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Segunda-feira, 4 de Novembro de 2013
Caracterização do contexto de estágio

             No presente semestre encontrámo-nos a estagiar no Colégio D. José I com uma turma do primeiro anos de escolaridade constituída por 24 alunos dos quais, 14 são do sexo feminino e 10 são sexo masculino, com idades compreendidas entre os 5 e 6 anos.

           O Colégio D. José I é uma instituição de ensino particular e público localizado na Rua Luís de Camões, na freguesia de Santa Joana, no concelho de Aveiro. Este estabelecimento de ensino abrange desde o ensino pré-escolar até ao 3.º Ciclo Básico, administrando ainda Cursos de Educação e Formação de Jovens (equivalência ao 9.º ano de escolaridade), Cursos Profissionais (equivalência ao 12.º ano de escolaridade) e Cursos de Educação e Formação de Adultos (equivalência ao 12.º ano de escolaridade). O colégio tem à disposição dos alunos 1 autocarro e 2 carrinhas de 9 lugares, que servem de transporte a alguns alunos, bem como de transporte para visitas de estudo.

Centralizando-nos um pouco na caraterização da turma podemos dizer que os alunos, na sua maioria, têm grandes capacidades na aquisição de conteúdos e denota-se um trabalho bastante cuidado na educação pré-escolar. Estes alunos precisam que, constantemente lhes sejam dados desafios estimulantes que ponham à prova as suas capacidades.  É uma turma bastante participativa e com uma enorme sede de conhecimento. Existe um aluno com necessidades educativas especiais que em nada é colocado de parte pelos colegas pois estes sempre que esta criança necessita de ajuda (numa tarefa ou resposta), cooperam com ele e incentivam-no na resposta.

A primeira semana de intervenção decorreu com algum nervosismo e algumas dúvidas mas com o apoio de todos os envolventes, conseguimos levar a cabo tudo o que tínhamos planeado. Nas intervenções futuras continuaremos a procurar novos recursos e formas mais dinâmicas de expor os conteúdos tal como temos vindo a fazer através de alguns jogos. Sempre que expomos determinado conteúdo, temos uma contextualização para que esta parta do vivido da criança e, consequentemente, a sua aquisição seja facilitada. 

 

Beijinhos e continuação de bom trabalho! :)

Marisa e Joana


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publicado por marisaasilva às 21:10

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De mrmo a 5 de Novembro de 2013 às 23:55
Olá meninas :)

Ao ler a vossa caracterização do contexto de estágio houve algo que me chamou a atenção " ... podemos dizer que os alunos, na sua maioria, têm grandes capacidades na aquisição de conteúdos e denota-se um trabalho bastante cuidado na educação pré-escolar". Todas as crianças que estão na sala onde vocês estão a desenvolver a prática pedagógica frequentou a educação pré-escolar?

Relativamente ao aluno com necessidades educativas especiais realizarão algum trabalho especifico com a criança em questão? Que tipo de necessidade educativa especial a criança tem?

Quando referem que "Sempre que expomos determinado conteúdo, temos uma contextualização para que esta parta do vivido da criança e, consequentemente, a sua aquisição seja facilitada", querem mencionar que partem de situações do quotidiano da criança, é isso? Poderiam especificar uma atividade que tenham desenvolvido e o que contextualizaram para a mesma?

Peço-vos um exemplo, pois considero mesmo importante partir de algo que seja significativo para a criança, que lhe diga algo, para podermos captar a sua atenção e envolvê-la mais facilmente na atividade que pretendemos desenvolver. Desta forma, acho que um exemplo de algo que tenham desenvolvido será significativo para todas!

Beijinho.

Continuação de um ótimo trabalho :)

Márcia Oliveira.


De angelasofia a 8 de Novembro de 2013 às 10:36
Bom dia :) ao ler a vossa caracterização do contexto, mais específicamente da turma, percebi que referiram algumas vezes "expor conteúdos". Não quereriam dizer explorar conteúdos? Desta forma, transmite-nos um pouco a sensação de um tipo de ensino transmissivo que não parece existir, pelo menos falaram em jogos que pretendem implementar, e normalmente os jogos são interativos e permitem as crianças explorarem e descobrirem por si mesmas muitas aprendizagens.
Gostaria de relembrar, para não se esquecerem que os conteúdos são muito importantes, mas o desenvolvimento de capacidades, atitudes e valores também, não sei se normalmente contemplam estes nas vossas planificações :)
Boa sorte meninas e continuação de um bom trabalho! :)


De danielafferreira a 9 de Novembro de 2013 às 00:07
Olá meninas,

Gostei do vosso post :) Dão a conhecer o vosso contexto e sobretudo a turma na qual estão a desenvolver o vosso projeto.
Vocês referem que “Estes alunos precisam que, constantemente lhes sejam dados desafios estimulantes que ponham à prova as suas capacidades”, que tipos de desafios? Podem dar um exemplo?
Já que estão com uma turma de 1. º ano de escolaridade, gostava de saber quais as dificuldades que estão a sentir?

