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Quarta-feira, 4 de Dezembro de 2013
Alteração do horário do 1.º CEB

Olá meninas :)

 

 Esperamos que o vosso estágio esteja a correr bem.

 Hoje vimos partilhar neste post um aspeto que consideramos importante discutir e saber a vossa opinião.

 O 1.º Ciclo do Ensino Básico sofreu algumas alterações no horário escolar. Todavia, esta alteração pode variar de agrupamento para agrupamento.

Relativamente ao nosso contexto o horário escolar no ano letivo anterior era das 09h00 ao 12h00 e das 13h30 ás 15h30, havendo um intervalo na parte da manhã.

Este ano letivo o horário sofreu uma alteração na parte da tarde, isto é, os alunos passaram a ter mais 30 minutos de aulas. Assim, as aulas no nosso contexto terminam ás 16h00. O que acham desta alteração de horário?

Na nossa sala verificamos que os alunos ainda não se adaptaram ao novo horário, sendo que a partir, aproximadamente, das 15h30 os alunos começam a ficar irrequietos, distraindo-se mais facilmente. Como estão dentro de uma sala durante muito tempo, começa a haver mais barulho, pois os alunos começam a conversar uns com os outros.

Na nossa opinião, esta alteração de horário não faz muito sentido, uma vez que os alunos estão muito tempo dentro de uma sala.

Para resolver um pouco esta situação, pensamos que uma das formas seria haver um intervalo para que as crianças pudessem espairecer e brincar, pois assim seria mais produtivo e os alunos conseguiriam aprender melhor.

É importante que os alunos tenham um tempo para brincar, pois “o ser que brinca e joga é também um ser que age, sente, pensa, aprende e se desenvolve intelectual e socialmente (Waldirléia Cabrera e Rosana Salvi, 2005, citado por Fialho et. al, 2009, p.116). Ao brincar os alunos desenvolvem-se e ao mesmo tempo recuperam a “força” para uma nova parte da aula.

E no vosso contexto, houve alteração no horário relativamente ao ano letivo anterior?

Se sim, como reagem os vossos alunos a esta alteração? Reagem como os nossos alunos?

 

 

Continuação de bom estágio.

Beijinhos,

Daniela Ferreira e Joana Ferreira

 

 

 

Referência bibliográfica:

Fialho, A., Nídio, A., Andrade, A., Magalhães, A., Batalha, A. P., Pereira, B., et al. (2009). (Re)Aprender a Brincar - Da Especificidade à Diversidade. Ponte Delgada: Universidade dos Açores.

 

 

 

 

 


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publicado por danielafferreira às 21:37
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Reflexão da realidade pedagógica

                Relativamente à minha realidade pedagógica apresento aqui algumas das reflexões que tenho vindo a fazer.

            Em relação às estratégias utilizadas ao longo das intervenções foi necessário arranjar algumas para que as atividades e os próprios dias corressem da melhor maneira.

Algumas das estratégias utilizadas foram alteradas porque no seu decorrer apercebi-me que não estavam a correr como eu tinha esperado, por exemplo existem dias em que as crianças vêm mais agitadas e não conseguimos falar com elas calmamente, perante esta situação e de maneira a acalmá-las realizo com elas outras atividades ou até deixá-las ir para as áreas, para desta forma elas libertarem algumas energias para mais tarde conseguirmos falar com elas de forma mais calma e descontraída. Outra estratégia que poderá correr bem para conseguir falar com as crianças mais calmamente sem grande agitação é de vez em quando modificar o local onde conversamos habitualmente com eles, pois ao alterarmos o espaço talvez não seja tão cansativo e monótono para as crianças.

Um aspeto positivo que na minha opinião resulta muito bem com este grupo de crianças é colocá-las em pequenos grupos, sendo que, cada grupo fixa-se numa área diferente, por exemplo enquanto um grupo realiza comigo as atividades dirigidas, outro grupo poderá realizar jogos exteriores, trabalhos manuais ou simplesmente brincar. Tudo isto facilita a intervenção, pois possibilita que ambos fiquemos mais focados dando assim mais atenção a cada criança, facilitando assim a participação das mesmas nas atividades. O facto de o grupo estar dividido em vários pequenos grupos faz com que a sala fique mais liberta, as crianças podem circular livremente e propicia a realização da tarefa com mais concentração por parte das crianças visto que não se aborrecem tanto devido à diversificação dos espaços e tarefas.

