Blog da UC de Gestão de Comunidades de Aprendizagem online
pesquisar neste blog
posts recentes

Balanço final do trabalho por projeto

Balanço do Projeto de Intervenção

Balanço Geral

As decorações do Natal

Reflexão Intermédia

O Diário de Turma e o Conselho de Turma!

A importância do estágio supervisionado para a formação de professores

Alguma angústias e preocupações durante a prática pedagógica

Estratégias !

Momento de autonomia das crianças

arquivos

Dezembro 2013

Novembro 2013

Outubro 2013

Fevereiro 2013

Janeiro 2013

Dezembro 2012

Novembro 2012

Outubro 2012

Fevereiro 2012

Janeiro 2012

Dezembro 2011

Novembro 2011

Outubro 2011

participar

participe neste blog

Sexta-feira, 6 de Dezembro de 2013
A autorregulação ... a nossa estrutura comum

Olá meninas J

 

O nosso projeto tem como focos a participação (Sandra Baptista) e a autonomia (Márcia Oliveira). No entanto, a partir do momento em que definimos o nosso foco, tivemos que arranjar uma estrutura comum à díade, sendo que nos focamos na autorregulação das aprendizagens das crianças. Segundo Rosário (2004b), a autorregulação é “um processo activo no qual os sujeitos estabelecem os objectivos que norteiam a sua aprendizagem tentando monitorizar, regular e controlar as suas cognições, motivação e comportamentos com o intuito de os alcançar.” (p.37, citado por Rosário, Núñez & González-Pienda, 2007, p.11). Todavia, a autorregulação pressupõe a utilização de um modelo cíclico de aprendizagem e, na perspetiva de Zimmerman (1998, 2000), tal modelo da aprendizagem autorregulada fundamenta o modelo PLEA (planificação, execução e avaliação) (citado por Rosário, Núñez & González-Pienda, 2007, p. 22).

Na perspetiva de Rosário, Núñez & González-Pienda, (2007), a planificação pressupõe pensar num plano, isto é, pensar no que fazer, quando fazer e como fazer; a execução corresponde ao pôr em prática o plano idealizado; por fim, a avaliação determina em que medida os objetivos do plano foram ou não cumpridos, fazendo-se assim o confronto com a planificação definida previamente.   

Contudo, a partir do momento em que definimos a estrutura comum do nosso projeto, a díade enveredou por finalidades diferentes, tendo em conta o seu foco. Assim, a Sandra parte da participação das crianças na tomada de decisões relativas às suas aprendizagens com vista à autorregulação das mesmas, enquanto a Márcia parte da autorregulação das aprendizagens para a construção da autonomia das aprendizagens das crianças.

Deste modo, o nosso projeto tem por base o desenvolvimento de atividades que impliquem a planificação, a execução e a avaliação das aprendizagens das crianças. Estas atividades foram desenvolvidas ao longo do semestre, em momentos livres e orientados, uma vez que a autorregulação é transversal. Relativamente ao grupo de crianças com o qual implementámos o nosso projeto, este foi constituído pelas cinco crianças mais velhas do grupo. Em conversas com as orientadoras (da universidade e cooperante) e face à complexidade do nosso projeto, escolhemos estas crianças porque, para além de estarem em fase de transição, apresentam um bom nível de participação e de autonomia. No entanto, em momentos de atividade livre tentávamos ter em consideração outras crianças inseridas no grupo, ainda que a nossa recolha de dados não assentasse nessas crianças.

 

Pedimos desculpa pela extensão do post, mas era necessária para que compreendessem o nosso projeto J

 

Continuação de um bom trabalho J

Beijinho.

Márcia Oliveira e Sandra Baptista.

 

Referência Bibliográfica:

Rosário, P., Núñez, J. e González-Pienda, J. (2007). Auto-regulação em crianças sub-10: Projecto Sarilhos do Amarelo. Porto editora.

 


tags:

publicado por baptista às 11:03
12

Autores
Dezembro 2013
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3
4
5
6
7

8
9

15
17
19

24
25
26
27
28

29
30
31


tags

todas as tags

subscrever feeds

RSSPosts

RSSComentários