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Terça-feira, 6 de Novembro de 2012
Organização e Gestão da sala do Jardim de Infância

 Boa tarde a todos!

Encontramo-nos a desenvolver a nossa prática pedagógica num jardim de infância do Agrupamento de Escolas de São Bernardo. O grupo tem 23 crianças com idades compreendidas entre os 2 e os 6 anos.

O eixo estruturador dos nossos projetos de SIE é a Organização e Gestão do processo de ensino e de aprendizagem. O processo de organização e gestão do ensino e da aprendizagem envolve três etapas essenciais: a planificação, a implementação e a avaliação. Importa que o profissional de educação seja capaz de conceber estratégias de ensino de qualidade adequadas à diversidade de crianças e às necessidades do contexto educativo (Despacho n.º 16034 de 22 de Outubro de 2010, Padrões de Desempenho Docente) criando as condições necessárias ao desenvolvimento de aprendizagens significativas (Santos, 2007, p.7; Shulman, 1987, citado por Roldão, 2009).

Como tal, gostaríamos de partilhar convosco a realidade do nosso contexto de intervenção tendo em consideração estes aspetos.

 

 

Figura 1 - Planta da sala organizado por diversas áreas

 

 

 

Figura 2 - Mapa das presenças

 

Figura 3 - Lagartinha do Computador

 

 

 

Bom trabalho

Beijos

Sónia e Cristiana

 


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publicado por soniamaia às 18:18

8

De isca3534 a 6 de Novembro de 2012 às 22:40
Olá Sónia e Cristiana!

Boa iniciativa de partilhar a organização do espaço connosco. Penso que ao lermos o vosso post, recordamos os Jardins de Infância por onde já passamos e reparamos que esta organização, mais ou menos, se repete em todos eles. Talvez antes da descrição que fizeram, e na minha opinião muito bem feita, poderiam ter acrescentado uma pequena introdução, onde referissem a importância da organização e gestão da sala do Jardim de Infância.
beijinhos e continuação de bom trabalho!
Ana Gomes


De soniamaia a 20 de Novembro de 2012 às 17:31
Olá Ana Gomes!

Tal como sugeriste aqui fica uma pequena descrição acerca do processo de organização e gestão do ensino e de aprendizagem.

O processo de organização e gestão do ensino e da aprendizagem envolve três etapas essenciais: a planificação, a implementação e a avaliação. Importa que o profissional de educação seja capaz de conceber estratégias de ensino de qualidade adequadas à diversidade de crianças e às necessidades do contexto educativo (Despacho n.º 16034 de 22 de Outubro de 2010, Padrões de Desempenho Docente) criando as condições necessárias ao desenvolvimento de aprendizagens significativas (Santos, 2007, p.7; Shulman, 1987, citado por Roldão, 2009).

Esperamos ter respondido ao pretendido!

Bom trabalho
Sónia e Cristiana


De ana-pombeiro89 a 10 de Novembro de 2012 às 18:02
Olá meninas!

A caraterização do vosso contexto educativo está bastante interessante e, do meu ponto de vista, foi uma ótima ideia terem elaborado a vossa descrição do contexto tendo em conta o eixo estruturador dos vossos projetos.
Na descrição da organização espacial da sala do JI referem que as diversas áreas foram criadas de acordo com os interesses das crianças. Além disso, reparei que a vossa sala tem mais áreas do que a maioria das salas de JI por onde passei.

Penso que poderiam acrescentar algo relativo à caracterização do grupo de crianças em si.
É um grupo barulhento? Interessado?


Continuação de bom trabalho

Beijinhos,
Ana Pombeiro


De cristiana-amorim a 20 de Novembro de 2012 às 17:48
Olá Ana!

Respondendo ao teu comentário (10 de Novembro de 2012) o grupo é constituído por vinte e duas crianças sendo que a maioria já frequentou o Jardim de Infância nos anos letivos 2010/2011 e 2011/2012 pelo que já se conhecem. No entanto, o grupo integra sete crianças novas que estão a frequentar o estabelecimento pela primeira vez mas, apesar disso, encontram-se bem integradas.
Trata-se de um grupo bastante heterogéneo, com idades compreendidas entre os três e os seis anos. Além disto, fazem parte deste sete crianças de etnia cigana.
De um modo geral, o grupo demonstra ser interessado e participativo e, além disso, revela ser autónomo na realização de tarefas. Revela também autoconfiança, concentração, vontade de aprender e explorar, motivação, entusiasmo e implicação pelas atividades que lhes são propostas.
Quanto às crianças serem barulhentas consideramos que não há crianças barulhentas. Não se espera que numa sala de jardim de infância onde convivem vinte e duas crianças e quatro adultos haja silêncio. As crianças têm de falar e de se expressar mas, como é natural, devem existir regras para tal como por exemplo o uso do búzio. Este é utilizado como forma de gerir o diálogo entre as crianças da melhor maneira. Sempre que estas querem partilhar algo com os colegas utilizam o búzio e as restantes compreendem que apenas deve falar quem tem o búzio.

