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Terça-feira, 29 de Outubro de 2013
Caracterização do contexto de estágio
Este semestre encontramo-nos a estagiar numa escola EB1 do Agrupamento de Escolas de Aveiro. Neste momento, nesta escola funciona apenas o 2.º, 3.º e 4.º anos de escolaridade.
Estamos a estagiar numa turma de 3.º ano de escolaridade, constituída por 26 alunos, dos quais 9 meninos e 17 meninas.
Durante o período de observação foi-nos possível observar os gostos e interesses dos alunos, as estratégias utilizadas pela professora e também as possíveis dificuldades que poderíamos vir a enfrentar.
A sala é um espaço agradável e apresenta uma boa luminosidade natural. Além disso, a sala possui quadro interativo, computador e datashow, o que permite tornar as nossas intervenções mais dinâmicas. Por exemplo, podemos usar o computador e o datashow para projetar um vídeo.
Os alunos são curiosos, interativos e bastantes participativos, querendo saber sempre mais. Além disso, são muito criativos e imaginativos nas atividades que realizam, por exemplo, na elaboração de poemas. Neste tipo de atividades, os alunos tentam dar formas diferentes aos poemas e ilustrá-los de forma original.
No entanto, há crianças que distraem-se com mais facilidade, necessitando de mais acompanhamento durante as atividades.
Durante esta segunda fase, as intervenções têm corrido bem. No entanto, sentimos alguma dificuldade na gestão do tempo. Uma outra dificuldade foi em conseguir que os alunos que se distraem mais facilmente permanecessem atentos à atividade. Para resolver esta dificuldade tentámos manter um maior contacto com esses alunos, nunca descuidando a turma.
Estamos a gostar bastante de estagiar nesta escola de 1.º ciclo do Ensino Básico. Fomos bem recebidas por todos (docentes, não docentes e alunos), tendo uma boa relação com todos. Ao sentirmo-nos bem na escola, faz com que haja um bom ambiente e, por conseguinte, ajuda-nos a ter uma melhor intervenção.


Daniela Ferreira e Joana Ferreira
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publicado por danielafferreira às 00:20

16

De ana-resende a 3 de Novembro de 2013 às 12:59
Olá Daniela e Joana :)
Gostei do vosso post, pois apresentam-nos o vosso contexto de estágio, mas sobretudo partilham algumas das dificuldades que estão a sentir. Eu e a minha colega de estágio o semestre passado também estivemos a estagiar numa turma de 3.º ano e, no início, também sentimos algumas dificuldades com a gestão do tempo, mas com o passar deste fomos conhecendo a turma, o seu ritmo de trabalho, bem como os seus interesses, fazendo com que a gestão de tempo já não se traduzisse numa dificuldade.
Por fim, aproveito para vos colocar uma questão. Porque é que acham que há algumas crianças que se distraem facilmente? Será por não estarem implicados na atividade?

Obrigada e Bom trabalho :)


De danielafferreira a 12 de Novembro de 2013 às 17:54
Olá Ana :)

Na turma em que estamos a estagiar a maioria das crianças são bastante atentas. No entanto, existem exceções. Todas as crianças normalmente encontram-se implicadas nas atividades, mas basta alguns estímulos externos para que se distraiam. Basta um colega ter acabado a atividade primeiro para que comecem a conversar ou então nesse dia podem vir mais agitados e é suficiente para destabilizar o ritmo de trabalho.

Obrigada pelo comentário.
Bom trabalho :)

Beijinhos,
Daniela Ferreira e Joana Ferreira


De ana-resende a 15 de Novembro de 2013 às 18:09
Percebo perfeitamente aquilo que vocês dizem, pois eu também já o vivenciei. Contudo, gostava de saber se vocês programam alguma atividade suplente caso os alunos terminem as atividades antes do tempo? Quando estive a estagiar no 1.ºCEB, nós tínhamos sempre uma atividade suplente para ficármos sempre seguras, pois o ritmo de trabalho das crianças nem sempre era o mesmo.
Caso não planeiem uma atividade suplente, o que é que os alunos costumam fazer quando terminam antes do tempo previsto? Existe algum espaço na sala que as crianças podem usufruir livremente quando terminam a atividade?

Bom trabalho :)

Beijinhos,
Ana Resende


De danielafferreira a 15 de Novembro de 2013 às 23:05
Olá Ana :)

Tal como respondemos à Márcia, nós levamos alguns exercícios para os alunos que acabam primeiro. Por exemplo, quando estamos a trabalhar matemática passamos algumas operações para os alunos resolverem.
O que acontece também é que, por vezes, os alunos que acabam primeiro inventam os seus problemas e resolvem-nos. Além disso, os alunos podem também fazer um desenho.
Na sala existe um espaço de leitura com diversos livros a que as crianças têm acesso e podem usufruir livremente.

