Segunda-feira, 18 de Novembro de 2013
Olá meninas J
Partilho convosco uma parte da minha reflexão referente à fase de observação.
Deste modo, começo por referir que durante as três semanas de observação foi-me possível manter uma interação com o grupo crianças pois, a educadora pôs-me desde logo à vontade para o fazer, mas as crianças também não permitiam que fosse de forma diferente, visto que nos procuravam (e refiro-me à díade) e connosco estabeleciam uma interação. Todavia, na minha perspetiva, uma observação participante será melhor quanto mais interação houver. E vocês, o que acham?
Durante o período de observação também interagiram com o grupo de crianças no qual estão inseridas?
Continuação de bom trabalho.
Beijinho.
Sandra Baptista.
Olá Sandra :)
Acho o teu post interessante, pois permite-nos pensar no tipo de observação que consideramos mais pertinente para a nossa prática pedagógica.
Assim, considero que uma observação participante contribui para uma melhor aproximação da turma e, consequentemente a criação de laços o mais cedo possível. Já tive a oportunidade de experimentar fazer dois tipos de observação, nomeadamente a observação não participante e a observação participante. E, de facto, uma observação não participante faz com que haja a criação de uma barreira entre nós e as crianças, pois não podemos interagir com elas. Isto aconteceu-me no semestre passado, o que dificultou a criação de laços, logo de inicio, com as crianças, uma vez que o tempo de interação que tínhamos com elas era bastante reduzido. Por sua vez, a observação participante, no meu ponto de vista, traduz-de num contributo essencial para a nossa prática, pois permite-nos a interação com as crianças. E, respondendo à tua primeira questão, quanto mais interação houver melhor, uma vez que nos permite observar e conhecer melhor as crianças. Neste sentido, durante o período de observação, interagi com as crianças, pois elas próprias vinham-nos pedir para brincar, para ler uma história, para jogar, etc..., contribuindo para a criação de uma relação empática com todas elas.
beijinho,
Ana Resende
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