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Quarta-feira, 21 de Novembro de 2012
A Sala Heterogénea 5 do CIAQ

Olá a todas.

Para o nosso primeiro post decidimos dar-vos a conhecer o grupo de crianças com o qual temos a oportunidade de interagir.

            O contexto educativo onde nos encontramos inseridas é o Centro de Infância, Arte e Qualidade [CIAQ] no edificio sede que se situa no Campus Universitário de Aveiro.

            Encontramo-nos na sala heterogénea 5, cuja responsável é a Educadora Eunice Bastos. Este grupo de crianças é multidimensionalmente heterogéneo, sendo composto por vinte e duas crianças: duas crianças de dois anos; cinco crianças de três anos; onze crianças de quatro anos e quatro crianças de cinco anos.

           Convém realçar que a maior parte das crianças já frequenta a instituição há algum tempo, dado que são provenientes da valência de Creche, o que é visível pelo à vontade que as crianças manifestam quando estão no jardim-de-infância, assim como pela interação com o restante pessoal da instituição. Todavia três crianças do referido grupo não frequentaram a creche desta instituição. Este grupo demonstra um grande interesse por jogos, atividades de caráter motor, jogo simbólico e ainda pela leitura.

            De uma maneira geral, estas crianças são autónomas nas suas rotinas diárias e na utilização de materiais e equipamentos existentes na sala. No decorrer das atividades, espontâneas ou planificadas, de forma global, as crianças são bastante participativas, ativas, interativas, curiosas, atentas e envolvem-se com elevados níveis de entusiasmo, alegria e boa disposição. A vivacidade, a expressividade, autenticidade e felicidade são constantes neste grupo.

            Não obstante, o ouvir o outro, a tomada de vez, constitui-se como uma dificuldade, já que as crianças parecem impacientes sempre que devem aguardar pela sua vez para falar. Cada uma das crianças tem sempre algo para partilhar com o grupo, manifestando, assim, a sua necessidade de se evidenciar.

            De uma forma geral pode dizer-se que o grupo é bastante autónomo e reivindicativo. Toma iniciativa e participa em tudo o que lhes suscita interesse, muitas vezes sem dar tempo ao tempo, reflexo da vontade de fazer coisas novas e diversificadas. Esporadicamente existe um pequeno grupo que necessita ser estimulado e solicitado.

            Enfim, são um grupo de crianças alegres e sorridentes… às vezes marotas, mas muito carinhosas e sempre prontas a dar beijinhos e abraços quando menos se espera.

           Cada dia de estágio é um verdadeiro desafio para o qual esperamos ser capazes de atingir os objetivos e, essencialmente, proporcionar momentos de desenvolvimento pessoal, aprendizagens, brincadeira e muito carinho.

 

 

 Continuação de bom trabalho para todas.

Beijinho,

 

Cátia e Ana

 


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publicado por catia-lopes às 15:43

7

De ana-pombeiro89 a 4 de Dezembro de 2012 às 21:15
Olá meninas!

A vossa descrição pareceu-me bem feita pois referiram vários aspetos do grupo. Em geral, é um grupo interessado e espontâneo mas por vezes as crianças têm dificuldade em esperar a sua vez de falar.
Referiram que a maioria das crianças já frequentava a creche anteriormente mas que três dessas crianças não. Sentem que estas três crianças estão tão integradas no grupo como as que já frequentavam a instituição?

Continuação de bom trabalho!

Ana Pombeiro


De catia lopes a 4 de Dezembro de 2012 às 23:09
Olá Ana. Obrigada pelo teu comentário.
Em relação às crianças que não frequentavam a creche da instituição, sentimos que a fase da adaptação correu bem, as crianças aos poucos foram-se adaptando às rotinas e aos colegas. Já é notável o gosto e a vontade que têm de ir para a escola.
Na realização das actividades participam como os seus colegas sem qualquer problema.
Relativamente ao fato de as crianças terem dificuldade em esperarem pela sua vez para falar, é algo que trabalhamos todos os dias com elas. Mas sem duvida que é notável o esforço que fazem para se lembrarem que têm de aguardar pela sua vez de falar :)

Cátia e Ana


De inessilva a 5 de Dezembro de 2012 às 21:20
Olá Cátia e Ana!

Gostei muito do vosso post , estava claro e focava os aspetos essenciais à compreensão do contexto onde estão a desenvolver a vossa prática.

Vou deixar-vos algumas estratégias que utilizo para que as crianças sejam capazes de aguardar pela sua vez, já que é uma dificuldade que vocês estão a sentir:

- Antes de dar início a uma atividade peço ao grupo que relembre as regras para o bom funcionamento da mesma. (ex: temos de fazer silêncio, colocar o dedo no ar, falar quando temos autorização, etc.);
- Utilizo uma canção para o silêncio ou gestos antes de dar início à atividade ;
- Mantenho um tom de voz neutro e firme, isto é, mesmo quando me sinto menos confiante ou a perder o controlo do grupo, não o faço transparecer.
- Durante a atividade utilizo a comunicação não-verbal para controlar os elementos que causam distrações no grupo (um olhar "chatiado", o gesto de silêncio, o gesto de calma);
- Apenas permito que falem as crianças que respeitam as regras (nunca permeio os maus comportamentos)
- Se vejo que não consigo contornar a situação, faço silêncio e normalmente as crianças que cumprem as regras, chamam à atenção das outras para o seu comportamento menos adequado.

Beijinhos espero que estas estratégias sejam úteis!
Inês Silva


De catia lopes a 6 de Dezembro de 2012 às 20:55
Obrigada pelas tuas sugestões Inês :) Já aplicamos algumas das que aqui expões e resultaram na perfeição. Fazemos muitas vezes um jogo do silêncio para ouvirem os barulhos que se encontram à sua volta. E não é que resulta muito bem?! :)

Beijinhos e mais uma vez obrigada pela tua ajuda :)

Cátia


De silva-santos a 10 de Dezembro de 2012 às 22:29
Olá Inês!
Obrigado pelas estratégias sugeridas! :)

Vamos colocando-as em prática e, efectivamente , algumas delas já têm sortido efeito.



Beijinhos e continuação de boas práticas.


Ana Cláudia


De coutinho-pereira a 11 de Dezembro de 2012 às 19:17
Olá meninas!
Gosto da vossa caracterização. Descrevem, duma forma geral, as características das crianças, que são a parte mais relevante do nosso trabalho.
É interessante o aspeto que referem da dificuldade das crianças respeitarem a sua vez de falar. Essa é uma das dificuldades que também eu e a Sara sentimos no nosso contexto. De facto, algumas das estratégias que fomos adotando cruzam-se com as que Inês referiu, e funcionam. Julgo que o ambiente ou estado de espírito do grupo acaba por ser, de certa forma, o reflexo do nosso estado de espírito. A primeira tentação quando as crianças falam todas ao mesmo tempo é elevarmos a voz para nos fazermos ouvir, o que na maioria das vezes só piora a situação. Na minha opinião o mais importante é mantermos a calma, a firmeza e a confiança naquilo que estamos a fazer.
Julgo que para mim e para a Sara foi um dos aspetos em que mais estamos a evoluir desde o início da prática.
Em relação ao vosso texto de caracterização, talvez pudessem contextualizar um pouco mais, referindo, por exemplo, qual a situação socio-económica das famílias das crianças da vossa sala: que habilitações, que emprego, etc.
No geral, parabéns, pois acho o vosso post esclarecedor quanto às crianças.

Continuação de boas práticas,
Joana =)


De catia lopes a 11 de Dezembro de 2012 às 23:25
Obrigada pelo teu comentário Joana


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