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Quarta-feira, 27 de Novembro de 2013
Reflexão intermédia

     Olá meninas J

 

  Venho-vos apresentar alguns dos aspetos que referi e refleti ao longo deste tempo de intervenção e que fazem parte da minha reflexão intermédia. Assim sendo, falarei um pouco das estratégias adotadas, dos aspetos positivos, das dificuldades sentidas e a importância do trabalho em díade.

     No final de todas estas intervenções já possível refletir sobre as estratégias utilizadas, se foram ou não adequadas, se facilitaram ou não o processo de ensino-aprendizagem e a própria implicação dos alunos nas atividades. As estratégias utlizadas são um fator essencial para que a atividade corra da melhor maneira e neste aspeto penso ter a necessidade de mudar algumas estratégias que adotei ao longo destas intervenções. Desta forma, penso ter que elaborar atividades mais práticas e menos aulas expositivas, penso que é necessário criar atividades em que os alunos estão implicados e se sintam bem no que estão a fazer ao mesmo tempo que estão a aprender. Outra estratégia que terei de ter em atenção nas minhas próximas intervenções e colocar em prática é modificar a disposição da sala consoante as atividades, para que estas corram da melhor maneira e consiga obter os resultados esperados em cada atividade.

     Um aspeto positivo que na minha opinião resultou muito bem na turma, apesar de terem sido poucas, durante a minha prática pedagógica, foi a criação de atividades lúdicas (como por exemplo, foi dado a cada aluno um texto descritivo, da biografia de José Saramago, desordenado e estes teriam de ordenar consoante a ordem cronológica dos acontecimentos. Com esta atividade os alunos estavam a conhecer um pouco da vida do escritor e ao mesmo tempo que aprendiam como se faz uma biografia, o que é necessário referir, mas de uma forma menos informal. Outra  dessas atividades foi numa aula de matemática em que para sistematizar um conteúdo novo realizamos um jogo interativo existente na plataforma online - escola virtual) e os trabalhos de grupo (acerca do passado do mio local). Esta turma mostrou muito entusiamo na realização de trabalhos de grupo e demonstraram grande interesse em apresentar o seu trabalho, a sua pesquisa e as suas conclusões aos colegas.

     Uma das dificuldades que senti ao longo da minha intervenção foi conseguir exprimir para os alunos segurança e confiança no que estava a fazer e a lecionar, fazendo assim com que os alunos sentissem essa insegurança e muitas vezes questionassem o que estava a fazer ou a dizer dizendo que era impossível ser assim, por exemplo. Uma forma para conseguir melhorar esta minha dificuldade poderá passar por estudar ainda mais os conteúdos, saber realmente o que vou tratar e principalmente apropriar-me dos recursos que levo para aula para que os consiga explorar com os alunos, da maneira mais correta, que resulte em aprendizagens significativas e para transmitir segurança e confiança no que estou a fazer.

     Relativamente à tipologia de trabalho adotada durante a minha intervenção, penso que foi, de certa forma, ao encontro da utilizada pela Professora Mena, uma vez que tentei sempre elaborar atividades diversificadas e que suscitassem interesse por parte dos alunos provocando assim uma participação mais ativa por parte dos alunos nas diferentes áreas.

    Toda a minha prática pedagógica tem sido partilhada em díade. Na minha opinião poder trabalhar em conjunto é uma mais-valia pois temos a possibilidade de trocar opiniões do que está certo, do que está errado, do que pode resultar ou não, das atividades que podemos realizar. Na minha opinião o trabalho colaborativo só traz vantagens, pois podemos partilhar conhecimentos e opiniões ao mesmo tempo que aprendemos com os conhecimentos e experiências do outro.

 

    Beijinhos e continuação de um bom trabalho!

    Márcia Santos



publicado por marciaandreia às 16:48

De angelasofia a 29 de Novembro de 2013 às 13:40
Ola Márcia :) Achei bastante importante teres refletido sobre o facto de necessitares de "elaborar atividades mais práticas e menos aulas expositivas", uma vez que o tipo de ensino por transmissão [EPT] (expositivo), segundo Cachapuz, Praia e Jorge (2002) contempla que o papel do aluno é apenas escutar e memorizar o que ouve para mais tarde reproduzir o que lhe foi transmitido. Desta forma estará apenas a ser avaliado a capacidade e memorização da criança. Por outro lado as atividades práticas, mais características do tipo de Ensino por Pesquisa [EPP], irão permitir, segundo Miguéns (1999) promover aspetos como o interesse e a motivação, bem como a compreensão de conceitos e de teorias , uma vez que as crianças aprendem a fazer, a explorar, a descobrir , ou seja, tornam-se construtoras das suas próprias aprendizagens.

No que diz respeito ao trabalho cooperativo que realizam, devo dizer que também experencio esse tipo de trabalho e que penso ser bastante benéfico, uma vez que duas cabeças trabalham melhor do que uma e segundo Segundo Tractenberg (2007) a colaboração docente, ou docência colaborativa é uma modalidade de trabalho em que dois ou mais professores se reúnem, interagem e somam esforços para planear, desenvolver, implementar e avaliar experiências de ensino-aprendizagem. Como futuros profissionais de educação, este tipo de trabalho acarreta várias vantagens, entre elas o facto de podermos construir um trabalho em conjunto com outra pessoa, que tenha os mesmos interesses que nós, estando em locais diferentes, resultando num trabalho mais completo e essencialmente num trabalho que irá originar uma melhor aprendizagem por parte das nossas crianças.


Cachapuz, A., Praia, J., & Jorge, M. (2002). Ciência, educação em ciência e ensino das ciências. Temas de investigação.
Miguéns (1999). O trabalho prático e o ensino das investigações na educação básica. In Ensino experimental e construção de saberes (pp. 77-95). Conselho nacional de educação
Tractenberg, L. (2007) Motivação para o estudo da docência colaborativa online: um novo território a explorar.

Continuação de um bom trabalho :)

Ângela Soares


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