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Segunda-feira, 18 de Novembro de 2013
Reflexão - Fase de observação

 Olá meninas J

 

            Partilho convosco uma parte da minha reflexão referente à fase de observação.

 

            Deste modo, começo por referir que durante as três semanas de observação foi-me possível manter uma interação com o grupo crianças pois, a educadora pôs-me desde logo à vontade para o fazer, mas as crianças também não permitiam que fosse de forma diferente, visto que nos procuravam (e refiro-me à díade) e connosco estabeleciam uma interação. Todavia, na minha perspetiva, uma observação participante será melhor quanto mais interação houver. E vocês, o que acham?

            Durante o período de observação também interagiram com o grupo de crianças no qual estão inseridas?

 

Continuação de bom trabalho.

 

Beijinho.

 

Sandra Baptista.


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publicado por baptista às 20:07

8

De imgt a 19 de Novembro de 2013 às 12:31
olá querida :)
Tal como tu desde do primeiro dia que a nossa educadora cooperante nos deixou à vontade assim como as auxiliares e as crianças.
Começámos a interagir com eles desde do primeiro dia, inclusive eles envolviam- nos nas suas atividades.
Acho e concordo contigo, que uma observação participante é muito mais valiosa se houver interação com as crianças, o que só traz benefícios e vantagens para a próxima fase.
continuação de bom trabalho
bjinho :)


De baptista a 23 de Novembro de 2013 às 18:12
Olá Ivete :)

Obrigada pelo comentário.

Ao ler o mesmo, não pude deixar de verificar que referiste que a observação participante é muito mais valiosa se houver interação com as crianças. No entanto, considero que a observação participante é valiosa por isso mesmo, por haver interação, uma vez que a observação participante pressupõe que haja interação entre os vários intervenientes.

Continuação de bom trabalho.

Beijinho :)

Sandra Baptista.


De mrmo a 19 de Novembro de 2013 às 19:26
Olá Sandra :)

Relativamente à tua questão se uma observação participante será melhor quanto mais interação houver, eu concordo perfeitamente.

De acordo com Máximo-Esteves (2008) a técnica de observação “ [...] permite o conhecimento directo dos fenómenos tal como eles acontecem num determinado contexto” e " [...] ajuda a compreender os contextos, as pessoas que nele se movimentam e as suas interações" (p. 87). Latorre (2003) acrescenta que esta observação permite o estudo dos fenómenos mas implica a participação do investigador para compreender mais detalhadamente esses mesmos fenómenos. E, é por isto, que quanto mais interação melhor será a nossa observação, pois teremos um conhecimento mais aprofundado dos fenómenos da realidade que observamos.

Beijinho.

Márcia Oliveira

Referências bibliográficas.

Latorre, A. (2003). La investigación-acción: conocer y cambiar la práctica educativa. Barcelona: Gró.

Máximo-Esteves, L. (2008). Visão panorâmica da investigação-acção. Porto: Porto Editora.


De baptista a 24 de Novembro de 2013 às 11:45
Olá Márcia.

Obrigada pelo comentário.

Considero que a nossa perspetiva vai ao encontro da perspetiva dos autores tidos em consideração por ti.
De facto, a interação estabelecida durante o período de observação será muito importante para o tal conhecimento aprofundada a que te referes, nomeadamente para o conhecimento das crianças individualmente e das crianças enquanto grupo.

Continuação de bom trabalho.

Beijinho.

Sandra Baptista.


