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Sábado, 16 de Novembro de 2013
Apresentando o nosso grupo...

Olá meninas J

                Somos um grupo constituído por 24 crianças, 15 do género feminino e 9 do género masculino, com idades compreendidas entre os três e os cinco anos.

        Do total de crianças que integram o nosso grupo, apenas dez estão a frequentar o jardim-de-infância pela primeira vez. As restantes estão integradas no grupo desde o ano letivo anterior, sendo que, de certo modo, são estas que estão familiarizadas com as rotinas e as dinâmicas da nossa sala de atividades.

                Todos nós somos bastante interessados, comunicativos, participativos e revelamos um bom nível de autonomia e de responsabilidade. Alguns de nós revelam ainda uma capacidade de diálogo e de iniciativa nas várias atividades e propostas que surgem diariamente. Em relação aos novos elementos do grupo, estes integraram-se muito bem nas rotinas do nosso jardim-de-infância.

Os nossos interesses são muito diversificados, mas de uma forma geral interessamo-nos por participar em todas as atividades e explorar todas as áreas. No entanto manifestamos um forte interesse pela área da informática e pela área das expressões.

 Contudo, o conhecimento que possuímos restringe-se em grande parte ao conhecimento do meio que nos é próximo, daquilo que vemos na televisão ou ouvimos no rádio. Gostaríamos então, que os novos elementos do nosso grupo (Márcia e Sandra) nos proporcionassem atividades diversificadas que contribuíssem para o alargamento das nossas experiências e para um maior conhecimento do mundo em geral.

E vocês, também estão a desenvolver atividades estimulantes com o vosso grupo?

 

Continuação de bom trabalho.

Beijinho.

Márcia Oliveira e Sandra Baptista.


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publicado por baptista às 16:36

8

De joanaazevedo a 17 de Novembro de 2013 às 01:06
Olá Márcia e Sandra!

Estive a ler o vosso post e quando vocês referem que as crianças revelam um " bom nível de autonomia", utilizaram algum instrumento que vos permitiu tirar esta conclusão? Podem dar alguns exemplos em que as crianças da vossa sala revelem autonomia?
Um outro aspeto que me chamou a atenção foi a área da informática. Assim, gostaria de saber como é que essa área é dinamizada e também se vocês já a dinamizaram.
Respondendo à vossa questão, sim estou a desenvolver atividades estimulantes, procurando cativar os alunos. Estou num contexto de 1.º ciclo e, neste caso, há conteúdos que têm de ser cumpridos. No entanto, procuro fazer dessas atividades, atividades mais estimulantes. Por exemplo, trabalhei com os alunos matemática a partir de uma receita de salada de fruta e posteriormente fizemos a nossa salada de fruta, apontando os ingredientes que utilizamos. Assim, ao elaborarmos a receita da nossa salada de fruta também trabalhamos o texto instrucional.

Continuação de bom trabalho :)
Beijinhos,
Joana Ferreira


De baptista a 23 de Novembro de 2013 às 16:31
Olá Joana :)

Obrigada pelo comentário.

Em relação à primeira questão que colocas, referimos que as crianças apresentam um bom nível de autonomia tendo como suporte o Plano Curricular de Turma (PCT), onde é afirmado que “É um grupo muito interessado, comunicativo, participativo e que revela um bom nível de autonomia e de responsabilidade.”.

A própria organização do espaço é promotora da autonomia das crianças, uma vez que a disposição dos espaços e dos materiais tem em conta a sua funcionalidade e adequação à realidade do grupo sendo, por isso, um espaço co construído entre o adulto e as crianças, de acordo com os seus interesses, necessidades e preferências. As crianças ao participarem nesta disposição dos espaços e dos materiais conseguem realizar autonomamente as atividades e responsabilizar-se por elas.

Para além disto, quando estas estão no momento de atividades livres, circulam pela sala, escolhendo as várias áreas pelas quais querem passar. Esta escolha é feita por elas de forma autónoma, visto que têm a responsabilidade de com elas levarem o seu nome para colocarem nas diferentes áreas. Ainda durante este momento, é possível observar que as crianças, para além de serem capazes de escolher as atividades a realizar, procuram autonomamente os recursos que dispõem para a realização dessas mesmas atividades.

Contudo, a partir das nossas observações diretas pudemos observar a autonomia das crianças, nomeadamente no momento de execução das tarefas já estabelecidas por elas no início da manhã, onde estas são cumpridas e realizadas pelas crianças de forma autónoma. Pudemos ainda constatar que a organização do tempo no contexto de ação é flexível, o que proporciona ao grupo uma estabilidade e segurança, bem como uma grande margem de autonomia, pois as crianças já sabem aquilo que vão fazer ao longo do dia, podendo prever a sucessão dos vários momentos e apresentar propostas de mudança desses mesmos momentos.

