Viva!
O espaço de partilha começa a ter alguma dinâmica :-) No decurso da sessão de hoje foram disponibilizadas várias mensagens em torno da tarefa 1 (descrita aqui). Para além disso e dado os grupos estarem a pesquisar informação científica, foi sugerido usar bases de dados específicas, p.ex. a ERIC a que têm acesso a partir da página dos Serviços de Documentação da UA (aceder aqui), ou o Google Académico (motor de busca de informação científica). Usando este motor, alertou-se para a necessidade de fazer as pesquisas usando operadores booleanos ("+") e expressões entre aspas, tendo em vista reduzir o número de resultados. Podem também delimitar o período de tempo (opção em cima à esquerda ou da pesquisa avançada).
Relativamente ao trabalho em curso (clarificação do quadro conceptual da UC), relembrou-se que devem tentar clarificar os conceitos associados mas também outros termos que na literatura sejam associados. A título de exemplo temos os termos:
1. gestão, moderação, facilitação, mediação;
2. comunidade, redes, comunidade de aprendizagem, comunidade de prática, comunidade online, comunidade virtual;
3...
Voltando às mensagens já disponíveis, cada grupo deve lê-las e tentar relacioná-las com as suas próprias mensagens. Atenção que algumas têm questões para as quais se espera respostas.
Bom trabalho!
1ª. Sessão: "Aprendendo a brincar na sala de aula com bits tangíveis" - Prof. Rui Rito
Ao longo desta sessão percebemos que é possível trabalhar temáticas escolares com programas tecnológicos existentes. Apenas é necessário os meios escolares apostarem e investirem em meios tecnológicos mais avançados e, ainda, na formação de professores esse nível.
Os programas acessíveis são: Legomindstorms, Hazard Room game, The Electronic Blocks (disponível na web), Solar Monsters (Cîência Viva 2010), Scratch (open source hardware).
As várias actividades que podem ser dinamizadas com estes programas são histórias interativas, animações, etc.
Q1: Qual a verdadeira acessibilidade destas ferramentas para os professores?
2.ª Sessão: "A utilização da multimédia para reabilitar e despertar talentos."
Vantagens na utlização do computador com crianças que possuem algum tipo de deficiência.
- Melhor desenvolvimento cerebral;
- Estimulação da criatividade;
- Resolução de problemas relacionados com as neurociências e com a educação;
- Trabalha a saúde, educação, cultura e tecnologia.
Por vezes não é necessário a utilização de instrumentos tecnológicos muito avançados para conseguirmos alcançar efeitos extraordinários nas crianças.
A tecnologia mais simples é pouco desafiadora para alguns, mas muito util para pessoas com algum tipo de dificuldade cognitiva ou física.
A utilização da multimédia é um meio que estimula a criatividade e aumenta a motivação das crianças para aprender e fazer cada vez melhor.
Q1: Quais os recursos disponíveis para o trabalho com crianças com algum nivel de dificuldade cognitiva ou física que realmente estimule o seu desenvolvimento?
3.ª Sessão: "Uma análise da evolução no processo de avaliação educativa no Brasil até ao uso de sistemas inteligentes." - UFMA
* Esta última não referia nenhum aspeto relevante para a unidade curricular em questão.
As duas primeiras sessões observadas foram interessantes e enriquecedoras para o conhecimento de vários programas que podem ser utilizados em sala de aula e em como, por vezes, poucos recursos fazem a diferença na aprendizagem das crianças. No entanto, não foi possível clarificarmos os conceitos inerentes à UC ao longo destas sessões.
Pensamos que em todas as Unidades Curriculares acabámos por construir comunidades de aprendizagem, uma vez que todos os membros do grupo, incluindo o professor, participámos, partilhámos conhecimentos e construímos representações de conhecimento em conjunto.
No entanto, destacamos a Unidade Curricular de Didática da Língua Portuguesa, uma vez que formámos uma comunidade de aprendizagem Online, ou seja, trabalhámos e participámos num fórum, de forma colaborativa, em que cada um participava e, juntos, construímos conhecimento.
O aluno conecta-se a uma plataforma virtual e lá encontra materiais, tutoria e colegas para aprender com diferentes formas de organização da aprendizagem: uma das mais focadas em conteúdos prontos e actividades colaborativas, onde há alguns conteúdos, mas o centro é o desenvolvimento de uma aprendizagem activa e compartilhada.
Ecologia: é a totalidade dos organismos vivos que fazem parte do mesmo ecossistema e interagem entre si.
