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Terça-feira, 27 de Novembro de 2012
As nossas reflexões

 As nossas reflexões durante a prática pedagógica são diárias e são fruto da reflexão na e sobre a ação. Para as mesmas contribuem as opiniões e sugestões da nossa colega de diáde, da professora cooperante e da professora orientadora, sempre que nos visita, ou através dos comentários realizados nas planificações. No primeiro post falámos em trabalho colaborativo, uma vez que todas as pessoas se sentem implicadas neste processo reflexivo e trabalham verdadeiramente em conjunto para potenciar o crescimento profissional das docentes envolvidas, bem como as aprendizagens realizadas pelos alunos.

 

Assim, as principais reflexões que desenvolvemos pretendem-se com a nossa postura de sala de aula, muito diferente da experiência realizada na Educação Pré-Escolar. Se por um lado, temos que atender a todos e a cada um dos alunos, é importante pensarmos na forma de nos posicionarmos e circularmos em sala de aula, de modo a percebermos se todos estão a acompanhar as aprendizagens. Para além disso, as dinâmicas são totalmente diferentes e a forma de comunicar também. Por exemplo, muitas vezes temos a tendência de “dar a resposta”, ao invés de dar tempo aos alunos que pensem e construam o seu próprio conhecimento.

 

Por outro lado, sentimos maior dificuldade em planificar, sendo mais complicado articular as aprendizagens que os alunos devem realizar com as atividades definidas para os projetos de intervenção-investigação. É mais relevante e significativo para os alunos que estas surjam de forma articulada, contudo, nem sempre é possível.

 

Tal como algumas colegas já evidenciaram, a pressão de estar numa turma de 4.º ano sente-se porque existe a tendência para privilegiar as áreas disciplinares da Língua Portuguesa, Matemática e Estudo do Meio, em detrimento das Expressões. Temos procurado contrariar essa tendência, trabalhando a criatividade de forma mais transversal, e não apenas nas áreas dos domínios artísticos. Para além disso, procuramos valorizar os trabalhos de expressões, não desistindo dos mesmos e procurando que estes sejam momentos de aprendizagem igualmente relevantes.

 

Entretanto, vamos dando feedback relativamente às atividades já realizadas.

 

Filipa e Sónia.

 

 

 

 

 

 



publicado por filipa-queiros às 13:59

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De anaafonso a 30 de Novembro de 2012 às 01:13
Olá Filipa e Sónia!

De facto, é difícil gerir o acompanhamento a todos os alunos – nós sentimos isso -, e muitas vezes apetece dar a resposta, pois, deste modo, temos a falsa sensação de que a criança compreendeu e podemos então “avançar na matéria”, porque há muita coisa para fazer. Na verdade, aprende-se construindo e isso demora tempo, principalmente para os que revelam mais dificuldades. Nós temos tentado lutar contra essa “tentação” e, nesse sentido, sentimos que a experiência anterior com o Pré-escolar ajudou-nos muito a construir esse posicionamento. Dispúnhamos de outra calma que nos permitia refletir sobre as nossas ações e as suas consequências, redefinindo e ajustando as nossas estratégias com naturalidade.
Quanto à planificação, para nós essa também tem sido uma tarefa muito morosa e exigente e, mesmo assim, nem sempre a mais refletida. No semestre passado, no Pré-escolar, as planificações iam sendo feitas de acordo com as nossas observações e reflexões e segundo os interesses revelados pelas crianças, mas no 1.º ciclo o ritmo é muito diferente e nem sempre os conteúdos vão ao encontro dos interesses e necessidades das crianças. Para além disso, cada conteúdo a abordar exige uma estratégia específica, pelo que as reflexões anteriormente efetuadas, com base nas estratégias desenvolvidas nem sempre permitem antever as dificuldades, ou as reações da nova estratégia a implementar.
Tentando colmatar esta falta de ligação entre os conteúdos a abordar e as necessidades e interesses das crianças, procuramos, durante as nossas intervenções, questionar e solicitar trabalhos em grupo ou a pares, que proporcionem momentos de interação, onde, as crianças refletem, questionam e investigam, extrapolando os conhecimentos adquiridos e relacionando-os com eventuais áreas de interesse.
Por fim, no que às áreas de expressões diz respeito, depois de sentirmos inúmeras vezes que eram deixadas de parte pois tudo o resto era mais importante, decidimos, tal como vocês, adotar uma postura mais transversal, sendo que, para nós, as expressões são um complemento fundamental aos trabalhos desenvolvidos, ou mesmo uma forma de consolidar competências e conteúdos recentemente adquiridos.

Continuação de bom trabalho, e continuação de boas práticas!
Ana Catarina Sousa e Alexandra Ramos


De Cláudia Rosa a 3 de Dezembro de 2012 às 22:57
Olá meninas.

Todas essas angústias são naturais e fazem parte deste percurso. Também já estivemos no 1º Ciclo e, agora, perante um grupo de pré-escolar, sentimos uma grande diferença em tudo. Desde as planificações à nossa própria ação.

De facto, o principal enfoque no 1º Ciclo é o cumprimento de um programa, não se dando muita importância ao brincar e, como vocês próprias disseram, à área das expressões.

Pensamos que é uma área que deve ter o mesmo relevo que as outras, pois desperta emoções e muita criatividade. Para além disso, assim como há crianças que tendem a gostar mais de uma área como o estudo do meio ou a matemática, existem certamente outras crianças que dão preferência à área das expressões.

Posto isto, pensamos que têm agido bem quando fazem por trabalhar "a criatividade de forma mais transversal, e não apenas nas áreas dos domínios artísticos", pois podem assim abordar diferentes conteúdos importantes através de atividades deste tipo.

Sintam-se bem com o trabalho que está a ser realizado, pois tem sido memorável :) (Blog :) )

Continuação de bom trabalho!
Cláudia e Sara


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