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Segunda-feira, 21 de Outubro de 2013
Chegámos e... mãos à obra!

O nosso contexto é o jardim-de-infância da Légua e o grupo é constituído por 25 crianças, 9 do género feminino e 16 do género masculino, sendo que do total de crianças, 13 delas já frequentam a sala desde o ano letivo anterior. As crianças têm idades compreendidas entre os 2 e os 5 anos de idade, manifestando interesses muito diversos.

Ao longo das semanas de observação tivemos oportunidade de verificar alguns destes interesses e o nosso objetivo é partir sempre deles para planificar e propor as atividades às crianças. Sem dúvida que esta é a melhor estratégia para cativar e estimular o grupo.

Neste sentido, no primeiro dia de intervenção, apresentámos ao grupo um novo amigo - uma tartaruga - para a sala com o intuito de serem eles próprios a cuidarem dele.

 

Assim, ao longo da primeira semana de intervenção pudemos:

 

Imaginem como não foi...

 

 

 

 

 

 

 

 

Joana e Susana

 

 


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publicado por joanarmartins às 16:49

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De carolina-dias a 24 de Outubro de 2013 às 17:39
Olá olá meninas! Gostei muito do vosso post, não esperava encontrar uma tartaruga por estes lados :p Também estou a estagiar em pré-escolar, pelo que encontro algumas semelhanças e diferenças com aquilo que vocês estão a viver.
Apesar de trabalharem com um grupo heterogéneo, têm crianças muito pequenas. Quantas têm 2 anos? O grupo com quem trabalho também é um grupo heterogéneo em que as idades variam dos 3 aos 5 anos, mas o trabalho que fazemos com elas, até agora, tem sido igual para todas. Percebo por este post que vocês também adotam este método de todas as crianças fazerem o mesmo. Contudo, sentem que as crianças mais velhas deveriam realizar um trabalho mais específico e com outro grau de dificuldade? Eu e a minha colega de estágio sentimos isso. As crianças que vão fazer 6 anos, este ano letivo, e vão para a escola no próximo ano deviam ter um trabalho mais estimulante, direcionado por nós mas claro sem descurar o lazer e as brincadeiras.
Relativamente à tartaruga Rusca, colocaram-na na sala por iniciativa própria ou foram as crianças que pediram ou deram a ideia de terem um animal assim? Por exemplo, na nossa sala temos uma caixa com caracóis, mas foram as crianças que, por iniciativa própria, quiseram apanhá-los e colocá-los na sala para serem eles a cuidar.
Como é que as vossas crianças se sentiram com um novo amigo na sala da qual têm que se responsabilizar a cuidar? Sim, porque esta atividade interessante que vocês fizeram com o vosso grupo de crianças também promove o sentido de responsabilidade e a noção do que é cuidar de um ser.

Bom trabalho! E vou estar atenta aos vossos posts pois podem-me ajudar a trabalhar melhor com o meu grupo de pequenos :)

Carolina.


De joanarmartins a 28 de Outubro de 2013 às 18:42
Olá Carolina,

O nosso grupo é realmente muito heterogéneo a vários níveis (interesses, idades…). Temos apenas uma criança com dois anos de idade, que completa os três anos em novembro.
As nossas crianças são ainda um pouco imaturas e devido à ausência de regras em casa, o que se repercute na sua ação no jardim-de-infância, torna-se difícil idealizar atividades mais complexas e que exigem concentração. Neste sentido, e tal como já referimos na resposta à Márcia, o nosso trabalho tem sido no sentido da aquisição de regras, sendo que durante o dia batalhamos muito para cumprimento das mesmas.
Relativamente ao facto de todas as crianças fazerem o mesmo, na nossa sala as crianças só fazem as atividades se estiverem interessadas, ou seja, nós propomos a atividade e as crianças se preferirem ir brincar vão. Uma estratégia que costumamos adotar é a formação de vários grupos, ou seja, se propusermos duas atividades, podemos fazer, por exemplos, três grupos. Um grupo faz uma atividade, outro a outra e o terceiro grupo brinca. No decorrer da tarde ou da manhã, as crianças vão trocando de grupo e assim têm oportunidade de participar em todas as atividades e de brincar livremente. Temos constatado que esta é uma boa estratégia e que com o nosso grupo funciona.
No que diz respeito à Rusca, a ideia surgiu porque desde o nosso primeiro dia no contexto, as crianças demonstraram muita vontade de ter um animal na sala. Têm-se demonstrado responsáveis no que diz respeito aos cuidados da tartaruga e todos gostaram imenso da ideia. Há apenas uma ou duas crianças que apresentam algum receio quando a tartaruga está no chão e se dirige a eles. No entanto, tentamos combater este receio ajudando-as a tocar na Rusca e a pegar-lhe.

