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Terça-feira, 30 de Outubro de 2012
Caraterização do contexto educativo _ Ana Gomes e Inês Silva

Neste primeiro post pretendemos realçar a importância de caraterizar o contexto educativo de forma a facilitar a compreensão de futuras partilhas e trocas de ideias/ experiências.

A instituição em causa é publica e o grupo de 24 crianças  de idade pré-escolar que frequenta a única sala do estabelecimento,  encontra-se na faixa etária dos 2 aos 6 anos de idade.

Gráfico de idades:

Este Jardim de Infância situa-se num meio misto, entre o urbano e o rural. A população residente, na sua grande maioria trabalha no centro da cidade ou em locais mais afastados, o que faz com que este lugar sirva de dormitório para muitas famílias. As crianças revelam-se participativas, empenhadas, autónomas e com um elevado espírito de interajuda. A Educadora mostra um grande respeito pelas crianças, preocupando-se com as caraterísticas individuais de cada criança, estimulando e promovendo o bem-estar geral.  A planificação diária resulta do diálogo entre as crianças e o educador, o que revela a importância dada ao trabalho colaborativo (criança-educador).

 


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publicado por inessilva às 19:19

De coutinho-pereira a 2 de Novembro de 2012 às 12:56
Gostei do gráfico, torna-se direto, de leitura rápida e fácil.
Penso que teria sido importante identificarem o local onde estão (o nome da freguesia), para que a mensagem fosse mais clara quando caracterizam esse local.
E uma vez que as crianças, pelo menos na minha conceção, são o centro e a origem da ação, deixo a questão: o que gostam mais de fazer?
Uma das coisas que eu e a Sara sentimos no nosso contexto é uma grande heterogeneidade nos interesses do grupo. Vocês sentem o mesmo? Que interesses têm as crianças?

Bom trabalho!
Joana


De amramos a 3 de Novembro de 2012 às 09:06
Olá Joana e Sara!
Eu e a Catarina sentimos exatamente o mesmo, no semestre passado, quando estivemos no vosso contexto.
De facto, a diversidade de interesses é muito grande e isso, para nós, tornou-se um desafio que esteve na base de muita pesquisa e observação, muito trabalho e muitas experiências que se tornaram bastante ricas, tanto para nós, como para as crianças.
Optámos por criar situações que fossem ao encontro desses interesses (percebemos que conseguíamos agrupar crianças com interesses comuns), ou seja, proporcionávamos diferentes atividades, que aconteciam ao mesmo tempo, onde as crianças estavam, se assim o entendessem. Eram atividades onde a interevenção do adulto procurava ser de apoio e não de "professor que ensina, que está acima da criança". Também fizemos alterações na sala. Por exemplo, sentíamos falta de uma zona de leitura. Num primeiro momento espalhámos livros na sala, para confirmar o interesse das crianças pelos livros e depois, num segundo momento, criámos uma área de leitura.
Também introduzimos recursos que potenciassem a colaboração entre as crianças (caixas de fruta, de cartão e lençóis, por exemplo), ou simplesmente os levassem a descobrir coisas novas em determinada área (a caixa dos primeiros socorros na área da casinha). Também realizámos atividades dirigidas, sendo que, por exemplo, a leitura de um livro era sempre para todos, mas outro tipo de atividades, como, por exemplo a pesquisa sobre os caracóis (que surgiu porque muitas crianças andavam a brincar no recreio com os caracóis da hortinha da escola) era dirigida a quem quisesse participar. Esses participantes, com o apoio de um adulto, observaram os caracóis com lupas, tiraram fotografias, pesquisaram na net e elaboraram um cartaz , que foi apresentado aos restantes coleguinhas ao fim do dia, no momento de reunião do grupo.
É um desafio muito bom, esse da heterogeneidade!
Bom trabalho!
Beijinho
Alexandra Ramos


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