para ajudar a criança?

Continuação de um bom trabalho a todas e boas partilhas :)

Beijinho,
Carolina e Catarina.
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publicado por carolina-dias às 18:53

10

De ssd a 3 de Dezembro de 2013 às 10:59
Bom dia meninas...

No que diz respeito à criança que evidencia um baixo nível de autoestima, através do inquérito que fizeram conseguiram perceber quais as razões que estarão por detrás da sua baixa autoestima? Sabem como é o seu ambiente familiar?

Na turma onde me encontro a estagiar existe uma menina que me parece ter também baixa autoestima, uma vez que é muito insegura na realização das tarefas e recorre muito ao apoio e ajuda dos adultos. Quando não consegue realizar uma atividade fica muito nervosa e bloqueia.

Relativamente à competência social e bem-estar emocional, também identifico uma criança que poderá ter alguns problemas a este nível. Trata-se de uma menina que tem para com os seus colegas atitudes violentas e agressivas, o que leva às restantes crianças afastarem-se dela. Este menina poderá acabar por se sentir sozinha e isolada. Para ajudá-la e de modo a tentar compreender as suas atitudes violentas, a professora cooperante pediu ajuda psicológica para acompanhar esta aluna.

Deixo-vos agora algumas questões:
Enquanto realizam as atividades com estas nove crianças, o que fazem as restantes?
Trabalham apenas com estas crianças no decorrer do vosso projeto, ou durante toda a prática centram-se essencialmente neste grupo?

Continuação de um bom trabalho!

Sabrina Duarte


De carolina-dias a 3 de Dezembro de 2013 às 18:49
Olá Sabrina :)

obrigada pelo teu comentário.

Ao identificarmos uma criança com baixos níveis de autoestima, decidiu-se realizar uma entrevista no sentido de a ficar a conhecer, incluindo o seu ambiente familiar. A partir desta entrevista, conseguimos perceber como é o seu ambiente familiar, que é um ambiente perfeitamente normal, onde reina o carinho, compreensão e preocupação. Achamos que a baixa autoestima da criança provém da frequência (dos 0 aos 3 anos, sendo que a criança tem 4 anos) de outro J.I., que, ao que tudo indica, colocava a criança de parte, não a incluía nas atividades, não a valorizava, não tinha amigos e reprimia-a.
Quando dizes "existe uma menina que me parece ter também baixa autoestima", que estratégias adotas para promover a sua autoestima?
Quanto à menina com dificuldades nas competências sociais, existiu algum trabalho por parte dos adultos antes de a encaminharem para uma psicóloga? Quais? E achas que a criança melhorou com essa ajuda extra?
Por fim, relativamente às questões sobre as atividades, como dissemos no post, iremos futuramente criar outro post em que aborda todas as atividades criadas e de que forma trabalhamos com o grupo de crianças.

Obrigada e igualmente :)

Beijinho,
Carolina e Catarina.


De ssd a 3 de Dezembro de 2013 às 22:39
Boa noite meninas...

De forma a aumentar a autoestima desta menina, tento sempre que possível dar-lhe reforços positivos e motivá-la a realizar as atividades com menos apoio possível, dizendo-lhe que é capaz, e que apenas se têm de concentrar um pouco mais para conseguir.

Relativamente à criança com dificuldades nas competências sociais, trata-se de uma menina que tem para com os seus colegas um comportamento agressivo. Já realizei um post juntamente com a minha colega de díade sobre a situação desta criança, se tiverem curiosidade em lê-lo.
O que tem sido feito para tentar ajudá-la é tentar conversar com ela explicando-lhe que as suas atitudes não são as mais corretas, ouvindo-a também para tentar perceber o que poderá estar por detrás do seu comportamento.
Uma vez que existem muitas queixas por parte dos colegas relativamente a esta aluna, por vezes são ignoradas algumas destas, para que os seus colegas não as valorizem e para que não a coloquem de parte.
Este tem sido o trabalho feito para a tentar ajudar. A aluna só agora é que foi encaminhada para o apoio psicológico da responsabilidade da escola, pois pela informação que temos, a menina já frequenta uma psicóloga desde o ano letivo anterior, sendo este apoio da responsabilidade do seu encarregado de educação.

