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Sábado, 16 de Novembro de 2013
Rapunzel ... o trabalho de projeto

 Olá meninas J

 

Gostaríamos de partilhar convosco umas das estratégias que estamos a implementar junto do nosso grupo de crianças. Esta estratégia consiste no desenvolvimento de um trabalho de projeto, que tem como objetivo a dramatização da história “Rapunzel”. Optámos por trabalhar esta metodologia, porque permite trabalhar com as crianças individualmente e em pequeno e grande grupo, bem como o trabalho colaborativo, proporcionando oportunidades para que as crianças participem de forma ativa na construção das suas aprendizagens.

Segundo Vasconcelos (2011) o trabalho de projeto é “uma abordagem pedagógica centrada em problemas” (p. 10) e que permite “ […] desenvolver e estimular os processos de aprendizagem e de co-construção do conhecimento” (p. 8).       O trabalho de projeto é composto por quatro fases: a Definição do Problema, a Planificação e Lançamento do Trabalho, a Execução e a Avaliação/Divulgação (Vasconcelos, 2011). Ao proporcionar às crianças o envolvimento nas quatro fases que constituem esta metodologia de trabalho, estamos a fomentar o desenvolvimento de conhecimentos, capacidades, atitudes e valores, essenciais para que se tornem cidadãos ativos. Para além disto, permite que as crianças se tornem nos principais agentes na construção do seu conhecimento e que, desse modo, aprendam a aprender.

E vocês, ao longo da vossa Prática Pedagógica Supervisionada, já desenvolveram ou pensam vir a desenvolver algum trabalho de projeto?

 

Continuação de bom trabalho.

Beijinhos J

Márcia Oliveira e Sandra Baptista.

 

Referência Bibliográfica:

 

Vasconcelos, T. (Coord.) (2011). Trabalho por projectos na educação de infância: mapear aprendizagens, integrar metodologias. Lisboa: Ministério da Educação e Ciência/Direcção-Geral de Inovação e de Desenvolvimento Curricular. 


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publicado por baptista às 16:38

De baptista a 23 de Novembro de 2013 às 17:55
Olá meninas.

Obrigada pelos vossos comentários.

O projeto de intervenção e de investigação da díade tem como estrutura comum a autorregulação das aprendizagens das crianças que, segundo Rosário (2004b) é “um processo activo no qual os sujeitos estabelecem os objectivos que norteiam a sua aprendizagem tentando monitorizar, regular e controlar as suas cognições, motivação e comportamentos com o intuito de os alcançar.” (p.37, citado por Rosário, Núñez & González-Pienda, 2007, p.11). No entanto, a autorregulação pressupõe a utilização de um modelo cíclico de aprendizagem e, na perspetiva de Zimmerman (1998, 200), tal modelo da aprendizagem autorregulada fundamenta o modelo PLEA (planificação, execução e avaliação) (citado por Rosário, Núñez & González-Pienda, 2007, p. 22).
Com o objetivo de trabalhar estas fases e, tendo em consideração que o Trabalho de Projeto tem por base várias fases, consideramos o Trabalho de Projeto uma estratégia significativa que nos permitia ao longo do tempo trabalhar as fases do processo autorregulatório.
No período de observação, constatámos que as crianças falavam várias vezes na realização do teatro “Os Três Porquinhos”. O facto de as crianças estarem sempre a propor a realização da dramatização, alertou-nos para um possível projeto a desenvolver com o grupo. Deste modo, a referência ao desenvolvimento de um trabalho de projeto surgiu pela primeira vez numa reunião com o grupo de crianças, ainda durante o nosso período de observação.
Nessa reunião com o grupo a educadora procedeu ao levantamento das atividades/projetos que as crianças queriam desenvolver, sendo referidos a realização da dramatização de uma história.
Após o registo das atividades/projetos a realizar a educadora questionou as crianças relativamente às histórias que queriam dramatizar, sendo que esta escolha recaiu sobre algumas histórias, sendo uma delas a “Rapunzel”. Como as crianças tinham escolhido muitas histórias, a educadora em conjunto connosco fez uma seleção das histórias dos designados “Contos de fada” que estas tinham referido, ficando assim para votação as histórias: “Capuchinho Vermelho”, “Branca de Neve e os Sete Anões”, “Os Três Porquinhos” e “Rapunzel”.
Nesta votação as crianças só podiam escolher uma história. Ou seja, cada criança referiu que história é que gostaria que fosse desenvolvida no Jardim-de-Infância. A história vencedora foi “Os Três Porquinhos” e de seguida a “Rapunzel”.
Após a votação e em conversa com a OC, consideramos que voltar a dramatizar a história “Os Três Porquinhos” poderia ser um pouco desinteressante, com o qual a educadora concordou. Deste modo, explicou ao grupo que uma vez que já tinham dramatizado tantas vezes a história “Os Três Porquinhos” que talvez estivesse na altura de realizar a dramatização de uma nova história. As crianças concordaram, ficando escolhida a história que tinha ficado em segundo lugar na votação, a “Rapunzel”.
Deste modo, a partir do momento em que o projeto estava decidido, o seu planeamento era realizado durante as reuniões de grupo com as crianças para que todas pudessem participar, contribuir e tomar decisões relativas ao que estava a ser desenvolvido no presente dia. Assim, após a seleção da história para a dramatização começamos a planificar os passos fundamentais para a realização da mesma.
Contudo, sempre que era necessário tomar decisões mais sustentadas não era em grande grupo, mas sim, com um pequeno grupo constituído pelas crianças mais velhas. Porém, todas as crianças estão implicadas no processo, por exemplo, para a realização da torre, dividimos o grupo em três pequenos grupos e cada grupo pintou uma parte da torre.
Sabrina, relativamente a uma questão que colocaste, vamos recolher dados durante os momentos em que as crianças estão a desenvolver as tarefas, mais concretamente no que elas desenvolvem nas fases da planificação, execução e avaliação, tendo por base as suas capacidades cognitivas, metacognitivas, comportamentais e resolução de problemas. Para o efeito, utilizamos duas grelhas, construídas de acordo com o tema do nosso projeto.

Beijinho.

Márcia Oliveira e Sandra Baptista.

Referência Bibliográfica:
Rosário, P., Núñez, J. e González-Pienda, J. (2007). Auto-regulação em crianças sub-10: Projecto Sarilhos do Amarelo. Porto editora


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