Continuação de bom trabalho!
Beijinho

Cristiana e Sónia


De anaafonso a 11 de Novembro de 2012 às 16:10
Boa tarde
Gostei de ler a vossa caracterização da sala, especialmente a parte dos instrumentos de gestão, pois parece-me que fomentam a autonomia das crianças. Contudo, pela minha experiência do ano passado em pré-escolar, onde também tínhamos diversos instrumentos de registo, nomeadamente, um quadro de tarefas, questiono-me como será a gestão de tanta informação para registar, especialmente à segunda-feira, quando o quadro de tarefas deverá ser alterado de acordo com as opiniões das crianças. Não é muito confuso esse momento? Como fazem essa gestão?
No vosso post descrevem também os espaços em que está dividida a vossa sala. Achei muito interessante toda esta variedade, resultante dos interesses das crianças, e a predominância das áreas ligadas à fantasia e ao faz-de-conta. Contudo, nada dizem sobre o exterior, as crianças podem explora-lo em algum momento do dia? É rico em estímulos e oportunidades de exploração? Que atividades podem aí ser desenvolvidas e como fazem a sua gestão?
Espero ter contribuído para a reflexão do grupo, e aguardo novidades relativamente às estratégias que estão a implementar no âmbito do vosso projeto.


De soniamaia a 20 de Novembro de 2012 às 17:43
Olá Ana Afonso!

Relativamente à gestão do quadro de tarefas este é um instrumento que não sofre alterações todas as semanas. Sendo que as suas alterações são realizadas à medida que as crianças se tornam mais ou menos autónomas em determinada tarefa. Para além disso, a distribuição das tarefas vai ainda ao encontro das idades das crianças. Visto que as tarefas não têm todas o mesmo grau de dificuldade.

Por sua vez, relativamente ao espaço exterior este não foi referido dado que não é muito explorado pelas crianças. Este facto deve-se à falta de condições para a sua exploração.
Quanto às estratégias que estamos a implementar no nosso projeto, assim que nos seja possível daremos mais novidades.

Bom trabalho
Sónia e Cristiana


De sara-alves a 18 de Novembro de 2012 às 22:41
Olá Sónia e Cristiana!
Achei que o vosso post foi bem conseguido pois, pelo menos a mim, permitiu-me ter uma ideia do espaço e ir fazendo uma comparação com a sala de atividades do Jardim de Infância onde estou a estagiar.

Fiquei com uma dúvida. Relativamente aos cartões que as crianças têm, elas andam sempre com eles? Os momentos em que mudam os cartões de sitio não se tornam caóticos? Não haverá outra estratégia melhor? No "meu" Jardim de Infância cada área tem também um cartaz com o número total de crianças que aí podem estar em atividade e, quando é o momento de se distribuirem pelos cantinhos, eles próprios já sabem quantas crianças podem estar em cada um. Isto verifica-se, e não há necessidade de colocarem cartazes com os seus nomes, porque a decisão do número de crianças por área foi um assunto que as próprias crianças decidiram e foram negociando entre si, pois sentiram necessidade em fazê-lo. Na vossa sala foi realizado da mesma forma?Ou foi imposto às crianças?

No que diz respeito ao comentário da Ana Afonso fiquei curiosa relativamente à parte em que vos pede que dêem informações sobre o espaço exterior. Esta parte foi a que me chamou mais a atenção pois faz parte do meu projeto de investigação, assim sendo gostaria de saber um pouco mais sobre ela.


Continuação de bom trabalho!
Ficarei à espera de novas informações. :)

Beijinhos
Sara


De soniamaia a 20 de Novembro de 2012 às 18:46
Olá Sara.

Respondendo às tuas questões, as crianças não andam sempre com os cartões, estes são utilizados quando as crianças vão brincar pelas áreas. Para além disto, como já havia sido referido em cada área há um número restrito de cabides que indica a quantidade de crianças que podem permanecer ao mesmo tempo em cada área. Quando as crianças querem mudar de área apenas têm de pegar no seu cartão e colocá-lo em outra área, caso haja cabides livres. Através da observação dos cabides as crianças conseguem saber o número total de crianças/cartões que aí podem permanecer.

Esta estratégia foi combinada com as crianças e estas ambientaram-se rapidamente à mesma.

Relativamente ao espaço exterior este já foi referido num comentário anterior.

Bom trabalho
Sónia e Crisitiana


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