Continuação de bom trabalho.
Beijinhos,
Daniela Ferreira


De baptista a 10 de Novembro de 2013 às 10:25
Olá Joana e Marisa :)

Gostei muito de ler o vosso post.

Porém, assim que o comecei a ler suscitou-me alguma curiosidade em saber como é que se estão a sentir perante uma turma do 1.º ano de escolaridade, em início de ano letivo.

Para além disso, notaram dificuldades em relação à integração dessas crianças no Primeiro Ciclo do Ensino Básico, uma vez que vinham da Educação Pré-Escolar? Todas frequentaram a Educação Pré-Escolar? Caso não tenham frequentado todas, notam diferenças entre as crianças que frequentaram e as que não frequentaram ao nível da aquisição de conteúdos?

Em relação ao aluno que tem necessidades educativas especiais, que tipo de necessidade educativa especial ele tem? Ele necessita de algum trabalho diferenciado ou acompanha os conteúdos por vós lecionados facilmente?

Os primeiros dias de intervenção são sempre difíceis, também falo por mim, que fico sempre nervosa e com receio de não conseguir corresponder às expetativas das crianças. No entanto, há medida que o tempo vai fluindo este nervosismo acaba por atenuar e o desenrolar da intervenção ocorre mais espontaneamente. Não sei se acham o mesmo :)

Continuação de bom trabalho.

Beijinho para as duas :)

Sandra Baptista.


De joanafpereira a 11 de Novembro de 2013 às 21:27
Olá Sandra Baptista :)

Respondemos anteriormente a Daniela acerca dos nossos receios e também partilhamos da mesma opinião, especialmente por estarmos num ano como este. :)
Quanto à transição para o 1º CEB, achamos que foi um processo facilmente ultrapassado por todas as crianças. Todos os alunos frequentaram o pré-escolar, metade frequentou na mesma instituição e os restantes, estão pela 1ª vez no Colégio. Na 1ª semana apenas vimos um menino (NEE) a chorar e angustiado com o medo de a mãe voltar. Contudo, facilmente percebeu o que a mão voltaria sempre para o ir buscar e, no dia seguinte, ficou completamente bem-disposto. Apesar de todos terem frequentado a Educação Pré-escolar, notamos diferenças entre eles. Temos um pequeno grupo que já consegue ler pois já conheciam todas as letras e, percebendo o mecanismo de leitura, eles próprios lêem sozinhos, o que não é espectável para esta fase.
Em relação ao nosso aluno com NEE, nós não conhecemos qual a necessidade que ele tem, visto que nem a professora cooperante tinha este conhecimento. Ele acompanha normalmente as aulas, precisando apenas de mais atenção e acompanhamento nas diversas tarefas.

Bom trabalho!
Beijinhos
Joana e Marisa


De carolina-dias a 10 de Novembro de 2013 às 14:55
Olá olá Marisa e Joana :)

Sem dúvida que me revejo neste post e em algumas palavras que vocês dizem. Como sabem também estagiei neste contexto didático, mas numa turma do 3.º ano. É um contexto exigente, onde é exigido a todos os docentes e alunos resultados de topo. Contudo, não sentem que mais do que apresentar resultados, de ensinar os alunos, de ter professores bem formados, etc., a instituição dá muita importância à opinião pública pelo que gosta de aparecer no jornal, estar sempre a participar em projetos exteriores? Digo isto, pois quando estive a estagiar nesse contexto senti muito isso, até que existiu uma situação em que os professores gostavam de ir a uma formação e foi-lhes pedido que não fossem, pois tinham que participar em mais um projeto da Câmara, entre outras situações.
Algumas questões já foram colocadas pelas minhas colegas, tal como a integração das crianças no 1.º CEB, pelo que vou tentar não repetir.
Gostava de saber o que vos levou a dizer que o grupo tem "grandes capacidades na aquisição de conteúdos"? Por esta afirmação depreendo que não é tão difícil passar para as crianças os conteúdos que querem ensinar nesse dia, pelo que não têm que repetir muitas vezes pois facilmente os adquirem. Se estiver errada por favor corrijam-se :)
Sentem que têm espaço para lhes darem "desafios estimulantes que ponham à prova as suas capacidades"? Eu não senti, pois muitas atividades não podiam ser realizadas porque, por exemplo, os meninos podiam sujar-se. Achei que é um contexto que prende muito as várias alternativas que temos em ensinar. Porém dou-vos outras alternativas de trabalho que as crianças gostam, como a dramatização, a música, filmes, entre outros. Por exemplo, a dramatização como refere Juan Cervera (1992) “constituye una de las actividades más brillantes entre las encuadradas en la concepción globalizadora de la literatura infantil”. (referido por Souza & Freitas, p.7, n.d). A criança, ao dramatizar um texto, está a jogar, cultivando, desse modo, as suas competências imaginativas, corporais e de cooperação. Desse modo, a utilização do jogo dramático na prática quotidiana torna-se uma outra atividade e estratégia de motivação, compreensão, interpretação e valorização do discurso literário, tornando-se com um caráter primordial no contexto escolar (idem). Dou-vos o exemplo deste autor como existem muitos outros que confirmam que através da musica, dramatização, jogo, filmes, as crianças aprendem, pois vai de encontro aos gostos das mesmas e é outra maneira de as crianças aprenderem sem ser com fichas ou o manual. Fica a sugestão de leitura bem como a sugestão de outras atividades que podem realizar sem ser o jogo.
Por fim, acredito que se tenham sentido assim, nervosas e com dúvidas, muitas vezes deitei as mãos à cabeça. Mas não desistam e façam frente a todas as dificuldades que apareçam ;) qualquer ajuda que precisem digam e continuação de bom trabalho ;)