Beijinho e votos de um bom trabalho!

Sabrina Duarte


De danielafferreira a 3 de Dezembro de 2013 às 12:49
Olá Carolina e Catarina,

Gostei do vosso post, pois dão-nos a conhecer a vossa temática e acima de tudo explicam-nos o que fizeram.
Ao ler o vosso post houve alguns aspetos que me chamaram a atenção. Quando referem que “para conhecer melhor a criança em causa, a Carolina realizou uma entrevista à mãe da criança (…), gostaria de saber se a mãe se mostrou disponível? Como é que a mãe da criança reagiu à entrevista?. Digo isto porque, por vezes, os pais têm dificuldade em aceitar que o seu filho tem dificuldades.
Relativamente ao vosso estudo de caso, como chegaram à temática central? Foi a vossa orientadora que sugeriu?
Eu também recorri ao SAC para avaliar as crianças relativamente aos níveis de bem-estar e de implicação. Com estas fichas, eu e a minha colega de estágio concluímos que no nosso contexto existe um aluno com graves dificuldades de aprendizagem.


Continuação de bom trabalho.
Beijinhos,
Daniela Ferreira


De carolina-dias a 3 de Dezembro de 2013 às 18:38
Olá Daniela :)

obrigada pelo teu comentário.
Respondendo às tuas questões, primeiramente, a entrevista correu bem. A mãe mostrou-se desde o início disponível para realizar a entrevista e, durante a mesma, respondeu a todas as questões não só colocadas por mim, como outros assuntos que achou pertinentes mencionar. Sim, no início o nosso receio era esse, de como a mãe reagiria ao facto de querermos falar com ela, sem passar a "mensagem" de que a filha poderia ter alguma dificuldade. Porém, as nossas expectativas foram contrariadas e correu totalmente ao contrário do que estávamos à espera :)
A nossa temática "Bem-estar emocional e aprendizagem" e "Bem-estar emocional e competências sociais", foi pensada, inicialmente, para outro contexto. Contudo, este contexto foi alterado direcionando-nos para outro. Perante esta situação tivemos que ver se as nossas temáticas se enquadravam neste novo contexto, o que não se verificou, levando a que nos adaptássemos a esta nova realidade, em todos os sentidos.
Escolhemos este tema devido ao que a outra díade relatava do contexto em que estavam naquela altura a estagiar. Desta forma, não nos foi imposto pela orientadora, que nos deu liberdade de escolha dentro da área em que a mesma trabalha.

Obrigada e igualmente :)

Beijinho,
Carolina e Catarina.


De joanaazevedo a 3 de Dezembro de 2013 às 13:05
Olá, meninas!

Gostei do vosso post :) É um post interessante, pois vocês explicam-nos qual o vosso tema de relatório de estágio e dão-nos a conhecer alguns instrumentos que utilizaram para recolherem dados sobre a criança.
Tal como a Daniela referiu, nós temos uma criança na turma que apresenta grandes dificuldades de aprendizagem.
Vocês referem que as crianças " (...) evidenciam algumas lacunas ao nível das competências sociais(...)", podem dar alguns exemplos?

Continuação de bom trabalho.

Beijinhos,
Joana Ferreira


De carolina-dias a 3 de Dezembro de 2013 às 18:27
Olá Joana :)

obrigada pelo teu comentário.
As lacunas que identificamos ao nível das competências sociais, na nossa sala, incidem, sobretudo, nas regras de boa conduta (por exemplo pedir desculpa), nas regras de participação e, consequentemente, no respeito pela "escuta" do outro, na interação social (uma vez que na nossa sala as crianças brincam sempre nos mesmos grupinhos, não variando por outros colegas) e na agressividade no brincar, pois existem crianças que adotam a luta como brincadeira favorita.
Relativamente à criança na tua turma que identificas com dificuldades de aprendizagem, que estratégias é que vocês adotaram para a ajudar?

Obrigada e igualmente :)

Beijinho,
Carolina e Catarina.


