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Terça-feira, 25 de Dezembro de 2012
Caracterização do Contexto

 

          De forma a reformular a primeira caracterização que apresentámos, deixamo-vos com uma caracterização um pouco mais completa.
       Assim, o contexto em que decorreu a nossa Prática Pedagógica Supervisionada A2, foi a Escola Básica da Chave.
 

 

A Eb1 da Chave está integrada no agrupamento de escolas da Gafanha da Nazaré, formado no ano letivo de 2002/2003. Este agrupamento localiza-se na cidade e sede de freguesia homónima e pertence ao concelho de Ílhavo, distrito de Aveiro. Esta escola encontra-se numa zona central da cidade da Gafanha da Nazaré, tendo por isso o benefício da sua proximidade física a diversos serviços e recursos educativos.

Em termos de recursos humanos constitui-se por uma coordenadora do estabelecimento, sete titulares de turma e dois professores de educação especial. No que se refere ao pessoal não docente, o estabelecimento conta com três assistentes operacionais.

Quanto aos alunos, encontram-se inscritos na escola cento e dezanove alunos, distribuídos por seis turmas. É de salientar, que se deslocam até à escola a pé, de bicicleta, mota ou carro, sempre acompanhados por um adulto.

As atividades da nossa Prática Pedagógica foram desenvolvidas na turma 6Ch, ao encargo da docente Maria de Lurdes Morais Duarte Pereira.
      Relativamente à sala de aulas, a sua disposição era algo diferente do convencional. A sua organização foi concretizada pela docente, tornando-a mais apelativa e motivante permitindo, ao mesmo tempo uma melhor interação entre todos os intervenientes.

 

 

Metaforicamente, a sala parecia falar-nos, dado que as suas paredes estavam permanentemente decoradas com materiais que os alunos iam realizando, conseguindo mostrar as suas habilidades e capacidades, constituindo também uma forma de consolidação de conhecimentos.

 

Trabalhámos com uma turma composta por dezassete alunos, com idades compreendidas entre os oito e os dez anos, sendo oito alunos do sexo masculino e nove do sexo feminino. Um dos alunos da turma foi diagnosticado, por um psicólogo, com hiperatividade e outro aluno com necessidades educativas especiais (NEE).

No que concerne ao desenvolvimento cognitivo do grupo em geral verificou-se um certo desfasamento de alguns elementos relativamente ao ano escolar em que se encontravam, sendo necessário um apoio individualizado em alguns casos. Deste modo, é de salientar que dois alunos beneficiavam de um plano de acompanhamento individual, podendo usufruir de uma consolidação de conhecimentos, de acordo com o seu ritmo de desenvolvimento.   

De um modo geral, na turma experienciava-se um clima de bem-estar, segurança e um envolvimento ativo em ações conjuntas que possam surgir sem o olhar atento de um adulto, como é o caso do recreio onde, se algum problema surgir, a entreajuda verifica-se entre os colegas de turma, bem como, colegas da escola. Na relação com a docente, os alunos transmitiam um sentimento de segurança, confiança, respeito e companheirismo, sendo que recorriam a esta entidade sempre que necessitavam.   

Relativamente às características das famílias verificamos que muitas das crianças provinham de famílias nucleares pequenas, em que não existia uma estrutura sólida. Existiam também situações de ausência de alguns pais que eram colmatadas pela presença assídua dos avós nas suas vidas.

Constatamos ainda que, todas as crianças provinham de famílias de classe média/baixa o que, na nossa opinião, constituía um maior obstáculo no desenvolvimento de competências das crianças, no sentido em que não eram estimuladas e não experienciavam um ambiente rico em incentivos de aprendizagem.