Uma dificuldade que senti ao longo da minha intervenção foi conseguir acalmar as crianças para conseguir falar com elas e expor as minhas propostas de atividades para aquele dia em específico. Penso que não consigo acalmá-las porque ainda não consegui fazer com que as crianças me vejam como educadora, isto é, como figura de “autoridade”, tendo que me respeitar e me ouvir, tal como o fazem com a Educadora. Na minha opinião este foi o maior entrave durante as minhas intervenções, o que fez com que a Educadora tivesse de intervir para os acalmar. Este será um aspeto a melhorar nas próximas intervenções, tentando arranjar algumas estratégias para que isto não volte a acontecer. Outro ponto que considero ser necessário ter em atenção e ser melhorado nas próximas intervenções é o facto de que durante as atividades, e apesar de algumas crianças participarem e parecerem interessadas, nem todas estão totalmente implicadas na realização das tarefas. Noto que estão a realizá-las apenas porque sim e porque é assim que tem que ser. 

Toda a minha prática pedagógica tem sido realizada em díade. Na minha opinião poder trabalhar em conjunto é uma mais-valia pois temos a hipótese de trocar opiniões do que está certo e errado, do que pode resultar ou não e das atividades que podemos executar. É uma forma de crescermos pessoal e profissionalmente. O facto de nos darmos bem e de funcionarmos bem em conjunto leva a que cada uma tenha a abertura para falar do que acha que correu bem e do que é preciso melhorar na colega, o que para mim é importante até porque ela me pode ajudar a melhorar alguns aspetos. Desde o início que planificámos os dias de intervenção em conjunto, pois pensámos que era o mais adequado para nós e para as próprias crianças, para que assim os dias tenham um fio condutor entre eles e que não sejam atividades muito distantes umas das outras e sem sentido. Durante as intervenções ajudámo-nos uma a outra para que as atividades sejam as mais bem-sucedidas possíveis. Contudo no dia específico de cada uma apenas ajudamos na realização das atividades pois são muitas crianças. 

 

 

Gisela Silva



publicado por giselaasilva às 17:00
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Hummm... Salada de fruta
Olá meninas :)

Com este post vimos partilhar umas das atividades que desenvolvemos com os nossos alunos…
Numa das nossas intervenções fizemos, a partir de uma ficha de exercícios de matemática, uma salada de fruta com os alunos.
Nessa ficha colocamos uma receita de uma salada de fruta e a partir dessa receita era pedido aos alunos que respondessem a várias questões. Essa receita estava enquadrada num enunciado e era a base para resolver as respetivas questões. É fundamental que a receita esteja contextualizada num problema, pois assim torna-se mais fácil a compreensão por parte dos alunos.
Nesta ficha de exercícios trabalhamos a leitura de números por extenso, classes e ordens, a operação adição, o dobro e as horas.
Depois dos alunos resolverem os exercícios elaboramos a nossa receita da salada de fruta, escrevendo-a no quadro com a ajuda dos alunos.
De seguida, confecionamos a salada de fruta, onde os alunos ajudaram a descascar e a partir as frutas. Por fim, foi distribuído um copo com fruta a cada aluno.
Concluímos que a partir de uma receita podemos trabalhar diversas áreas. Isto é, com a receita podemos não só trabalhar matemática como também português (texto instrucional).
Os alunos gostaram desta atividade, uma vez que não se ficou só pela ficha de exercícios mas puderam confecionar a sua salada de fruta.
O que acham desta atividade?


Continuação de bom trabalho.
Beijinhos,
Daniela Ferreira e Joana Ferreira
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publicado por joanaazevedo às 16:55
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Algumas das nossas crianças...