De joanafpereira a 8 de Dezembro de 2013 às 15:02
Olá meninas :)

Através das reuniões que temos em conjunto, conheço um pouco o trabalho que estão a desenvolver com as vossas crianças. Contudo gostaria que também partilhassem com as restantes colegas como é a vossa postura no dia-a-dia com as crianças que mencionaram. O nosso tema não nos permite fazer apenas algumas sessões e tirar conclusões pois este trabalho tem de ser diário através do acompanhamento das crianças.
Tenho apenas algumas questões. Como é a vossa relação com estas crianças (principalmente)? Incentivam-nas constantemente? E quando assim o fazem, notam alguma diferença na criança? Como é a relação destas crianças com o restante grupo?
Os vossos temas são muito importantes e dou-vos os parabéns pela vossa escolha e pela forma como estão a delinear o vosso projeto. Fico à espera de alguns exemplos das vossas sessões :)

Bom trabalho!
Beijinhos
Joana


De carolina-dias a 9 de Dezembro de 2013 às 22:59
Olá Joana :)

obrigada pelo teu comentário. No nosso dia-a-dia procuramos incentivar as crianças, dando reforços positivos, transmitindo regras de boa conduta, a não brincarem com violência, a respeitarem as regras de participação pondo o dedo no ar, por exemplo, entre outros.
Tentamos estabelecer uma relação empática com todas as crianças e com estas em especial, brincamos e conversamos com elas no sentido de estas nos conhecerem melhor, e vice-versa.
Sim, tentamos sempre nas nossas ações incentivar as crianças a fazer determinada coisa, sendo que as crianças reagem bem e não contestam. Através dos elogios que damos as crianças ficam felizes, notório através, por exemplo, da expressão facial (sorrisos).
Estas crianças relacionam-se bem umas com as outras, apesar de existir um grupo específico que brinca muito às lutas. Isto faz com que o restante grupo não se aproxime muito destas crianças quando estas estão nestas brincadeiras. Fora isto, o relacionamento do grupo é bom e unido.

Obrigada por estares atenta aos nossos posts :)

Beijinho,
Carolina e Catarina.


De ana-vivas a 11 de Dezembro de 2013 às 19:19
Olá Ana e Carolina.

Gostei muito do vosso post, pois assim conseguimos perceber melhor como foi desenvolvido o vosso trabalho.

Perante a primeira criança que vocês sinalizaram a vermelho. Eu gostaria de saber como reagiu a mãe da criança à vossa entrevista? Vocês referiram que a sinalizaram a vermelho?

No meu contexto assim como a Sabrina referiu, temos uma criança que apresenta baixa auto-estima. Esta criança está constantemente a chamar as professoras dizendo que não sabe resolver ou que não consegue. Chegando a um ponto que bloqueia e não consegue fazer mais nada.
Nós professoras tentamos sempre dar um reforço positivo à criança, dizendo que ela sabe e é capaz de fazer. Quando ela bloqueia, ajudamo-lá no início, sendo que ela depois termina sozinha a atividade. Não conseguimos perceber o porquê de ela reagir assim, só nos conseguimos aperceber que ela é muito nervosa, não conseguindo estar quieta e concentrar-se na atividade.

Em relação ao outro aspeto que vocês referem, no nosso contexto identificamos aquela criança, no qual já fizemos um post sobre ela. Ela é uma criança que por vezes tem atitudes violentas e agressivas com os seus colegas, mas também consegue ser carinhosa e atenciosa. As suas colegas muitas vezes vinham falar connosco dizendo que queriam ser amigas dela, mas que ela quando é contrariada bate-lhes sempre, e que assim não queriam brincar com ela.
Nos ficávamos sempre numa situação complicada, pois nunca sabíamos ao certo o que dizer. Dizíamos que iríamos falar com a criança para a fazer ver que não estava a ter a melhor atitude, mas também tentávamos falar com as amigas para terem um pouco de paciência e tentarem ajudá-la a ser melhor para elas, para não as bater.
O que acham disto? Acham que fazíamos bem? Se fossem vocês o que faziam?

Beijinhos e continuação de bom trabalho
Ana Vivas


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