Beijinhos,
Daniela Ferreira e Joana Ferreira


De mrmo a 5 de Novembro de 2013 às 22:28
Olá meninas :)

No semestre anterior, eu e a Sandra também estivemos a desenvolver a nossa prática pedagógica em contexto de 1.º Ciclo do Ensino Básico, nomeadamente no 4.º no de escolaridade. Apesar de ser um ano diferente do vosso há aspetos que são transversais, e por isso, espero poder contribuir para o vosso desenvolvimento profissional através de sugestões ou recomendações fundamentais para esse desenvolvimento.

Considero que durante o período de observação, observaram aspetos fundamentais para a vossa prática, tal como:os gostos e interesses dos alunos, as estratégias utilizadas pela professora e também as possíveis dificuldades que poderíamos vir a enfrentar. No entanto, gostaria de saber quais são as dificuldades que sentem que poderão vir a enfrentar e que estratégias estão a pensar utilizar para ultrapassar essas dificuldades. Para além disto, gostaria de saber de que modo o conhecimento que obtiveram acerca do gosto e interesses dos alunos e das estratégias utilizadas pela professora poderá ser uma mais-valia para as vossas intervenções.

No meu período de observação, nomeadamente na reflexão que realizei sobre essa fase, também referi o mesmo que voçês, mas numa fase posterior e com um maior distanciamento voltei a questionar-me sobre o que tinha escrito e foi então que percebi que não bastava só referir o que aprendi mas sobretudo explicar de que modo o que aprendi poderá influenciar a minha prática, sendo que depois voltei a comentar a minha própria reflexão, referindo que este conhecimento permite-nos adotar estratégias ou atividades que promovam a aprendizagem das crianças mas que ao mesmo tempo possam ir ao encontro dos interesses dos alunos, mencionando que sabia que nem sempre podemos agradar nas atividades que desenvolvemos mas ao conhecer as dificuldades e necessidades de cada criança poderemos mobilizar estratégias que nos ajudarão a cativar a sua atenção e deste modo promover a sua aprendizagem.

Apesar da fase de observação já ter terminado não se esqueçam que é importante que o professor mantenha um espírito observador, pois isso possibilita reflexões, questionamentos e mudanças de atitudes que melhoram e aperfeiçoam a prática docente e o processo de ensino-aprendizagem que deve existir numa sala de aula.

Para além das questões que referi anteriormente, gostaria de saber como têm gerido a questão dos tempos mortos? Se é que vos acontece. Eu refiro a questão dos tempos mortos porque há sempre crianças que terminam primeiro do que outras e é importante mantê-las envolvidas no tema que estão a abordar ou na atividade que estão a realizar, sendo que inicialmente foi uma das minhas dificuldades que após reflexões da minha prática fui ultrapassando. Comecei por levar um desenho no fim da folha e, posteriormente comecei a levar atividades complementares para as crianças que terminam mais cedo e, sinceramente, considero que é mais importante levar atividades que estejam integradas com o tema do que uma imagem para pintar embora relacionada com o tema, pois promove um maior desenvolvimento da criança porque como é uma atividade complementar permite que a criança desenvolva outras capacidades e competências. No entanto, considero que tudo depende da atividade que estamos a realizar com as crianças.

Espero por uma resposta vossa em breve :)

Desejo-vos muita sorte para a implementação do vosso projeto :)

Beijinho.
Márcia Oliveira.




De joanaazevedo a 12 de Novembro de 2013 às 18:00
Olá Márcia :)

As dificuldades têm a ver sobretudo com a gestão do tempo, pois os alunos têm ritmos diferentes. Inicialmente o tempo planificado para cada atividade não chegava para concluir a atividade planeada, por isso, uma das estratégias foi aumentar o tempo para a realização de determinada atividade. Além disso, durante a realização da atividade tentámos definir os tempos para os alunos concluírem a atividade.
O período de observação foi essencial para perceber como intervir. Ao conhecer os interesses e os gostos dos alunos conseguimos motivar e fazer com que os mesmos estejam mais empenhados nas atividades. Além disso, a observação de estratégias utilizadas pela professora em certas situações é importante para que consigamos gerir certos conflitos/ situações que possam ocorrer na turma. Também permite que nos integremos na rotina dos alunos.
Concordamos contigo, o professor deve manter ao longo do seu percurso profissional sempre um espírito observador, pois assim consegue ser crítico relativamente às suas aulas (se correu bem ou mal, questionar-se o porquê de não ter corrido bem e o que pode fazer para melhorar). Ao longo dos anos, o professor vai conseguindo através das expressões dos alunos, entender se eles perceberam ou não a matéria abordada.
Inicialmente foi-nos difícil gerir esses momentos mortos. Para resolver esta situação levamos alguns exercícios/ atividades suplentes relacionadas com o tema que se está a abordar para os alunos que acabam mais rápido. Assim, os alunos que acabam mais rápido a atividade proposta já têm novo desafio para resolver.

