Blog da UC de Gestão de Comunidades de Aprendizagem online
pesquisar neste blog
posts recentes

Balanço final do trabalho por projeto

Balanço do Projeto de Intervenção

Balanço Geral

As decorações do Natal

Reflexão Intermédia

O Diário de Turma e o Conselho de Turma!

A importância do estágio supervisionado para a formação de professores

Alguma angústias e preocupações durante a prática pedagógica

Estratégias !

Momento de autonomia das crianças

arquivos

Dezembro 2013

Novembro 2013

Outubro 2013

Fevereiro 2013

Janeiro 2013

Dezembro 2012

Novembro 2012

Outubro 2012

Fevereiro 2012

Janeiro 2012

Dezembro 2011

Novembro 2011

Outubro 2011

participar

participe neste blog

Domingo, 24 de Novembro de 2013
Aprofundamento Conceptual

Olá, meninas!

 

 

 

 

Hoje decidimos colocar um post onde aprofundamos conceitos relacionados com esta unidade curricular (Gestão de Comunidades de Aprendizagem On-line). Estivemos a ler alguma informação neste sentido e, por isso, decidimos partilhar convosco alguma informação.

À unidade curricular Gestão de Comunidades de Aprendizagem On-line encontram-se associados vários conceitos, que importa aprofundar e explicar.

Segundo Sihler (s.d.), as comunidades virtuais são “comunidades ou grupos de pessoas com interesses em comum que se organizam no ciberespaço, tendo como objetivo compartilhar informações sobre assuntos de interesse de determinada comunidade […]” (p. 5). Esta partilha de informações proporciona “a ampliação do conhecimento sobre determinado assunto […]” (Sihler, s.d., p. 5). Assim, numa comunidade virtual as pessoas vão trocando informações, conhecimentos, vivências e opiniões através da internet, aprendendo assim em conjunto.

As pessoas que fazem parte da comunidade ao interagirem uns com os outros desenvolvem os seus conhecimentos, sendo que segundo o mesmo autor “as comunidades virtuais de aprendizagem priorizam a interação social, a aprendizagem colaborativa e o trabalho cooperativo” (Sihler, s.d., p. 5). Há uma aprendizagem colaborativa, na medida em que cada pessoa da comunidade ao tentar ajudar a esclarecer o assunto em questão, partilha os seus conhecimentos, mas ao mesmo tempo, aprofunda-os. Assim, com o diálogo e troca de informações todos aprendem.

Também importa ainda salientar que “nestas comunidades há a oportunidade de uma aprendizagem ativa, onde o indivíduo tem um papel principal na construção de seu conhecimento […]” (Sihler, s.d., p. 5).

 

Esperamos que o vosso estágio esteja a correr J

 Beijinhos,

 Daniela Ferreira e Joana Ferreira

Referência Bibliográfica:

Sihler, A. P. (s.d.). Comunidades Virtuais: aprendizagem colaborativa. Brasil.

 


tags: , ,

publicado por danielafferreira às 21:18

6

De mrmo a 25 de Novembro de 2013 às 23:23
Olá Daniela e Joana :)

Gostei muito do vosso post, pois diz respeito ao que temos desenvolvido neste blog através das partilhas que vamos efetuando através dos post e dos comentários.

Relativamente ao que referiram só quero acrescentar que as comunidades de aprendizagem online têm como finalidade a aprendizagem de forma construtiva entre todos os intervenientes, onde estes partilham entre si os seus conhecimentos, pois “ […] é através da interação que o sujeito vai procedendo à internalização de conhecimentos, papéis e funções sociais, num processo de transição entre o plano social (interpessoal) e o plano individual (intrapessoal), do qual resulta a construção de novos esquemas mentais. (Afonso, 2009, p.16)

Continuação de um bom trabalho!
Beijinho.
Márcia Oliveira.

Referências bibliográficas:

Afonso, A. (2009). A gestão das Comunidades de Aprendizagem enquanto geradoras de contextos de aprendizagem. (Um estudo de caso). Coimbra: Universidade de Coimbra.


De sandrap a 26 de Novembro de 2013 às 17:12
Olá Sandra!