 

Beijinhos, Cátia e Fátima*


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publicado por catiaduarte às 16:13

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De catiaduarte a 25 de Dezembro de 2012 às 16:45
Olá Dominique,

Em primeiro lugar penso que foi muito importante iniciares o teu post com um primeiro parágrafo situando-nos fazendo um apanhado dos tópicos que ias abordar.
Concordo plenamente quando afirmas que "Só gostamos e só respeitamos aquilo que realmente conhecemos!", sem dúvida todos nós passamos a dar outro valor, outra importância quando conhecemos verdadeiramente alguém ou alguma coisa. Fizeste uma boa abordagem da temática pois considero que a atividade do mapa é importante, no sentido em que dás a possibilidade à turma de manusear materiais e explorar as diferenças que existem entre cada continente.
Porém discordo contigo relativamente a conceito que usaste, não sei se propositadamente ou por engano, quando utilizas o termo "raças" referes-te a que "raças diferentes"?
Concordo contigo quando referes que podias ter abordado um continente por semana, permitiria uma maior consolidação de conhecimentos.
Quero ainda referir que, após a leitura do post, gostei muito das atividades que realizaste com a turma e que o facto de utilizares diferentes materiais é uma mais valia, pois permites aos alunos um contacto mais próximo com as culturas e costumes de outros países. Parabéns!


De catiaduarte a 25 de Dezembro de 2012 às 17:06
Peço desculpa, enganei-me a colocar os comentários...


De mjoao a 28 de Dezembro de 2012 às 18:02
Viva Cátia.
Podes apagar o comentário seleciona , no cimo da página, o separador que dá acesso aos blogs, o blog da UC e comentários) e copiar para o post que querias.
Aproveito e desejo a todas um Bom Ano Novo.
MJL


De cristiana-amorim a 29 de Dezembro de 2012 às 13:18
Olá Cátia e Fátima!

Consideramos que o post que fizeram relativamente à caraterização do contexto educativo no qual estiveram a desenvolver a prática pedagógica nos dá uma visão global do mesmo.
Quando falam que “a sala parecia falar-nos, dado que as suas paredes estavam permanentemente decoradas com materiais que os alunos iam realizando” consideramos que isto é fundamental. É importante que as crianças vejam que os seus trabalhos têm valor e, como vocês referiram permite uma melhor consolidação de conhecimentos. Contudo, importa que os seus trabalhos estejam ao nível dos seus olhos. De que serve decorarmos a sala com trabalhos das crianças se estas não os conseguem ler, se estes não estão ao seu alcance?
Relativamente ao aluno em que foi diagnosticado hiperatividade e ao aluno com necessidades educativas especiais como trabalhavam com eles? Concebiam estratégias diferentes para esses alunos ou estes conseguiam acompanhar os restantes colegas?
No semestre passado também estivemos numa turma de 2.º ano com uma aluna em que foi diagnosticado hiperatividade. No entanto, esta aluna estava completamente integrada no grupo e desenvolvia todas as tarefas propostas como os restantes alunos. Contudo, por vezes necessitava de algum apoio.

Beijinhos

Cristiana e Sónia


De catiaduarte a 30 de Dezembro de 2012 às 14:50
Olá Cristiana e Sónia,

Concordo plenamente quando dizem que os trabalhos devem estar ao nível dos olhos das crianças, é fundamental que tenham um fácil acesso às informações expostas de forma a que possam consultar quando quiseres. De facto, os trabalhos que expusemos estavam sempre ao nível das crianças pois queríamos que elas recorrem a eles sempre que quisessem.
Relativamente ao aluno com hiperatividade ele participava nas aulas normalmente, estava integrado e as atividades eram iguais aos dos restantes alunos. Isto porque após refletir com a Professora orientadora da Universidade e a Professora cooperante, na minha opinião, o aluno apenas tinha que ser medicado para estar mais calmo, porque a nível de capacidades ele realizava todas as atividades com muito empenho e rapidez. Quando terminava primeiro que os outros não se distraía, começava a fazer outras coisa, uma vez constatei que estava a escrever os números em numeração romana, sem que lhe tivesse pedido isso.

Quanto ao aluno com necessidades educativas especiais, fazíamos diferenciação pedagógica a Língua Portuguesa e a Estudo do Meio porque ainda não conseguia ler, a Matemática propusemos que fizesse as mesmas atividades que os colegas e ele conseguiu acompanhar.

beijinhos*


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