Carolina.

Referências bibliográficas:
- Souza, R. & Freitas E. (n.d). O jogo dramático na construção da criança leitora.


De carolina-dias a 10 de Novembro de 2013 às 14:59
Onde está corrijam-se, queria dizer corrijam-me :)


**


De joanafpereira a 11 de Novembro de 2013 às 21:28
Olá Carolina :)

Talvez vocês sejam as que mais nos conseguirão perceber, por terem estado no mesmo contexto e conhecendo o nível de exigência. Realmente também sentimos que existe essa necessidade por parte do colégio, para além dos tantos diplomas afixados nos corredores, também já vimos a nossa cooperante a ter que participar num concurso do mesmo género, o que nem sempre vai ao encontro das necessidades da turma.
As regras são muitas e por vezes é necessário pensar bem os prós e contras na execução de alguma tarefa porque os pais são muitos presentes na vida escolar dos filhos e as restrições são várias. Torna-se ainda mais complicado quando temos pais que são docentes no colégio e estão atentos a todos os passos dados. Contudo temos um ótima relação com a nossa cooperante e acreditamos que com a sua ajuda iremos conseguir fazer com que os pais tenham uma visão mais alargada para outro tipo de tarefas que não estejam apenas confinadas à sala de aula.

Bom trabalho!
Beijinhos
Joana e Marisa


De joanafpereira a 11 de Novembro de 2013 às 21:25
Olá Márcia :)

Quando dizemos que as crianças têm grandes capacidades na aquisição de conteúdos queremos dizer que estas trazem uma enorme bagagem da educação pré-escolar e que nos leva a concluir que foi bastante escolarizado. Conhecem quase todas as letras, logo na segunda semana de aulas conseguiam compor e decompor números pelo menos até ao 30 e, algumas crianças já conseguem ler. Respondendo um pouco à pergunta da Ângela, tens toda a razão, o termo utilizado deveria ser mesmo “explorar conteúdos” porque se o método utilizado são os jogos, estes nunca devem ser somente expositivos, mas leva-los à descoberta através de algo que gostem.
Quanto ao aluno com NEE, este normalmente executa as mesmas tarefas que os restantes colegas. Tem sim algumas limitações ao nível motor e da linguagem mas possui grandes capacidades e com um pouco mais de ajuda e um trabalho mais individualizado, alcança os seus objetivos. Quando é explicado alguma tarefa ao grande grupo, uma de nós dirige-se a este aluno e novamente lhe explica o que é pedido e ajudámo-lo. Nas atividades mais lúdicas, nos jogos, por exemplo, tentamos sempre que o aluno participe e, como a ajuda de todos, dê a sua opinião ou contributo para aquilo que no momento está a ser feito.
As atividades que vão ao encontro do vivido da criança devem ser, sempre que possível, implementadas. A título de exemplo deixamos aqui uma sugestão. Numa das aulas teríamos de abordar as figuras geométricas. Primeiramente foram utilizados os blocos lógicos com manipulação livre para que se apropriassem do material. Depois de um diálogo organizámos a turma em 3 grupos e foi pedido que se deslocassem para o exterior da escola e lá encontrassem objetos que continham as figuras geométricas anteriormente faladas na sala de aula. O espaço exterior foi escolhido porque os alunos adoram brincar lá fora, principalmente no parque (repleto de figuras geométricas) e numa das aulas também foi referenciado a gaiola dos pássaros onde também poderiam observar algumas figuras.