Obrigada :) Boa sorte para as restantes intervenções!

Beijinhos,
Joana Ferreira e Daniela Ferreïra


De angelasofia a 8 de Novembro de 2013 às 10:48
Bom dia meninas :)
Quando referem: "Durante o período de observação foi-nos possível observar os gostos e interesses dos alunos...." gostaria de saber ao certo que tipo de técnica de recolha de dados usaram? ao ler esta frase, deduzo que realizarem uma observação naturalista. Construiram algum intrumento de reoclha de dados? Fizeram alguma compilação documental? Recorreram-se de algum tipo de entrevista ou inquério? :)

Relativamente à dificuldade em gerir o tempo, é algo super natural, e nós também o sentimos. Acho que na 1º semana planificámos praticamente o dobro das atividades necessárias. Mas isso é algo que só a experiencia e o tempo vai trazendo. :) alias, ao longo destas semanas, temos vindo a melhorar imenso nesse aspeto e acredito que o mesmo se passe com vocês :)
Angela Soares
Bom trabalho meninas !


De danielafferreira a 12 de Novembro de 2013 às 23:01
Olá Ângela 

Conseguimos observar os gostos e os interesses dos alunos através de uma observação naturalista. Fizemos registos dos aspetos mais relevantes, nomeadamente: os interesses, os gostos, as características dos alunos, a organização da sala e as estratégias utilizadas. Não fizemos entrevistas nem inquéritos.
Para a caracterização da turma (profissão e idade dos pais, local de habitação, atividades extracurriculares dos alunos) consultamos os documentos existentes na escola, incluindo as fichas individuais dos alunos.

Obrigada pelo teu comentário.
Bom trabalho.

Beijinhos,
Daniela Ferreira e Joana Ferreira



De baptista a 10 de Novembro de 2013 às 15:40
Olá Joana e Daniela :)

Considero importante terem partilhado connosco o contexto no qual estão a estagiar, mas mais importante que o contexto julgo que são os aspetos que referem em relação a algumas das dificuldades por vós sentidas.

Deste modo, ao ler o post achei interessante referirem que ao longo do processo de observação foi-vos possível observar os gostos e os interesses dos alunos, as estratégias utilizadas pela professora e também as possíveis dificuldades que poderiam vir a enfrentar no decorrer das vossas intervenções. No entanto, gostaria de saber:

- As dificuldades por vós observadas são as dificuldades que estão a sentir agora, durante as vossas práticas?

- As dificuldades que observaram não são agora por vós sentidas?

- Sentem agora outras dificuldades que no decorrer da observação não se aperceberam delas?

Relativamente à questão que a Márcia vos colocou sobre a gestão dos tempos mortos, esta foi uma questão fundamental e que devem ter em conta durante as vossas intervenções.

Tal como a Márcia referiu, a gestão dos tempos mortos foi também uma dificuldade por mim sentida nas primeiras intervenções, pois os alunos têm diferentes ritmos de trabalho e, portanto, é normal que não terminam todos a realização de uma tarefa ao mesmo tempo. Face a isto, saliento a importância de terem sempre algo pensado para estes casos, de modo a que os alunos não percam o interesse, pois se uns estão parados à espera que os outros terminem, acabam por se dispersar e depois será muito mais complicado fazer com que estes retomem ao desenrolar da aula. Além disso, o tempo útil de aprendizagem deve ser o mais elevado possível.

De forma a organizar e a gerir estas situações, julgo que a Márcia vos deu algumas ideias que poderão mobilizar para a vossa prática, caso considerem que fazem sentido. Ao pormos em prática algumas das estratégias, equacionadas pela Márcia, esta gestão torna-se mais fácil, uma vez que os tempos mortos de “mortos” não têm nada. Dir-vos-ia até que são dos ”tempos mais vivos”.