 Olá meninas J

 

Esperamos que o vosso estágio esteja a correr bem e que estejam a atingir os vossos objetivos.

Vimos aqui dar-vos a conhecer um pouco do nosso tema do relatório de estágio: transição/adaptação ao 1.ºCEB. Para que consigamos estudar e aprofundar vamos realizar um estudo de caso. Atendendo às fichas do SAC (Portugal & Laevers, 2010) selecionámos 3 crianças assinaladas a amarelo e 3 a verde.

 

Das crianças assinaladas a amarelo, 2 foram escolhidas por evidenciarem falta de concentração e aparente distanciamento da realidade, ou seja, consideramos que podem ser crianças um pouco “aluadas”. Frequentemente é necessária uma intervenção mais individualizada com estas 2 crianças para que consigam terminar aquilo a que são propostas. A terceira criança, aparentemente, manifesta problemas com a sua autoestima, não evidenciando confiança em si própria e nas suas capacidades. É uma criança que facilmente se inibe perante a turma e por vezes se recusa a responder, com medo de errar.

 

Para um melhor entendimento deste processo, achámos pertinente comparar as crianças acima referidas com crianças que, aparentemente, não revelam problemas. Para isso socorremo-nos de 3 crianças assinaladas a verde. São crianças com níveis elevados de implicação e bem-estar, situando-se nos níveis 4.

 

Como forma de conhecermos melhor estas crianças e complementar os dados que recolhemos através de observações e com a ajuda do SAC, realizámos questionários aos pais. Para além disto, preenchemos as fichas 1i e 2i para cada criança.

 

Nos vossos contextos existem crianças que evidenciam algumas destas características? Que estratégias utilizam?

 

Bom trabalho!

Joana e Marisa

Beijinhos


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publicado por joanafpereira às 16:04
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O meu projeto

 Olá meninas :)

Hoje venho-vos dar a conhecer o meu projeto, foi implementado numa sala do pré-escolar e realizado por crianças entre os 4 e os 5 anos.

O meu projeto tem como tema provérbio e matemática e estava dividido em 5 sessões.

Ao longo destas sessões foram vários os conceitos que foram trabalhados, tanto relacionado com os provérbios como com a matemática.

Inicialmente, numa primeira sessão, fizemos uma dramatização do provérbio " A união faz a força". Esta dramatização consistia no tradicional jogo da corda. Enquanto que de um lado da corda estavam 5 crianças, do outro lado apenas estava uma. Desta forma pretendia-se iniciar o contacto das crianças com os provérbios. Foi dada a sua definição (adaptada à faixa etária das crianças), ensinamos o provérbio cujo tinha feito a sua dramatização e pedimos às criaças que no dia seguinte trouxessem um provérbio. Provérbios estes que foram analisados na segunda sessão.

Na terceira sessão demos inicio à matemática. Levá-mos cinco provérbios em que haviam números e as crianças tinham de identificar o que estes tinham em comum (os números), a partir daí trabalhamos o sentido de número, as crianças tinham de identificar vários números representados de diversas formas e por último realizaram uma ficha sobre os números.

Na quarta e quinta sessão trabalhamos a adição e a subtração com as barras cuisinaire. Iniciámos sempre as sessões com provérbios que eram o nosso ponto de partida para as restantes atividades, "descodificavamos" o que o provérbio queria dizer, pois assim era mais fácil a sua compreensão por parte das crianças.

Explicamos as crianças o que eram as contas de somar e subtrair e com as barras cuisinaire trabalhamos estas mesmas operações.

Na adição, as crianças através das barras tinham de compor uma conta cujo resultado fosse 6, enquanto que na subtração, eu dava a conta e elas tinham de chegar ao resultado.

O projeto foi implementado com sucesso e atingidos os objetivos definidos.

Como correu o vosso projeto? Atingiram os objetivos definidos?

Mudariam alguma coisa nas sessões que realizaram?

Continuação de bom trabalho.

bjinhos para todas

Ivete Teixeira



publicado por imgt às 15:48
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