De fabianamabrantes a 21 de Novembro de 2013 às 16:15
Olá Sandra. Sim, já me aconteceu no semestre anterior. Essa observação participativa permitiu-me fazer inferências acerca do grupo em geral, da sua organização, do seu relacionamento e do seu desenvolvimento, dando-me também a oportunidade de focar em aspetos mais particulares, relacionados com o conhecimento das crianças. No entanto, procurei sempre adotar uma posição crítica e reflexiva acerca dos métodos/estratégias de ensino utilizados pela educadora, com os quais me identifico e que na minha opinião são os mais adequados. Portanto, concordo contigo claro, a observação participante será melhor quanto mais interação houver. Beijinhos


De carolina-dias a 29 de Novembro de 2013 às 01:36
Olá Sandra :)

A observação é um processo que requer inteligência para se atingir o objetivo final que pretendemos. Tem como função recolher informação sobre o objeto tido em consideração (Ketele & Roegiers, 1993). E nada melhor que a observação participante para nos ajudar nesta recolha importante para o nosso relatório de estágio.
Concordo contigo, a interação, a participação com qualidade e a observação ajuda-nos a consolidar as relações que estabelecemos com as crianças, bem como a ajudá-las em alguns aspetos que necessitam.
Estou a estagiar numa sala de pré-escolar e, na fase de observações, tive oportunidade de interagir com o grupo. Ter uma atitude passiva, em que estamos sentadas a observar e a tirar apontamentos torna-se maçador para nós e para as crianças que sentem que estão a ser "avaliadas" ao observarem que estamos a fazer registos e podíamos estar a interagir com elas. Desta forma, não realizei nenhum registo escrito enquanto intervinha, deixando para o final do dia quando chegava a casa. Sinto que desta forma estou mais presente para as crianças. E tu realizaste algum registo escrito durante as intervenções ou deixavas para o final do dia?

Continuação de bom trabalho :)

Beijinho, Carolina.

Referências bibliográficas:
- Ketele, J. & Roegiers, X. (1993). Metodologia de Recolha de dados. Coleção: Epistemologia e Sociedade. Lisboa: Instituto Piaget;


De ana-resende a 29 de Novembro de 2013 às 12:19
Olá Sandra :)

Acho o teu post interessante, pois permite-nos pensar no tipo de observação que consideramos mais pertinente para a nossa prática pedagógica.
Assim, considero que uma observação participante contribui para uma melhor aproximação da turma e, consequentemente a criação de laços o mais cedo possível. Já tive a oportunidade de experimentar fazer dois tipos de observação, nomeadamente a observação não participante e a observação participante. E, de facto, uma observação não participante faz com que haja a criação de uma barreira entre nós e as crianças, pois não podemos interagir com elas. Isto aconteceu-me no semestre passado, o que dificultou a criação de laços, logo de inicio, com as crianças, uma vez que o tempo de interação que tínhamos com elas era bastante reduzido. Por sua vez, a observação participante, no meu ponto de vista, traduz-de num contributo essencial para a nossa prática, pois permite-nos a interação com as crianças. E, respondendo à tua primeira questão, quanto mais interação houver melhor, uma vez que nos permite observar e conhecer melhor as crianças. Neste sentido, durante o período de observação, interagi com as crianças, pois elas próprias vinham-nos pedir para brincar, para ler uma história, para jogar, etc..., contribuindo para a criação de uma relação empática com todas elas.

beijinho,
Ana Resende


De ana-vivas a 30 de Novembro de 2013 às 19:37
Olá Sandra.

Em relação à tua primeira pergunta, tenho a dizer que concordo plenamente contigo. Através da observação participante conseguimos compreender melhor as crianças e observar de mais perto quais os interesses delas.
Na minha opinião esta é das fases mais importantes, pois é o momento que conseguimos ter para conhecer bem as crianças / alunos, de forma a pudermos planificar as nossas intervenções mais adequadamente ao grupo que temos.

Agora respondendo à tua segunda questão, no semestre passado, no pré escolar consegui interagir mais com o grupo do que este semestre numa turma do 2.º ano do 1.º CEB.
Penso que isto seja normal, pois no 1 Ciclo é tudo mais formal, não havendo a liberdade que existe no pré escolar. São contextos totalmente diferentes e de difícil comparação.

O que achaste quando passaste do 1.º Ciclo para o pré escolar? Em qual dos grupos tiveste uma Observação mais participante?

Beijinhos
Ana Vivas


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