Olá Daniela :)

Como respondemos à Márcia, notamos que estas crianças têm uma grande preparação do pré-escolar, que talvez tenha sido um pouco escolarizado. E, como tal, temos que ter em conta esses aspetos e fazer com que todas as crianças se sintam desafiadas e motivadas para as atividades que propomos. Tentamos que estas atividades vão ao encontro dos interesses das crianças, por exemplo, realizámos uma caça ao tesouro das sílabas mas, para que haja motivação e interesse nesta atividade, criámos uma carta do seu amigo “Mocho” (pois são a sala dos mochos). Esta atividade foi desafiante pois tinham a “caixa do tesouro” com as diferentes sílabas e, com estas, teriam que conseguir formar novas palavras. Podemos dizer que eles conseguiram mesmo nos surpreender! :)
Como estamos no 1.º ano do 1.º CEB sentimos imediatamente que teríamos uma grande responsabilidade para com estes alunos. Confessámos que nos sentimos assustadas com esta realidade e com algumas dificuldades em perceber as estratégias adequadas para este público. No entanto, com a ajuda da professora cooperante, achamos que conseguimos “dar a volta por cima”. E, apesar de ser um grande desafio, está a dar-nos um grande gozo! :)



De joanafpereira a 11 de Novembro de 2013 às 21:30
Meninas pedimos desculpa por o vosso estar junto ;)

Cotinuação de um bom trabalho!
Beijinhos
Joana e Marisa


De mrmo a 21 de Novembro de 2013 às 20:18
Olá meninas :)

Fiquei bastante esclarecida com a vossa resposta"

Quero realçar algo que disseram: "Quando é explicado alguma tarefa ao grande grupo, uma de nós dirige-se a este aluno e novamente lhe explica o que é pedido e ajudámo-lo. Nas atividades mais lúdicas, nos jogos, por exemplo, tentamos sempre que o aluno participe e, como a ajuda de todos, dê a sua opinião ou contributo para aquilo que no momento está a ser feito". Considero que estão a fazer um bom trabalho. Estão a incluí-lo no grupo e a tentar que este participe nas atividades como as outras crianças. Muito bem!

Continuação de um bom trabalho!
Beijinho
Márcia Oliveira.


De vaniacastro a 13 de Novembro de 2013 às 11:46
Olá Joana e Marisa :)
Vocês mencionaram que a primeira semana de intervenção decorreu com algum nervosismo e algumas dúvidas. Em relação ao nervosismo é evidente que foi pelo facto de estarem num contexto novo com crianças diferentes, o que é normal. Mas quais foram as dúvidas em concreto que vocês tiveram?
Vocês falaram que têm na sala uma criança com NEE, quando vocês planificam para a turma, na planificação especificam algum tipo de estratégia para usar com a criança com NEE, ou não? Esta criança tem sempre algum profissional de educação especial a acompanha-lo?
Continuação de um ótimo trabalho.
Beijinho,
Vânia Castro


De imgt a 13 de Novembro de 2013 às 12:29
Olá meninas :)
Antes de mais quero vos dizer que gostei muito do vosso post, além de nos darem a conhecer a turma também nos dão a conhecer a instituição.
No semestre passado vocês tiveram a estagiar no contexto pré-escolar, gostaria de saber se sentem ou sentiram alguma dificuldade na realização das planificações que têm de realizar agora para um contexto diferente, em que as crianças são diferentes assim como o grau de exigência? Eu pessoalmente senti-me um bocado perdida ao início, ultrapassando esta dificuldade com a ajuda da educadora cooperante.
Gostava de saber também, quais as dificuldades que sentiram e/ou sentem a dar aulas a alunos do 1º ano no início de semestre.
Continuação de bom trabalho :)
Ivete Teixeira


De fabianamabrantes a 14 de Novembro de 2013 às 17:39
Ao ler a vossa caracterização chamou-me a atenção o aspeto de colaboração que o grupo tem para com o menino de necessidades educativas especiais.Considero que seja uma ajuda para esse menino. :)


De ssd a 14 de Novembro de 2013 às 22:29
Boa noite Marisa e Joana...

o facto de indicarem que têm na turma uma aluno com Necessidades Educativas Especiais (NEE), despertou a minha atenção, uma vez que na turma onde me encontro a realizar prática pedagógica também se incluí uma criança com NEE. Este aluno possuí uma perturbação do desenvolvimento psicomotor, mais acentuada na linguagem, mas com compromisso em todas as áreas. Por este motivo, esta criança tem um Projeto Educativo Individual (PEI) e é acompanhado por uma professora de ensino especial.
No vosso caso qual é exatamente o problema que o aluno apresenta? Ele realiza as mesmas atividades que colegas? Tem algum tipo de acompanhamento especial? São responsáveis por planificarem tarefas para este aluno?
Deixo aqui algumas questões, para pudermos trocar algumas ideias.

Continuação de um bom trabalho.

Sabrina Duarte


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