Segunda-feira, 11 de Novembro de 2013
Olá meninas!
Queremos dar-vos a conhecer um pouco do contexto no qual estamos inseridas. Estamos no CIAQ (Centro de Infância Arte e Qualidade), que como devem saber, encontra-se situado no campus universitário de Santiago e é frequentado, maioritariamente, por crianças filhas de funcionários da Universidade de Aveiro.
A sala onde nos encontramos a intervir, é uma sala heterogénea com crianças dos 3 aos 5 anos, sendo uma sala com 21 crianças. Por um lado, o facto desta sala ser heterogéna é desafiante no que respeita à planificação das sessões, mas por outro lado torna-se mais difícil planificar atividades que permitam que todas as crianças se desenvolvam de igual forma aos vários níveis. Achamos que acaba por ser vantajoso, na medida em que, as crianças mais velhas ou as que tenham mais facilidades auxiliam as restantes crianças.
De forma, a minimizar esta situação nós, em parceria, com a educadora da sala tentamos planificar atividades que cheguem a todas as crianças e que sejam desafiantes para todas as faixas etárias presentes na sala. No caso de haver alguma atividade que seja mais complexa, opta-se por realizá-la, no início da tarde, com as crianças mais velhas, enquanto as mais novas dormem a sesta.
Acham que é uma das soluções adequadas?Vocês adotariam-na?
Gostariamos ainda de saber se alguma das colegas encontra-se em situação semelhante e o que faz para tentar colmatar estas dificuldades por nós encontradas.
Beijinhos a todas.
Votos de continuação de bom trabalho.
Ivete Teixeira e Vânia Castro
Olá Vânia e Ivete :)
Gosto do post que partilharam, porque para além de terem apresentado o contexto no qual estão a realizar a vossa prática pedagógica, mencionam uma dificuldade por vós sentida.
Efetivamente, também me encontro a estagiar num jardim-de-infância, junto de um grupo de crianças heterogéneo, cujos níveis de desenvolvimento, interesses e necessidades são diferentes.
Face à estratégia por vós usada, eu julgo que seja uma solução que dá resposta à dificuldade que mencionam e, no momento de planificar as minhas intervenções também tenho em conta as várias crianças que integram o grupo. Uma vez que durante esse momento vocês têm a oportunidade de realizar atividades mais complexas, tendo em consideração que se destina a crianças mais velhas estas, certamente, sentir-se-ão mais motivadas e implicadas com atividades que exijam mais delas. Deste modo, considero que seja uma estratégia adequada, que vai ao encontro da faixa etária das crianças.
Contudo, acho pertinente referir que no meu contexto as crianças não dormem a sesta. Relativamente a esta questão, no vosso contexto todas as crianças mais pequenas dormem a sesta? Caso haja uma criança que não queira e vocês tenham a intenção de realizar atividades específicas com as crianças mais velhas, como gerem a situação?
Continuação de bom trabalho.
Beijinho :)
Sandra Baptista.
Olá Sandra :)
No nosso contexto, todas as crianças de três anos dormem a sesta, já as de quatro anos a escolha fica ao critério dos pais.
Sendo assim elas não têm opção de escolha.
Beijinho
Ivete Teixeira e Vânia Castro
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