Relativamente à segunda questão, é importante referir que na área da informática está afixada uma lagarta, que contém a distribuição das crianças pela área em questão. A lagarta está dividida pelos vários dias da semana e pelas duas partes que constituem o dia: a manhã e a tarde. Deste modo, estas já sabem em que dia e em que momento do dia podem frequentar esta área. No entanto, quando esta não está a ser ocupada pela criança que está determinada na lagarta, outra criança pode frequentar a área.
Em relação às atividades dinamizadas nesta área, só realizámos uma. A partir da leitura da história “Quando eu for Grande...”, nomeadamente na profissão comandante de um submarino, as crianças tiveram oportunidade de ver no computador submarinos. A gestão das crianças para esta visualização foi feita de acordo com a ordem estabelecida no Mapa de Presenças e, desta forma, as crianças já sabiam qual era o momento de se dirigirem à área em questão.

Continuação de bom trabalho.

Beijinho.

Márcia Oliveira e Sandra Baptista.


De danielafferreira a 17 de Novembro de 2013 às 12:23
Olá, meninas!

Gostei do vosso post, pois dá-nos a conhecer o vosso grupo de crianças.
Vocês referem que "Somos um grupo constituído por 24 crianças, 15 do género feminino e 9 do género masculino, com idades compreendidas entre os três e os cinco anos", as crianças mais novas dormem a sesta? Se sim, como gerem a entrada das crianças na sala depois da sesta?
Digo isto, porque no semestre passado estive numa sala heterogénea de educação pré-escolar e no início tive dificuldade em gerir a entrada das crianças que vinham da sesta. Era difícil, pois quando essas crianças chegavam estava a desenvolver uma atividade com as crianças mais velhas.
Um outro aspeto que me chamou atenção, tal como a joanaazevedo referiu, foi a área da informática. Como é uma área do interesse das crianças, já proporcionaram alguma atividade nesse sentido? Podem dar alguns exemplos de atividades?
Agora em resposta à vossa questão, estou a desenvolver atividades estimulantes, pois são do interesse dos alunos, logo motiva-os para a sua realização.



Continuação de bom trabalho :)

Beijinhos,
Daniela Ferreira


De baptista a 23 de Novembro de 2013 às 16:38
Olá Daniela :)

Obrigada pelo comentário.

Relativamente à primeira questão que colocas, as crianças mais novas do grupo não dormem a sesta, nem têm espaço para isso. No entanto, duas das crianças mais novas têm uma maior necessidade de dormir, quando comparadas com as restantes e, por vezes, a seguir ao almoço, se estivermos na área da manta, em grande grupo, estas podem acabar por adormecer. Quando isso acontece, a auxiliar de educação deita a criança na cama da área da casinha. No entanto, evitamos realizar atividades demoradas no início da tarde, com o intuito de não quebrar a atenção e o interesse destas crianças.

Em relação à segunda questão, tal como já referimos no comentário que fizemos à Joana, dinamizámos uma atividade na área da informática.

Continuação de bom trabalho.

Beijinho.

Sandra Baptista e Márcia Oliveira.


De vaniacastro a 18 de Novembro de 2013 às 18:58
Olá Sandra :)
Falaste que dez das crianças que integram o grupo da sala onde estás a estagiar são "novatas" na educação pré-escolar.
Gostaria de saber se notas que essas crianças têm dificuldade em se separar dos pais quando são entregues à educadora todos os dias, pela manhã? Costumam chorar e não querer ficar?
Se isto acontece com algumas delas, o que é feito para tentar fazê-las mudar de ideias?
Não posso deixar de reparar que mencionaste a área da informática como uma das áreas mais utilizadas. Na sala onde me encontro a intervir, infelizmente não contamos com esta área, o que a meu ver é um aspeto menos positivo. Acho esta área muito importante, pois permite-lhes estar em contacto com as TIC (Tecnologias de Informação e Comunicaçao) e funciona como um meio auxiliar do processo ensino-aprendizagem. Segundo as Orientações Curriculares para a Educação Pré-Escolar, “ (…) as novas tecnologias de informação e comunicação são formas de linguagem com que muitas crianças contactam diariamente (…).” Esta situação verifica-se com muitas crianças que, hoje em dia, têm acesso e estão familiarizadas com os computadores em casa, tornando-se crucial a sua integração em contexto de sala de aula e, de uma forma geral, em todas as atividades desenvolvidas.
A utilização das TIC na Educação Pré-Escolar vai proporcionar um novo dinamismo à prática pedagógica, conduzindo o educador a uma reflexão e análise das suas opções e práticas educativas, selecionando as que mais se adequem ao contexto e ao grupo de crianças que tem à sua frente.
Assim, "(…) a utilização dos meios informáticos a partir da educação pré-escolar, pode ser desencadeadora de várias situações de aprendizagem, permitindo a sensibilização a um outro código, o código informático, cada vez mais necessário” e o qual “ (…) pode ser utilizado em expressão plástica e expressão musical, na abordagem ao código escrito e na matemática (…).” (1997:72 – “Orientações Curriculares para a Educação Pré-Escolar).
Em relação às atividades que são desenvolvidas com o nosso grupo, eu e a Ivete, tentamos também que estas sejam desafiadoras e do interesse das crianças. No entanto, como temos crianças com interesses um pouco diferentes, por vezes, as atividades vão mais ao interesse de uns do que de outros.
Continuação de bom trabalho.
Beijinho,
Vânia Castro


