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Domingo, 22 de Dezembro de 2013
Balanço do Projeto de Intervenção

 Boa noite meninas :)

Terminada mais uma etapa das nossas vidas (estágio) é também importante realizar um balanço acerca do nosso projeto de intervenção.

Assim sendo, ao longo das nossas intervenções de implementação do projeto passámos por momentos bons e alguns menos bons, onde por vezes foi necessário ultrapassarmos os obstáculos que foram surgindo durante a PPSA2. No entanto, tentámos sempre encontrar alternativas que fizessem com que recolhêssemos os resultado que pretendíamos obter.

Para além disso, queríamos referir que utilizámos diferentes instrumentos de recolha de dados, nomeadamente, vídeogravação, notas de campo, diário das descobertas, fichas de trabalho e respostas a algumas questões. Ao obtermos os resultados iremos passar para a fase seguinte, particularmente, a análise dos mesmos e a construção das categorias de análise que nos ajudarão a responder às questões de investigação.

Posto isto, é de esperar que todas tenham tido uma boa prática pedagógica supervisionada e que esta vos tenha servido para crescer enquanto futuras educadoras de infância e professoras do 1º ciclo do ensino básico, mas também tenham tido um desenvolvimento ao nível cognitivo, pessoal e social.

Beijinhos,

Carla e Márcia



publicado por carlaribas às 23:04
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Balanço Geral


Olá meninas, fica um balanço geral desta importante etapa.

 

Para mim esta etapa além de repleta de novas experiências e aprendizagens, como em qualquer percurso levantou obstáculos que me fizeram refletir de forma a tornar-me não só melhor professora mas também melhor pessoa. Desses obstáculos foram realizadas inúmeras conquistas que tornam o balanço desta etapa o mais positivo possível.

            No entanto este maravilhoso percurso não poderia ser feito sem a turma com quem pude crescer e aprender a ensinar, pois é necessário ter em conta que “ensinar não é apresentar, de forma mais ou menos coerente e sistematizada, um conjunto de conhecimentos e esperar que sejam apreendidos por quem assiste a essa apresentação. Ensinar é fazer aprender, o que pressupõe uma intencionalidade muito específica, a qual exige a concepção estratégica da forma pela qual se promove essa aprendizagem. Leite (2010,p.18) suportada em Roldão (1999, 2003, 2009).

No decurso desta etapa houve espaço para questionar e encontrar respostar, melhorar, chorar, rir, sorrir e fazer rir e sorrir, surpreender e ser surpreendida, adaptar, motivar a aprender e ser motivada, ensinar e aprender, elogiar e ser elogiada, agradecer, e, ao fim ao cabo, compreender que apesar de algo não correr bem existe sempre a possibilidade de melhorar e crescer.


Beijinho e um bom Natal,


Vanessa.


Bibliografia

·         Leite, T. (2010). Planeamento e concepção da acção de ensinar. Aveiro: Universidade de Aveiro

 



publicado por vanessasamouco às 22:44
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As decorações do Natal

Olá meninas :)

Como estamos na época natalícia e todas as escolas tentam de certa forma decorar as suas salas e os edifícios alusivos a esta época, a nossa não foi exceção :)

Desta forma, decidimos vir partilhar convosco o que fizemos no nosso contexto para decorar a nossa sala. Assim sendo, começamos por explicar as atividades que deram início a esta temática na nossa sala. Como na última semana de intervenção o tema geral da semana foi intitula por “Natal”, todas as atividades criadas estavam de certa forma relacionadas. Assim sendo, na área de português, na hora do conto lemos a história “A noite de Natal” de Sophia de Mello Breyner e como atividade de pós-leitura, foi feita uma atividade de escrita colaborativa, onde a turma, em conjunto, escreveu um final para a história. Na área da matemática o problema da semana estava relacionado com o código do cofre do pai natal, onde eram apresentadas algumas regras e dicas para descobrirem esse código. E na área das expressões passamos à construção de uma árvore de natal em rolhas e a sua decoração, como é possível ver na foto. A decoração da árvore foi feita com materiais reciclados, uma vez que a escola onde estamos inseridas integra o programa “Eco-escolas”, desta forma, conseguimos relacionar também a nossa prática pedagógica com os projetos existentes na escola. Os alunos adoraram esta atividade, da construção da árvore em rolhas, pois era uma coisa nova para eles.