Beijinhos,
Joana e Susana


De mrmo a 26 de Outubro de 2013 às 09:41
Olá meninas :) Mostraram-nos uma atividade muito interessante. Nós também estamos a estagiar em contexto de jardim-de-infância e é sempre bom trocarmos ideias! Realmente o vosso grupo é muito heterogéneo. O nosso aproxima-se mais do da Carolina Dias, pois as crianças têm idades compreendidas entre os 3 e os 6 anos de idade.
Não sei se sentem o mesmo que a Carolina Dias, de as crianças mais velhas terem oportunidade de realizar algumas atividades mais complexas, pois nós temos sentido isso. No entanto, devido ao nosso projeto de intervenção e de investigação a maior parte das atividades que desenvolveremos, a partir deste momento, centrar-se-ão nas crianças mas velhas, uma vez que a atividade que temos desenvolvido consiste num projeto que tem como objetivo a dramatização de uma história. Assim, como teremos de realizar cenários, realizar a confeção das roupas, entre outras atividades, decidimos trabalhar com as crianças mais velhas.
Agora gostava de vos colocar uma questão que se prende com a gestão dos comportamentos das crianças, ou seja, têm conseguido fazer uma boa gestão do comportamento das crianças? Sentem que são as crianças mais velhas ou mais novas que precisam de um acompanhamento frequente para melhorar os seus comportamentos? Onde sentem que existe mais dificuldades em gerir o comportamento? Alguma atividade específica?
No contexto onde estou tenho sentido alguma dificuldade na gestão do comportamento das crianças mais velhas, principalmente em atividades de grande grupo. Estas mostram alguma dificuldade em deixar que algumas crianças participem, nomeadamente as mais novas, pois como sabem querem estar sempre a responder. Visto que isto nos acontecia, optamos por pedir que quem quisesse falar teria de colocar o dedo no ar, para promover a participação de outras crianças. Considero que tem resultado mas não como gostava. Têm alguma ideia que me possa ajudar nesta gestão?

Beijinho :) e até ao próximo comentário pu post:)

Márcia Oliveira


De joanarmartins a 28 de Outubro de 2013 às 18:16
Olá Márcia,

Com o nosso grupo cada dia é um dia diferente. Não podemos dizer que temos tido mais dificuldade em gerir o comportamento das crianças mais velhas ou das crianças mais novas, a verdade é que a grande maioria das crianças apresenta um comportamento desajustado para o contexto e é muito necessário que adquiram regras. As vivências familiares de algumas crianças são complicadas e muitas delas em casa não tem qualquer tipo de regras, o que dificulta o nosso trabalho nesse aspeto e nos leva a estar quase constantemente a lembrá-las das regras. Neste sentido, a nossa ação tem-se desenvolvido para que as crianças aprendam a esperar pela sua vez para falar, aprendam que têm de ouvir os outros, aprendam a estar sentadas, aprendam que não podem bater uns nos outros nem chamar nomes, que devem pedir desculpa, por favor e dizer obrigada e aprendam a respeitar-nos. A nível de planificação, não podemos idealizar atividades que se prolonguem durante mais de 30 minutos nem que envolvam muita concentração. É difícil controlar o grupo principalmente à segunda-feira, o dia que para nós é mais desgastante. Pensamos que isto se deva ao fim-de-semana e, como já referimos, à ausência de regras de algumas crianças em casa. Depois temos outra questão, que é o facto de uma criança, quando apresenta um comportamento inadequado, existirem duas ou três crianças que a começam a imitar e para as conseguirmos sentar e acalmar acabamos por perder um pouco o resto do grupo. Isto acontece porque para acalmar as outras crianças temos de conversar com elas, deixando um pouco o resto do grupo, sendo que aproveitam logo para dispersar. Normalmente quando esta situação acontece, a que não está em dia de intervenção, intervém e tenta orientar o grupo enquanto a outra resolve o problema.
Não sabemos bem o que te aconselhar no que diz respeito à dificuldade que tens tido em controlar a participação das crianças mais velhas. Achamos que a estratégia que começaste a utilizar é uma boa estratégia, não podes é esperar resultados imediatos. Eles têm que interiorizar para começarem a respeitar essa regra. Vais ver que com o tempo os resultados começarão a ser melhores.