Sociologia: é um conjunto de pessoas que se organizam sob o mesmo conjunto de normas, geralmente vivem no mesmo local, sob o mesmo governo ou compartilham do mesmo legado cultural e histórico.
Por exemplo: os estudantes que vivem no mesmo dormitório podem formar uma comunidade, assim como as que vivem no mesmo bairro, aldeia ou cidade.
Fichter (1967): "comunidade é um grupo territorial de individuos com relações recíprocas, que servem de meios comuns para lograr fins comuns."
Politicamente: a comunidade é um grupo de países que se associam para atingir determinados objectivos comuns.
Comunidades virtuais: são constituidas por pessoas com interesses e objectivos semelhantes e ligações em comum, mas que se relacionam virtualmente, viabilizado pelas tecnologias da Informação (Internet). Exemplos: blogs, fóruns e grupos de discussão; conversas on-line; sites que permitam a interacção do usuário, como comentários.
Comunidades e Sociedade: leitura sobre problemas conceituais, metedológicos e de aplicação.
Bibliografia
Fichter, J. H. Definições para uso didático in: Fernades, Florestan.
Comunidade e Sociedade: leitura sobre problemas conceituais, metodológicos e de aplicação
. SP, Ed Nacional, EDUSP, 1973
Andreia Jesus e Cristiana Caldeira
Partindo da sessão " Aprendendo a brincar na sala de aula com bits tangíveis" a que assistimos, conduzida por Pedro Rito, achamos interessante o facto de ele abordar as dificuldades em inserir as novas tecnologias numa sala de aula. Sendo estas, as dificuldades sentidas pelos professores em utilizar determinadas tecnologias e ainda as dificuldades sentidas pelas escolas em investir na aquisição dos equipamentos necessários.No entanto, ele falou das alternativas que existem para ultrapassar esses obstáculos, nomeadamente, que os professores necessitam de atingir um nível pessoal de motivação para a utilização das novas tecnologias e por último, que é necessário consciencializar as pessoas de que existem várias alternativas, como é o exemplo, o uso de open software e de equipamentos eletrónicos de baixo custo.
Uma vez que já estivemos e ainda estamos no terreno, vamos dar a nossa opinião. De facto, anteriormente, isto é, no semestre passado, estivemos no 1ºCEB e considerámos que todas as crianças tinham facilidade de acesso às tecnologias, uma vez que, quase todas as crianças possuiam o "Magalhães" e telemóveis, embora não o trouxessem para a escola. É importante também referir do que observamos o "Magalhães" não era por vezes utilizado com grande proveito para a aprendizagem formal por parte das crianças. Atualmente, encontramo-nos no pré-escolar e verificámos que as novas tecnologias não estão acessiveis a todas as crianças. Temos a sorte de na nossa sala possuirmos um computador com acesso à internet. No entanto, sabemos que há outras salas que não têm esse equipamento. Ainda assim, sabemos que em casa alguns têm acesso a equipamento informático e outras tecnologias. Em suma, temos constatado que os alunos têm acesso às tecnologias mas estas não são exploradas em contexto de aprendizagem formal.
Posto isto, consideramos pertinente colocar algumas questões de forma a refletirmos sobre o assunto.
Porque é que hoje em dia ainda se constata o acima referido? E quais são os obstáculos à utilização das tecnologias em contexto de aprendizagem formal? O que será que cada um de nós pode fazer para ultrapassar esses obstáculos?
Aguardamos resposta.
Andreia Osório e Elisabete Amaral
Relativamente às sessões do ICEM&SIIE que tivemos disponibilidade de comparecer, pudemos assistimos à conferência de Pedro Rito “Aprendendo a brincar na sala de aula com bits tangíveis” e à conferência de Luciana Maria Depieri Branco Freire “A utilização da multimídia para reabilitar educandos e despertar talentos”.
Apesar dos conceitos abordados em cada uma das sessões serem bastante interessantes, consideramos que não vão ao encontro da UC presente, ou seja, não conseguimos estabelecer uma relação com as temáticas abordadas.
As restantes sessões que possivelmente estabeleceriam relação com a UC (como por exemplo: Conceção e desenvolvimento de cursos online –estratégias instrutivas utilizadas no ED.UC; Práticas de e-learning no Instituto de Educação da Universidade do Minho: um estudo exploratório; Perspetivando modelos de formação de professores que integram as TIC nas práticas letivas: um contributo para o estado da arte; Competências na utilização das ferramentas/serviços Web 2.0 no contexto do desenvolvimento profissional de professores; entre outras), não tivemos possibilidade de comparecer devido ao horário disponível.