Esperamos que tenham gostado!

Continuação de um bom trabalho e Boas Festas!

Beijinhos,

Carla e Márcia

 


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publicado por marciaandreia às 21:42
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Reflexão Intermédia

Boa tarde meninas:)

Deixo-vos com a minha reflexão intermédia:


Segundo Flores (2010), suportada em vários autores (Calderhead, Shorrock, 1997; Hauge, 2000; Fores, 2001; Flores e Day, 2006) “Tornar-se professor constitui um processo complexo, idiossincrático e multidimensional que implica o «aprender a ensinar» (às vezes associado aos aspectos mais técnicos do ensino e à socialização profissional, decorrente da interacção entre o indivíduo e o contexto), bem como a construção da identidade profissional.” (p. 182). É exatamente a iniciar este longo processo que tanto eu como colega, ou como qual quer uma das minhas colegas de curso, nos encontramos a dar os primeiros passos para a construção da nossa “identidade profissional”. Enquanto futuras profissionais na área da educação, a gora a construir a nossa “identidade profissional” qualquer uma de nós de procurar que encontrar um equilibro não só enquanto promotores das aprendizagens das crianças mas também enquanto promotoras das nossas próprias aprendizagens.

Nesta segunda fase de intervenção surgiram novas dificuldades/problemas, como já seria de esperar, sendo estas mesmas dificuldades que nos fazem procurar e experimentar soluções para esses mesmos problemas e será a partir desta atitude de procura que melhoraremos enquanto futuras professoras.

Tal como já tinha referido na primeira reflexão, um dos meus principais receios e primeiras dificuldades, trata-se da transmissão da informação, via oral, e com a clareza do meu discurso, o que se encontra diretamente relacionada com a problemática em foco para o projeto de intervenção e de investigação, . Tal como afirmam Cadima, Leal e Cancela (2011, p. 15), suportadas em Rubie-Davies (2007), “os professores eficazes e que possuem elevadas expectativas oferecem aos seus alunos um enquadramento que contextualiza as aprendizagens, através do fornecimento de instruções e explicitações claras, da orientação constante da atenção do aluno para a tarefa e do estabelecimento de ligações entre novos conceitos e os anteriores.”. Assim, de forma a tentar combater esta minha dificuldade procurei “preparar” o meu discurso ao longo da planificação. Claro que não seria um guião de discurso inflexível, mas sim um discurso que seria adaptado no decurso da ação, mas que contemplava os itens principais sobre os quais pretendia falar. Ao realizar este processo deixava bastante mais claro para mim como iria expor aos alunos determinado tema, tornando o meu discurso mais fluido, claro e direto, sendo que, segundo Cadima, Leal e Cancela (2011), suportadas em Cameron et al. (2005) e Emmer e Stough (2001), “a clareza da instrução e da comunicação do professor, através da enunciação de expectativas claras, quer em termos académicos que em termos comportamentais, tem sido associada a uma manutenção de níveis d envolvimento mais elevados e consequentemente, a melhores aprendizagens por parte dos alunos.” (Cadima, Leal e Cancela, 2011, pp. 16-17).

            Ainda indo de encontro à citação de Cadima, Leal e Cancela suportadas em Rubie-Davies (2007), uma das minhas principais dificuldades centrava-se na “orientação constante do aluno para a tarefa” (Cadima, Leal & Cancela, 2011, 15), pois, sendo um 1.º ano em inicio de ano letivo ainda a apreender as regras de sala de aula, os comportamentos que dos alunos são esperados e quais os comportamentos que deverão (ou não ter), senti que era necessária uma grande assertividade, e clareza quando são dadas as instruções, por exemplo, foi dada a instrução para que todos os alunos parassem de brincar ou mexer nos estojos, a consequência de quem se mexesse no mesmo era este ser-lhe retirado. Um dos alunos começou a brincar com o estojo e o mesmo foi-lhe retirado, a criança deu início a um choro, mas rapidamente parou de chorar, pois sabia que tinha quebrado uma regra e aquela era a consequência.