Beijinhos,
Joana e Susana


De sandramoura a 2 de Novembro de 2013 às 23:13
Olá meninas :) Gostei muito da vossa atividade! Quando estive a estagiar no pré-escolar fizemos uma atividade parecida, mas em vez de uma tartaruga era um peixinho :), chamava-se Óscar!
Acho uma ótimo que sejam as crianças a decidirem se querem ou não participar na atividade, mas isso fez-me levantar-vos uma questão: vocês não sentem que são sempre as mesmas crianças a participarem nas atividades? Pergunto-vos isto pois quando estava a estagiar, o semestre passado, optávamos por fazer as atividades com todas as crianças, contudo existiram alturas em que deixávamos ao critério das mesmas e acabávamos por ter sempre as mesmas crianças nas atividades.
No que diz respeito à gestão de comportamento, que a Márcia falou, acho que é normal. Conheço parte do grupo com quem ela está a trabalhar, foram os pequeninos com quem tive a oportunidade de estagiar o semestre passado :), e isso também acontecia comigo. Trata-se de um grupo heterogéneo, onde existem crianças que já frequentaram a mesma sala anteriormente e que provavelmente já realizaram várias atividades do género das que vocês se encontram a realizar. Sendo que, só por serem mais velhos, estes já sentem um "maior à vontade" para participar, mas acho que a estratégia que vocês adoptaram foi boa e acho que vai resultar ;), pelo menos foi a que nós utilizamos o semestre passado e eles aderiram bem!

Continuação de um bom trabalho! E se necessitarem de alguma ajuda, não hesitem :D


De baptista a 10 de Novembro de 2013 às 16:39
Olá Sandra :)

Como sabes estou a estagiar no contexto onde estiveste anteriormente e o peixinho de que falas, o Óscar, já não se encontra na sala de atividades.

Relativamente à tua questão, eu também sinto que há sempre aquelas crianças que se destacam mais no que à sua participação diz respeito e, por vezes, torna-se difícil gerir a participação do grupo.

Em momentos de grande grupo, uma das estratégias adotada é dirigir-mos as questões às crianças e não ao grupo. Claro que por vezes acabam por responder ao mesmo tempo.

Tenho constatado aquilo que dizes, que as crianças mais velhas já sentem um maior à vontade para participar, o que é normal, pois já estão inseridas no grupo à mais tempo.

Continuação de bom trabalho.

Beijinho :)

Sandra Baptista.


De joanarmartins a 3 de Dezembro de 2013 às 16:44
Olá Sandra!
Relativamente à questão que colocaste, nós não sentimos que são sempre as mesmas crianças a participar nas atividades, visto que temos em atenção os diversos gostos das mesmas e por isso planificamos atividades diferentes que decorrem em simultâneo de forma a manter as crianças todas implicadas.
Caso tenhamos apenas uma atividade planificada utilizamos a estratégia de dividir o grupo e enquanto uns realizam a atividade os outros brincam no exterior ou nas áreas da sala, sendo que depois trocam os papéis.
Estas estratégias, com o grupo de crianças que temos, têm-se demonstrado eficazes.