Neste momento, não aprendemos somente com os livros que nos aconselharam, agora temos as crianças como a nossa principal “fonte” de aprendizagem e, por isso tudo deve partir delas.
Durante o período de observação e, ainda inacabado, período de intervenção tivemos oportunidade de conhecer todas as crianças e sem dúvida que já conhecemos os pontos fortes e menos fortes de todas, já sabemos que aquele tipo de atividade vai interessar mais à criança A, mas que a próxima vai ao encontro dos interesses da criança B. Desta forma, e como tu fazes, sempre que planeamos uma atividade, mesmo que de forma indireta, já estamos a planear de acordo com a nossa turma e as suas especificidades.
Como sabemos, tudo o que fazemos começa numa planificação e durante este processo o professor “mobiliza um conjunto de conhecimentos, experiências e procedimentos (…) que justificam e apoiam as decisões a tomar.” (cit. Leite, 2003) Apesar de, e como tu referes, ser um documento flexível é um guia e um apoio essencial para a prática diária do professor.

Continuação de bom estágio,
Sandra Pereira


De sandrap a 26 de Novembro de 2013 às 17:29
Olá Joana e Daniela :)

Definitivamente, achei o vosso post muito interessante e pertinente. No âmbito desta unidade curricular temos vindo a desenvolver um trabalho de partilha de experiências, de situações e reflexões que nos ajudam a melhorar a nossa prática pedagógica. No entanto, não sabíamos a “teoria” que existia por detrás desta nossa prática, das nossas partilhas.
Como referiram, a aprendizagem colaborativa implica uma partilha e aprofundamento de conhecimentos, através do diálogo e troca de informações, no nosso caso, realizámos essa partilha através de uma ferramenta online que apresenta várias potencialidades. A diversidade de recursos dos quais dispomos atualmente e, ainda, tendo em conta as características da nossa sociedade atual é exigido ao professor uma maior abertura e flexibilidade em relação às novas tecnologias. Não desvalorizando a partilha de informação realizada de forma física, os ambientes virtuais de aprendizagem ganham cada vez mais destaque garantindo um maior sucesso das aprendizagens. Gostava ainda de perguntar se, no vosso futuro profissional, adotariam estas ferramentas online na vossa sala?

Bom estágio,
Sandra Pereira


De danielafferreira a 22 de Dezembro de 2013 às 14:26
Olá Sandra :)

Respondendo à tua questão, sim adotaríamos estas ferramentas online na nossa sala porque desta forma, há uma partilha de informação e ao mesmo tempo, as crianças aprendem.
E tu adotarias?


Beijinhos,
Daniela Ferreira e Joana Ferreira


De baptista a 29 de Novembro de 2013 às 11:53
Olá meninas :)

Gostei muito do vosso post, pois ajuda-nos a conhecer um pouco o trabalho que estamos a desenvolver com a unidade curricular em questão, que tem por base a partilha de experiências e de opiniões e permite-nos uma troca de ideias. É certo que esta troca de experiências pode ser feita de várias formas, mas neste caso em concreto, fazemo-la através de uma ferramenta online, o blog. Contudo, acho que não devemos descurar a troca de ideias de forma física, para que o contacto entre as pessoas se mantenha.

Continuação de bom trabalho.

Beijinho.

Sandra Baptista.


De ana-resende a 29 de Novembro de 2013 às 13:08
Olá meninas :)

Acho o vosso post muito interessante e pertinente já que aborda os conceitos-chave desta disciplina.
Já referi anteriormente, respondendo ao post da professora, os conceitos que achava que estavam relacionados com esta unidade curricular e, que vem ao encontro daquilo que vocês escreveram neste post.
Assim, concordo com o que o autor Sihler afirma no que toca às comunidades vistuais, isto porque, acho que todas nós o temos vivenciado. Isto é, com este blog temos partilhado experiências, estratégias, atividades, medos/receios, entre outros, que ao serem refletidos e discutidos entre as pessoas permitem que cresçamos enquanto pessoas e profissionais, bem como "a ampliação do conhecimento sobre qualquer assunto" (como referem no vosso post).

beijinho e continuação de um bom trabalho,
Ana Resende


Comentar post

Autores
Dezembro 2013
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3
4
5
6
7

8
9

15
17
19

24
25
26
27
28

29
30
31


tags

todas as tags

subscrever feeds

RSSPosts

RSSComentários

RSSComentários do post