 Assim, deixar as expectativas bastante claras relativamente ao que é esperado dos alunos quer a nível comportamental, quer a nível académico, é bastante importante para que os mesmos saibam que atitudes tomar e como se comportar. Para isso, antes do início de cada atividade procuro deixar claro, e ao longo do percurso que temos vindo a percorrer cada vez mais, quais os materiais que vamos necessitar, quais não vamos necessitar e em quais não se vai mexer, de forma a não causar distração, por exemplo, se vamos necessitar do lápis de cor azul, vermelho e verde peço-lhes que retirem apenas esses 3 lápis e não a bolsa toda dos mesmos, caso contrário seria certamente motivo para distrações. Um outro exemplo bastante claro é durante a leitura de histórias. Nestes momentos, existem alunos que têm de ser alertados de forma a arrumar os estojos na mochila, outros, pelo contrário, sabendo são incapazes de não brincar com o mesmo durante a leitura da história, por iniciativa própria e sem que sejam alertados para tal, arrumam-nos, assim que sabem qual é a atividade que irão realizar.

           

 

Uma outra questão que me tem levantado algumas dificuldades, em particular com um aluno em específico, é o tempo que deveremos dar para cada aluno dar a resposta a uma questão que lhe é colocada. Tal como já havia sido discutido, muitas vezes os alunos colocam o dedo no ar para responder a uma questão que foi levantada, mesmo não sabendo a resposta a essa mesma questão. Pessoalmente, tenho dado algum tempo para que pensem e depois questiono-os “Sabes a resposta?”. Muitas das vezes não respondem imediatamente a esta questão ao que reforço “Precisas de ajuda para responder? Quem consegue ajudar o aluno X? Então, X, (e repito a pergunta inicial)? ”. No entanto, em questões dirigidas a determinados alunos, existe um dos alunos que não corresponde a nenhum destes estímulos, demonstra-se desinteressado e ausente e de dia para dia aparenta piorar. Quando questionado diretamente, não responde, mesmo quando sabe a resposta evita vocalizar a mesma. Por exemplo, numa situação em concreto, durante a exploração do ditongo –oi pedi a esse mesmo aluno que me nomeasse um animal muito parecido com um touro mas que tivesse o som –oi , diversos colegas disseram em voz alta a resposta correta (Boi), mas a resposta desse mesmo aluno foi vaca, perguntei então se ouvia o som –oi na palavra vaca, encolheu os ombros,  e não me voltou a responder nem quando lhe disse que não havia problema em não saber pois estávamos ali para aprender, ou mesmo quando me enganei e em vez de dizer “Um animal com o ditongo –oi que á muito parecido com o touro”  mas sim “Um animal com o ditongo –oi que é muito parecido com o boi”.

 

            Penso que as questões relacionadas com este não serão uma dificuldade apenas minha e da minha colega mas até da própria professora. Assim, para além de procurar literatura que me ajude a lidar com o comportamento deste aluno, deveremos manter uma postura assertiva e coesa entre as três, nunca nos contradizendo, o que até à data nunca ocorreu, e prestando sempre uma especial atenção ao seu comportamento de forma a que possamos intervir de forma atempada.

            Uma outra dificuldade que por mim tem vindo a ser demonstrada é a organização da informação no quadro, o que dificulta não só a apreensão dos conhecimentos por parte das crianças, mas também da leitura das informações da minha parte. Sei que deverei continuar a corrigir. Uma das técnicas que tenho procurado utilizar é, em casa, no final da preparação das aulas, em folhas brancas, imaginar que são o quadro, e como é que eu iria expor a informação: será mais compreensível deste? Ou será necessário alterar algo?; penso que esse treino prévio, me tem ajudado, no entanto necessito de muito mais treino, pois ainda faço muita confusão, principalmente no que toca, à escrita manual.

