Segunda-feira, 18 de Novembro de 2013
Olá meninas J
Partilho convosco uma parte da minha reflexão referente à fase de observação.
Deste modo, começo por referir que durante as três semanas de observação foi-me possível manter uma interação com o grupo crianças pois, a educadora pôs-me desde logo à vontade para o fazer, mas as crianças também não permitiam que fosse de forma diferente, visto que nos procuravam (e refiro-me à díade) e connosco estabeleciam uma interação. Todavia, na minha perspetiva, uma observação participante será melhor quanto mais interação houver. E vocês, o que acham?
Durante o período de observação também interagiram com o grupo de crianças no qual estão inseridas?
Continuação de bom trabalho.
Beijinho.
Sandra Baptista.
Olá Sandra :)
A observação é um processo que requer inteligência para se atingir o objetivo final que pretendemos. Tem como função recolher informação sobre o objeto tido em consideração (Ketele & Roegiers, 1993). E nada melhor que a observação participante para nos ajudar nesta recolha importante para o nosso relatório de estágio.
Concordo contigo, a interação, a participação com qualidade e a observação ajuda-nos a consolidar as relações que estabelecemos com as crianças, bem como a ajudá-las em alguns aspetos que necessitam.
Estou a estagiar numa sala de pré-escolar e, na fase de observações, tive oportunidade de interagir com o grupo. Ter uma atitude passiva, em que estamos sentadas a observar e a tirar apontamentos torna-se maçador para nós e para as crianças que sentem que estão a ser "avaliadas" ao observarem que estamos a fazer registos e podíamos estar a interagir com elas. Desta forma, não realizei nenhum registo escrito enquanto intervinha, deixando para o final do dia quando chegava a casa. Sinto que desta forma estou mais presente para as crianças. E tu realizaste algum registo escrito durante as intervenções ou deixavas para o final do dia?
Continuação de bom trabalho :)
Beijinho, Carolina.
Referências bibliográficas:
- Ketele, J. & Roegiers, X. (1993). Metodologia de Recolha de dados. Coleção: Epistemologia e Sociedade. Lisboa: Instituto Piaget;
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