Em relação a este assunto, recomendo-vos que consultem a obra de Richard Arends, cujo nome é Aprender a Ensinar. Há também outro autor que poderá ajudar que se chama Douglas Lemov e, em todo o caso poderão também fazer uma pesquisa a partir do nome do autor.

Continuação de um bom trabalho :)

Beijinho.

Sandra Baptista.


De danielafferreira a 12 de Novembro de 2013 às 23:17
Olá Sandra :)

As dificuldades que observamos no período de observação de certo modo são as mesmas que temos vindo a sentir durante as atividades. As dificuldade são: gerir a turma e a gestão do tempo, como já tínhamos referido em outros comentários.
Uma outa dificuldade que temos vindo a sentir tem a ver com o gerir a turma em trabalhos de grupo.


Obrigada pela recomendação dos autores.

Continuação de bom trabalho.
Beijinhos,
Daniela Ferreira e Joana Ferreira


De baptista a 13 de Novembro de 2013 às 14:37
Olá meninas :)

Relativamente à gestão da turma em momentos de trabalho de grupo, sugiro que antes de iniciarem o trabalho em grupos, relembrem os alunos acerca das regras que devem ter presentes para a realização do trabalho em grupo.

Durante as minhas intervenções no 4.º ano de escolaridade, no início, uma das minhas dificuldades sentidas também se prendia com a formação de grupos. Com o passar do tempo aprendi que é importante rever com os alunos as regras que devem ter em atenção, como por exemplo relembrar que não devem falar muito alto, que devem dividir tarefas entre os vários elementos...

Ainda em relação ao trabalho de grupo, uma outra dificuldade por mim sentida foi ao nível da formação de grupos. Isto é, sempre que propunha aos alunos atividades em grupos, era sempre um problema, pois os alunos queriam escolher eles próprios os grupos. Grande parte das vezes não o permitia, pois os grupos por eles formados estavam muito relacionados com as suas amizades e, portanto, depois o trabalho a realizar ficava um pouco esquecido, prevalecendo a conversa. Enquanto se fosse eu a formar os grupos, consoante a atividade, formava grupos de trabalho que se entreajudassem, que colaborassem uns com os outros.

Como é convosco? Vocês sentem o mesmo? Que critérios usam para a formação de grupos? Como sabem, é importante termos critério para a formação de grupos e que poderá ser diferente de trabalho para trabalho, em função dos nossos objetivos.

Continuação de bom trabalho :)

Beijinho.

Sandra Baptista.


De joanaazevedo a 16 de Novembro de 2013 às 01:10
Olá Sandra :)

Nós sentimos dificuldades essencialmente em gerir os grupos, pois, por vezes, falam alto o que perturba os outros grupos. E, desse modo, gera a confusão.
Relativamente à formação de grupos não sentimos essa dificuldade, pois somos nós que formamos os grupos. Os grupos são formados de acordo com as características das crianças. Por exemplo, não colocamos os alunos que se distraem facilmente todos no mesmo grupo ou os que tem mais dificuldades . Tentamos fazer com que os grupos sejam equilibrados.
Por um lado, concordamos com o que disseste, se fossem eles a escolher os grupos optariam por escolher os seus amigos, podendo gerar distração. No entanto, isto depende dos alunos, uma vez que, por vezes, até pode resultar o facto de ser um grupo de amigos, pois assim conseguem entender-se melhor.

Obrigada pela dica :)

Continuação de bom trabalho.
Daniela Ferreira e Joana Ferreira


De imgt a 11 de Novembro de 2013 às 20:29
olá meninas :)
Como já sabem no semestre passado também estive a estagiar no contexto onde vocês se encontram agora, embora noutras instalações pois a escola encontrava-se em obras.
Não tínhamos as condições que vocês agora têm, o que segundo o vosso post é uma mais valia pois desta forma podem dinamizar muito mais as aulas.
Em relação à gestão do tempo, eu também sentia esta dificuldade. é uma questão que com o tempo vamos ganhando prática de forma a cumprirmos o tempo planeado.
Com os alunos que se distraem mais facilmente, penso que a solução passará mesmo por lhes dar mais atenção, deixar-lhes sugerir atividades ou temas paras as atividades que vocês pensem planear.
sem dúvida que a poesia é uma ferramenta importante para esta turma, podem adotar medidas que passem pela poesia para cativar esses alunos.
Não só colocá-los a realizar poesias mas também fazê-los ouvi-las. Por exemplo, se possível sentá-los no chão, num ambiente mais informal e reproduzir uma poesia ou uma música de forma a acalmá-los par prosseguirem com as restantes atividades.
Podem sempre experimentar, tentar não custa ;)


