Segunda-feira, 18 de Novembro de 2013
Olá meninas J
Partilho convosco uma parte da minha reflexão referente à fase de observação.
Deste modo, começo por referir que durante as três semanas de observação foi-me possível manter uma interação com o grupo crianças pois, a educadora pôs-me desde logo à vontade para o fazer, mas as crianças também não permitiam que fosse de forma diferente, visto que nos procuravam (e refiro-me à díade) e connosco estabeleciam uma interação. Todavia, na minha perspetiva, uma observação participante será melhor quanto mais interação houver. E vocês, o que acham?
Durante o período de observação também interagiram com o grupo de crianças no qual estão inseridas?
Continuação de bom trabalho.
Beijinho.
Sandra Baptista.
Olá Sandra :)
Relativamente à tua questão se uma observação participante será melhor quanto mais interação houver, eu concordo perfeitamente.
De acordo com Máximo-Esteves (2008) a técnica de observação “ [...] permite o conhecimento directo dos fenómenos tal como eles acontecem num determinado contexto” e " [...] ajuda a compreender os contextos, as pessoas que nele se movimentam e as suas interações" (p. 87). Latorre (2003) acrescenta que esta observação permite o estudo dos fenómenos mas implica a participação do investigador para compreender mais detalhadamente esses mesmos fenómenos. E, é por isto, que quanto mais interação melhor será a nossa observação, pois teremos um conhecimento mais aprofundado dos fenómenos da realidade que observamos.
Beijinho.
Márcia Oliveira
Referências bibliográficas.
Latorre, A. (2003). La investigación-acción: conocer y cambiar la práctica educativa. Barcelona: Gró.
Máximo-Esteves, L. (2008). Visão panorâmica da investigação-acção. Porto: Porto Editora.
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