De baptista a 23 de Novembro de 2013 às 17:11
Olá Vânia :)

Obrigada pelo comentário.

Relativamente à questão que colocas, não, não notamos dificuldades nas crianças que estão a frequentar pela primeira vez o jardim-de-infância. Tal situação aconteceu apenas com uma criança, após alguns dias de estar a frequentar o nosso contexto. Os pais deixaram-na, de manhã, e esta começou a chorar, querendo ir embora com eles. Contudo, a educadora falou com os pais, dizendo-lhes que era uma reação normal, visto que a criança estava há pouco tempo no contexto. Os pais entraram na sala para ver como esta ficava e repararam que a criança continuava a chorar. No entanto, não quiseram alimentar mais a situação e decidiram deixá-la na sala de atividades. Os pais ligaram a meio da manhã, a perguntar como esta se encontrava, sendo que já se encontrava perfeitamente integrada no grupo. É ainda de referir que tal situação nunca mais se repetiu.
Concordamos contigo quando referes que a área da informática é muito importante. No entanto, quando mencionas que “ [...] muitas crianças (...) hoje em dia, têm acesso e estão familiarizadas com os computadores em casa, tornando-se crucial a sua integração em contexto de sala de aula e, de uma forma geral, em todas as atividades desenvolvidas.”, consideramos que não é só pelo facto de as crianças estarem familiarizadas com as Tecnologias de Informação e Comunicação que estas tenham de ser implementadas na sala. Estas também devem ser implementadas, porque abrem às crianças outros espaços, ou seja, “As crianças podem e visitar bibliotecas, museus, jardins, cidades, aldeias, em Portugal, na Europa, no Mundo, o que lhes permite ir bem mais longe no seu desenvolvimento.”. Assim, podemos afirmar que “Os computadores vieram, com efeito, alargar a das crianças.” (Tavares & Barbeiro, 2011, p. 8).
Deste modo, e de acordo com os autores supracitados, será importante que o contexto educativo medie o processo de transformação da informação em conhecimento, com o intuito de atenuar os efeitos das diferenças de meios de acesso derivadas de fatores socais, culturais e geográficos (Tavares & Barbeiro, 2011).


Continuação de bom trabalho.

Beijinho :)

Márcia Oliveira e Sandra Baptista.

Referência Bibliográfica:
Tavares, C., Barbeiro, L. (2011). As Implicações das TIC no Ensino da Língua. Ministério da Educação. Direcção-Geral de Inovação e de Desenvolvimento Curricular.


De vaniacastro a 18 de Novembro de 2013 às 19:02
Esqueci-me de colocar a referência :)

Ministério da Educação (1997). Orientações curriculares para a Educação Pré-Escolar. Lisboa: Ministério da Educação.


De ana-vivas a 30 de Novembro de 2013 às 18:36
Olá Márcia e Sandra.

Com esta pequena descrição do vosso grupo consigo perceber que as crianças estão habituadas a ser muito autónomas no jardim de infância.

A minha prática pedagógica no semestre passado foi realizada no pré escolar, e assim como vocês tinha algumas crianças que era o primeiro ano que frequentavam o pré-escolar. A prática começou em fevereiro e ainda nessa altura e até mesmo quando terminou o estágio, foi bastante notório que as crianças mais novas não conseguiam falar muito em grupo. todas as segundas feiras faziamos a hora das novidades e essas crianças nunca queriam contar nada dizendo que não tinham novidades.
Uma das estratégias que começamos a usar foi fazer-lhes questões para conseguirmos obter um pequeno discurso delas. O que acham disto?
Vocês não sentem isso nas vossas crianças mais novas?

Beijinhos
Ana Vivas


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