Joana Martins e Susana Fernandes


De fabianamabrantes a 3 de Novembro de 2013 às 20:07
O facto de as vossas crianças terem idades compreendidas entre os 2 e os 5 anos de idade, considero esse aspeto bastante positivo. Pois, as crianças mais velhas poderão ajudar as mais novas nas atividades desenvolvidas e assim, as crianças mais velhas sentem-se mais autónomas e responsáveis.
Relativamente ao animal que optaram por levar para a sala, falaram com o grupo antes para saber a sua opinião? Por exemplo se preferiam ter um peixe na sala ou uma tartaruga, entre outros.
No vosso grupo, não elegem chefe de dia ou chefe da semana. Se sim, quais as suas funções.
Se precisarem de materiais é só avisar, uma vez que já estive no outro semestre em pré-escolar.


De baptista a 10 de Novembro de 2013 às 16:24
Olá Fabiana :)

Concordo contigo quando dizes que as crianças mais velhas poderão ajudar as crianças mais novas nas tarefas a desenvolver e, consequentemente, que as crianças mais velhas se sentirão mais autónomas e responsáveis.

O facto de existirem crianças mais velhas no grupo é bom para as crianças novas, pois estas também aprendem por observação e, deste modo, observarão as mais velhas.

No entanto, não quer isto dizer que as mais velhas não possam aprender com as crianças mais novas, até porque aprendemos todos uns com os outros.

Beijinho.

Continuação de bom trabalho :)

Sandra Baptista.


De joanarmartins a 3 de Dezembro de 2013 às 16:51
Olá Fabiana!

Tal como demos a entender no post, o animal a ter na sala foi escolhido pelas crianças, que desde a nossa chegada sempre falaram em ter um animal. Primeiro surgiu a ideia de um peixinho mas como este não podia sair do aquário para interagir diretamente com as crianças, estas sugeriram a ideia da tartaruga. Foi assim que surgiu a chegada da Rusca.
Relativamente ao chefe do dia ou da semana, na nossa sala essa situação não se aplica, mas no jardim-de-infância em que estiveste isso acontecia? Notaste vantagens? Quais eram as funções desses "chefes"? Quais eram os critérios para nomear o chefe do dia ou da semana?
Obrigada pela disponibilidade.

Joana Martins e Susana Fernandes


De baptista a 10 de Novembro de 2013 às 16:18
Olá Joaninha e Susaninha :D

Gostei muito de ler o vosso post. Tal como vocês, eu e a Márcia também estamos a implementar o nosso projeto de intervenção e de investigação junto de um grupo de crianças em contexto pré-escolar, cujas idades ela já vos referiu.

De facto, é muito importante proporcionarmos às crianças atividades que sejam do seu interesse e que sejam estimulantes para elas. A atividade por vós desenvolvida foi muito interessante e, pelas imagens, podemos ver que as crianças estão bastante implicadas. Concordo convosco quando dizem que vão partir das ideias das crianças para planificarem e para lhes proporem atividades. Efetivamente, essa é uma estratégia que também eu vos recomendaria, pois as crianças estarão muito mais envolvidas no desenrolar da atividade. Para além disto, sentirão certamente que fizeram parte integrante dessa escolha.

No entanto, em momento oportuno podemos propor-lhes novas atividades que consideremos importantes para o desenvolvimento e para a aprendizagem das mesmas. Ou a partir de atividades por elas propostas podemos acrescentar sempre algo novo.

Continuação de um bom trabalho e espero que estejam a gostar :)

Beijinho para ambas.

Sandra Baptista.


De joanarmartins a 3 de Dezembro de 2013 às 16:54
Olá Sandra!

Concordamos contigo quando dizes que, quando é oportuno, devemos propor novas atividades ou acrescentar novos desafios às ideias das crianças. É o que temos feito durante as nossas intervenções.

Joana Martins e Susana Fernandes


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