            No entanto, e apesar de todas as dificuldades sentidas, encaro este processo como um processo de desenvolvimento quer pessoal quer académico, no qual tenho também, sem dúvida alguma, de identificar algumas das conquistas que foram sendo realizas ao longo deste curto processo como, por exemplo, a existência de “ um clima emocional global, caracterizado por proximidade e pouco conflito, predizia comportamentos próssociais e um menos números de comportamentos disruptivos” afirmam Cadima, Leal e Cancela suportadas em Howes (2000) (Cadima, Leal e Cancela, 2011, p.19). Esses mesmos comportamentos não se devem apenas ao meu desempenho, mas sim à interatividade que tem existido entre a díade e a docente da turma, demostrando ter atitudes coesas e de forma consistente, o que é fundamental não só quando trabalhamos em díade, ou grupo, mas também, quando estivermos enfrente a uma turma sozinhas, no qual as nossas atitudes devem ser tomadas da mesma forma.

            A cada intervenção compreendo melhor “que, por um lado é importante ter em especial atenção os processos interativos que ocorrem diariamente nas salas de aula e, por outro, ter presente que são vários os processos interativos que devem ser valorizados” (Cadima, Leal e Cancela, 2011, p.20), pois esses mesmos processos podem condicionar fortemente as aprendizagens dos alunos, mesmo que essas interações nem sempre sejam realizadas de forma consciente.

            Assim, considero esta fase de intervenção bastante enriquecedora pois permitiu-me fazer um levantamento das minhas principais dificuldades, mas só assim serei capaz de refletir acerca das mesma de forma melhorar e tornar-me uma melhor profissional pois tal como afirma Alarcão, “Neste processo estou a descobri-me e conhecer-me a mim próprio como professor e a conhecer as condições em que exerço a minha profissão para poder assumir-me como profissional de ensino.”(Alarcão,1996, 182).

 

Continuação de um bom trabalho,


Beijinhos, Vanessa

 

Bibliografia

·         Alarcão, I. et al (1996). Formação Reflexiva de Professores Estratégias de Supervisão. Ser Reflexivo. Porto: Porto Editora. (pp.173-189)

·         Cadima, J. ,Leal, T., e Cancela J. (2011).  Interações professor-aluno nas salas de aula no 1.º CEB: Indicadores de qualidade. Universidade do Minho: Revista Portuguesa de Educação (pp. 7.-34)

·         Flores, A. (2010). Algumas reflexões em torno da formação inicial de professores. Educação. Vol. 33, N. 3. Porto Alegre. (pp.182-188)

 



publicado por vanessasamouco às 15:28
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O Diário de Turma e o Conselho de Turma!

 

Olá meninas :) 

Hoje venho falar-vos das estratégias que implementei, em conjunto com a minha colega, no contexto onde nos encontrávamos a intervir.

 

Durante o período de intervenção achamos importante implementar estratégias que visassem a construção de um ambiente democrático, onde o aluno tivesse um papel ativo e onde tivesse vez e voz na organização e gestão do seu processo de ensino e aprendizagem. Desta forma optámos por implementar o conselho de turma e o diário de turma, na medida em que estas são duas estratégias onde o aluno pode participar e tomar decisões sobre o seu processo de ensino e aprendizagem.

Estas duas estratégias foram implementadas na quarta fase de intervenção, sendo que primeiramente introduzimos o conselho de turma e mais tarde, quando surgiu a necessidade de arranjar algum instrumento onde os alunos nos pudessem colocar questões, dar sugestões, dar feedback sobre as atividades que realizávamos ou até mesmo chamar a atenção para comportamentos ou atitudes que os seus colegas pudessem ter e que estes não achavam corretos, implementamos o diário de turma. Este último funciona como um registo da vida da turma, onde os alunos podem escrever sobre o que gostaram, o que não gostaram, o que fizeram ou o que gostariam de vir a fazer, possibilitando assim aos alunos a participação ativa na vida da turma.

Após a implementação destas estratégias fomo-nos apercebendo que os alunos começam a ficar interessados em participar e ajudar a gerir o seu próprio processo de ensino e aprendizagem. No 1º conselho de turma, os alunos participaram de forma civilizada, sendo que ao mesmo tempo começaram a perceber que este momento era o momento onde não iriamos “crucificar” as suas atitudes, mas onde iriamos em conjunto arranjar soluções para os problemas dos seus colegas.