De joanaazevedo a 12 de Novembro de 2013 às 18:33
Olá Ivete :)

Já estamos a utilizar algumas estratégias para cativar os alunos, nomeadamente a audição de canções (por exemplo, sobre o outono, magusto); e também recorremos à poesia, onde os alunos analisam e constroem poemas. Recorremos à poesia, uma vez que os alunos adoram.
No entanto, não trabalhamos sempre o texto poético, uma vez que é importante trabalhar os outros tipos de textos.
Ao trabalhar os diferentes tipos de textos permite que os alunos aos poucos descubram as semelhanças e as diferenças dos diversos textos.
Relativamente ao exemplo que sugeriste, a parte de sentar os alunos no chão não é fácil de colocar em prática no nosso contexto. No entanto, a parte de ouvir poesia ou uma música já temos vindo a utilizar, tal como já referimos.

Obrigada pela tua sugestão :) Bom trabalho.
Beijinhos,
Daniela Ferreira e Joana Ferreira




De vaniacastro a 14 de Novembro de 2013 às 11:26
Olá Daniela e Joana :)
Como é do vosso conhecimento, eu e a Ivete tivemos a oportunidade de, no semestre passado, trabalhar com o grupo de crianças que vocês estão agora. No entanto, o espaço físico, era muito mais "pobre" de recursos do que onde vocês se encontram. Como sabem, estávamos em pequenos contentores. Este aspeto limitava, em parte, algumas das nossas intervenções, principalmente quando pretendíamos realizar trabalho em grupo, no entanto tivemos que dar a volta por cima a este aspeto menos favorável.
Uma vez, que vocês mencionam que o espaço onde se encontram possui quadro interativo, computador e datashow, é se dúvida um ponto a vosso favor no que diz respeito à dinamização das atividades. Acho que devem apostar nessa dinamização não só porque suscita mais interesse na turma em geral para também conseguem que as crianças que se desinteressam com mais facilidade consigam estar atentas e interessadas num maior período de tempo.
Sem dúvida, tal com a Ivete referiu, estes alunos estão muito sensibilizados para a poesia e adoram fazer tudo o que esteja relacionado com esta, daí ser uma boa aposta trabalhar com eles neste sentido.
No entanto, tenho a noção que embora adotem todas as estratégias possíveis e imaginárias vai ser difícil conseguir que, pelo menos, 1 ou 2 alunos dessa turma não se distraiam e se foquem e concentrem a 100% naquilo que estão a realizar. Para esses alunos, o mínimo estímulo exterior é o suficiente para perderem o interesse naquilo que estavam a fazer.
Neste caso resta-vos andar mais em cima destes alunos, tentando desviar a atenção deles para o que realmente é importante naquele momento.
No que diz respeito à gestão de tempo, posso dizer-vos que passei pelo mesmo. Lembro-me perfeitamente, que no meu primeiro dia de intervenção e não só, a gestão de tempo ficou muito aquém do que aquilo que era previsto. Fiquei um pouco desanimada, mas é perfeitamente normal, pois ainda estão a conhecer os alunos e a perceber os seus ritmos. Com o tempo, vai melhorando. E não se esqueçam, só fazemos PREVISÃO do tempo que poderá demorar cada atividade, nunca é certo pois estamos a lidar com alunos que nem sempre estão com a mesma disposição para realizar algumas atividades.
Continuação de um bom trabalho.
Beijinho,
Vânia Castro


De joanaazevedo a 16 de Novembro de 2013 às 01:38
Olá, Vânia!

Sim, o facto da sala ter quadro interativo, datashow e computador permite dinamizar as nossas atividades. Já estamos a utilizar estes recursos durante as nossas intervenções, exceto o quadro interativo, pois ainda não está a funcionar. Por exemplo, recorremos a estes recursos para trabalhar os sistemas do corpo humano através da visualização de vídeos. Nas visualizações de vídeos, os alunos estão atentos e demonstram interesse e curiosidade pelo que estão a ver.
Relativamente à poesia e tal como já referimos no comentário de resposta à Ivete, temos recorrido a esta, uma vez que os alunos adoram.
Sim, o tempo colocado para cada atividade é só uma previsão, pois tudo depende de como os alunos estão no momento da atividade. Isto é, podem estar mais agitados ou então terem dúvidas sobre o que está ser abordado. Quando surgem dúvidas, o essencial é esclarecê-las. Assim, pensamos que o mais importante não é cumprir o tempo, mas sim fazer com que todos os alunos percebam o que está a ser abordado.

Bom trabalho :)

Beijinhos,
Daniela Ferreira e Joana Ferreira


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