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Terça-feira, 3 de Dezembro de 2013
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Olá meninas :)

estamos quase a chegar à reta final de um semestre de partilhas, vivências, companheirismo, colaboração e muitos outros sinónimos que andam em torno deste Blog.
Posto isto, achamos pertinente a criação de um post que aborda as vantagens e as desvantagens deste recurso como forma de avaliação desta unidade curricular.
As vantagens que, na nossa opinião, se realçam, dizem respeito:
- à possibilidade de partilhar as vivências de cada uma na prática pedagógica;
- à troca de bibliografia que pode vir a ser favorável ao relatório de estágio de cada uma;
- à partilha de estratégias adotadas mediante as situações identificadas por cada uma;
- à importância do trabalho colaborativo;
- à discussão de diversas opiniões e apropriação de novos pontos de vista;
- aos medos e receios que cada uma vivenciou e a forma como os conseguiu ultrapassar;
- à divulgação da temática e atividades criadas para o respetivo relatório de estágio;
- à possibilidade de se trabalhar em qualquer lugar, a qualquer hora, etc..

E vocês concordam? Que outras vantagens acrescentam?

As desvantagens que, na nossa opinião, se realçam, dizem respeito:
- à criação excessiva de posts que, para além dos 6 estipulados para cada díade, se acumulam posts individuais;
- à extensão de alguns posts que, pela sua grandeza, perde-se o interesse na sua leitura, dificultando, por vezes, a sua compreensão e a criação de comentários;
- à falta de comentários em posts mais antigos, pois parece existir um maior interesse em comentar os posts mais recentes, descurando os antigos;
- à existência de muitos comentários que respondem a todos os pontos que seriam questionáveis num determinado post. Desta forma, impossibilita o comentário de pessoas que veem o post mais tarde e pretendem também comentar, uma vez que nem todas têm a mesma disponibilidade de horários;
- à não coerência do que ficou acordado no início da unidade curricular de como seria explorado o blog.

- E vocês concordam? Que outras desvantagens acrescentam?

Beijinho,
Carolina e Catarina.
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publicado por ana-resende às 19:51
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As sessões do nosso projeto - "A ilha das letras"

Começámos o nosso projeto de seminário de investigação no dia 18 de novembro e terminamos no dia 4 de dezembro. Foram realizadas duas sessões por semana, sempre à segunda e quarta-feira à tarde. Inicialmente tínhamos pensado em “trabalhar” com o grupo de crianças dos 4 anos, visto que achávamos que as atividades não estavam adaptadas e apropriadas para a faixa etária dos 3 anos e as crianças dos 5 anos, no geral, apresentavam alguma dificuldade de concentração e raramente se implicavam nas atividades. Durante a primeira sessão, surgiu um grupo diferente, devido ao interesse e entusiasmo manifestado pela atividade e assim se formou o grupo de recolha de dados – “Os descobridores da ilha das letras”. Este grupo é constituído por nove crianças, com idades compreendidas entre os 4 e os 5 anos. Para cativar ainda mais este grupo elaborámos cartões de identificação individual, que cada um preencheu e todas as sessões colocava ao pescoço. De forma a aumentar o sentido de responsabilidade das crianças, elaborámos também uma grelha de presenças, que é assinada por cada uma no fim de cada sessão.

De uma forma geral, as sessões têm superado as nossas expetativas a todos os níveis. É visível um crescente empenho das crianças de sessão para sessão, o que se tem vindo a refletir nas conclusões a que estas vão chegando. Inicialmente, os objetivos pretendidos com as atividades nem sempre foram alcançados pelas crianças, no entanto, estas iam fazendo as suas descobertas e, através dos comentários assertivos realizados pelas mesmas, foi possível constatarmos que as atividades estavam a ser bem encaminhadas.

Neste momento, estamos bastante contentes com o resultado das sessões e apesar de ainda não termos analisado a totalidade dos dados, estamos cientes que os resultados confirmarão as nossas expetativas em relação à resposta às questões de investigação.

 

Beijinhos,

Joana Martins e Susana Fernandes


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publicado por joanarmartins às 19:46
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Um pouco da minha experiência

 Olá a todas :)

Inicialmente, sempre que pronunciava a palavra estágio, a ansiedade e nervosismo apoderavam-se de mim. O facto de ser uma turma do primeiro ano desde o início nos preocupou porque (geralmente) as crianças não sabem ler nem escrever e sempre estivemos cientes que a tarefa seria de uma enorme responsabilidade. Ensinar uma criança a ler e escrever para mim é um ato de coragem na medida em que os professores tentam encontrar as melhores estratégias para tais aquisições, estratégias estas, que devem ser bem planeadas e ajustadas à turma que têm em mãos. Sendo assim, um bom leitor, falante e aquele que é capaz de se exprimir bem através da escrita, tem o seu ponto de partida já na educação pré-escolar mas essencialmente no 1º ciclo. 

A relação de cumplicidade que se cria entre professora-aluno constrói-se ao longo do tempo e o curto período de estágio que temos não nos permite tudo isso mas gostaria de alguma forma marcar a vida destas crianças e que, olhando para trás, pensem que as estagiárias que os acompanharam no início “eram fixes, divertidas”. (passo a expressão). Não podemos ter medo de ser divertidas com eles porque uma atitude mais sisuda não marca a vida de ninguém. As crianças necessitam de sorrisos, de “cor”, de alegria e boa disposição. Atualmente é isso que temos em mente quando iniciamos cada intervenção e temos vindo a comprovar que resulta. As crianças estão mais próximas de nós, sentem que somos realmente as professoras delas e que podem dizer o que pensam mesmo que pareça despropositado. Tentamos nunca inibi-las para que não percam a sua capacidade de questionamento e visão crítica dos factos. 

Numa aula o brincar pode estar presente e no semestre anterior o nosso foco foi esse. Quando bem planeado e justificado, o brincar é um grande potenciador de aprendizagem e enriquecimento pessoal. Perante isto, nas semanas que se seguiram, o jogo foi o mecanismo utilizado. Através de toda a ludicidade própria do jogo fomos capazes de planificar uma aula mais dinâmica, alegre, com uma postura mais descontraída. É comum ouvirmos dizer que com a prática as pessoas aprendem mais facilmente, e optámos precisamente por essa via. Não há nada melhor do que experienciar/praticar algo. As aulas expositivas são importantes, mas quando as faixas etárias são menores, este método deixa de fazer sentido porque as crianças aprendem por imitação e experimentação. Quando o contrário acontece, os níveis de implicação e bem-estar estão muito baixos porque falta o elemento motivador.

O meu desejo é fazer o melhor trabalho possível e transmitir às crianças tudo aquilo que sei e que elas me transmitam tudo aquilo que sabem. Tudo é um dar e receber, e as crianças têm tanto para nos ensinar, sobretudo a espontaneidade para que não sejamos tão formatados e sérios. 

 Espero que continuem com o vosso ótimo tarbalho e que de alguma forma vos tenha ajudado com esta minha reflexão :)

Beijinhos 

Joana 


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publicado por joanafpereira às 08:33
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