Conforme fomos realizando os conselhos de turma e ao mesmo tempo analisando os diários de turma percebemos que em alguns alunos como: o Martim, a Maria Leonor, o João Pedro, entre outros já começavam a ter algumas mudanças ao nível do seu comportamento. Todavia os resultados não foram os mesmos em todos os alunos, sendo que assim senti a necessidade de implementar novas estratégias com alguns alunos, trabalhando assim com eles de uma forma mais individualiza, como foi o caso da Maria Leonor. Esta aluna apesar de ter modificado significativamente o seu comportamento, ainda não conseguia cumprir as regras que haviam sido estipuladas, sendo que optámos (em conselho de turma) por a colocar ao lado de um aluno calmo e trabalhador, mas a Maria Leonor acabava por distrair os seus colegas. Muitas vezes me questionei o porquê de tal acontecer. Será que a Maria Leonor fazia de propósito? Será que ela tinha a consciência do quanto perturbava as aulas? Será que ela tinha a perceção que incomodava os seus colegas ao ponto de estes não quererem estar sentados ao seu lado?

Estas foram algumas perguntas que me fui colocando e que me fizeram pensar em novas estratégias que ajudassem a Maria Leonor a autorregular o seu comportamento. Tentamos que ela estivesse sentada nos lugares da frente, ou até mesmo perto da regras de sala de aula, porém os resultados eram os mesmos e as perguntas surgiam novamente: “Porque será que ela se comporta assim?”, “Será que compreende que incomoda tantos os professores e os colegas?”, “Ou será que simplesmente não tem noção que o faz tantas vezes?”. Foi esta a pergunta que me fez refletir e perceber que a origem do problema podia estar aqui! A aluna em questão podia não se aperceber que incomodava muitas vezes a aula e que isso era prejudicial para si, mas não só.

Optei por implementar a estratégia de contagem de um determinado comportamento. No primeiro dia, a Maria Leonor, contabilizou 19 tracinhos, todavia no dia seguinte diminuiu para 13 e nos dias que se seguiram, a aluna conseguiu diminuir o número de tracinhos, chegando mesmo estes a ser pontuais já no fim da nossa intervenção. Assim e na minha opinião acho que o fato de a aluna se achar como parte integrante em todo o processo, facilitou todo este trabalho, uma vez que a mesma tomou consciência de que realmente o seu comportamento não era adequado a uma sala de aula.

 


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publicado por sandramoura às 14:06
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A importância do estágio supervisionado para a formação de professores

 Olá meninas! 

Hoje decidimos fazer um post diferente, não sobre a nossa prática mas sobre o que está por detrás dela, nomeadamente da unidade curricular da Prática Pedagógica Supervisionada e o estágio pedagógico. A unidade curricular da Prática Pedagógica Supervisionada tem como principal como principal objetivo, como refere o documento estruturador da PPS, “proporcionar aos formandos, futuros educadores e professores do 1º CEB, um conjunto diversificado de experiências de prática, duplamente supervisionadas, isto é, pelo orientador da instituição de formação (Universidade) e pelo orientador cooperante que os acolhe na sua turma da qual é responsável.” Esta unidade curricular, juntamente com o estágio pedagógico, representam “o culminar do que a Universidade considera ser a formação inicial do professor e a integração legítima no mundo profissional”. (Galvão, 1996, citado por Fernandes, 2010, p. 35)

            Ao chegar à universidade adquirimos um vasto conhecimento teórico, porém muitas vezes, é difícil relacionar teoria e prática se não tivermos oportunidades de vivenciar momentos reais. O estágio é assim a integração entre a universidade, escola e a comunidade e onde o aluno mostra a sua criatividade, independência e postura.

            Desta forma, o estágio é muito importante para a aquisição de uma nova visão sobre a prática profissional, onde o aluno tem a oportunidade de incorporar novas atitudes e práticas e de adquirir uma nova visão crítica sobre a sua área profissional. Durante este período tivemos a oportunidade de aprender a resolver os problemas e entender a grande importância que o professor/educador tem na vida e na formação dos seus alunos.

 

E mais uma etapa chegou ao fim! Que venha a próxima : )

 

Boa sorte,

Sofia e Sandra 


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publicado por sofiafonseca às 13:08
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